Los conceptos vertidos en esta sección no reflejan necesariamente la línea editorial de Nodal. Consideramos importante que se conozcan porque contribuyen a tener una visión integral de la región.

Ano novo, lutas de sempre

O ano de 2016 já começa agitado e cheio de desafios pra nós trabalhadores. Mal terminamos de comemorar a virada de ano e já fomos surpreendidos pelo aumento absurdo do valor das passagens do transporte público. A conta da sobrevivência no dia a dia vai ficando cada vez mais pesada em nosso bolso a cada ano que passa.

No fim de 2015, o governo do Rio de Janeiro realizou uma série de medidas de deixar P da vida qualquer cidadão. Parcelou o pagamento do salário dos servidores, ameaçou não pagar o 13º, fechou bibliotecas. E como se não bastasse, aprovou o pagamento da dívida da Supervia de quase R$ 40 bilhões. Qual a justificativa do pagamento dessa dívida? Segundo o governador, para que não aumentasse o preço da passagem dos trens.

Pois bem, aí está o resultado: passagem mais cara e o mesmo serviço precário de sempre.

A pergunta que fazemos é: porque sempre somos nós que pagamos a conta dos problemas financeiros do estado? Por que as grandes empresas, as que lucram tanto com nosso trabalho e nosso dinheiro, não sofrem com a crise?

Campanhas milionárias

Sabemos que os principais financiadores das campanhas eleitorais do prefeito e do governador são as empresas de transporte, entre outras. Fica fácil entender porque a conta que pesa no nosso bolso corresponde ao enriquecimento dessas empresas. E que novamente vão financiar as campanhas milionárias desses políticos. Indiretamente, estamos investindo no nosso próprio prejuízo.

E o que vamos fazer pra reverter essa situação, além de deixar de votar nesses sujeitos?

O melhor exemplo que nós temos foram as manifestações de 2013. A única vez em que se conseguiu derrubar o aumento das passagens que temos notícia. Milhões de pessoas foram às ruas reclamar do aumento da passagem e exigir, pela pressão, que a conta não caia no nosso bolso.

Voz das ruas

2013 também mostrou que o povo não é representado por esses políticos, que priorizam os milionários e as grandes empresas, ao invés de melhorar a vida da maioria.

Sigamos esse exemplo. Apenas pressionando nas ruas vamos conseguir, mais uma vez, barrar o aumento das passagens e construir uma vida melhor.

Brasil de Fato