Brasil: la Federación Única de Petroleros (FUP) realiza una huelga contra el plan de ajuste en Petrobras

Sindicatos de petroleiros iniciam greve; Petrobras pede mediação à Justiça

Sindicatos de petroleiros começaram na manhã desta sexta-feira paralisações em refinarias da Petrobras e podem iniciar o movimento em plataformas marítimas a qualquer momento, após rejeitarem a última proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho 2016, dentre outras questões, disseram líderes sindicais.

Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), 10 dos 13 sindicatos filiados já aprovaram os indicativos da federação para a rejeição da última proposta da empresa para o acordo coletivo e a realização de greves.

A Petrobras afirmou, em nota, que foi notificada pelas entidades sindicais sobre o movimento grevista, que não há prejuízo às atividades da companhia e que está tomando medidas para garantir a segurança de pessoas e instalações.

Devido ao impasse, a petroleira estatal protocolou um pedido de mediação junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), como forma de buscar avanços nas discussões.

“Foram realizadas diversas reuniões e apresentadas quatro propostas, todas elas com avanços que buscaram atender às demandas apresentadas pelos sindicatos dentro das limitações financeiras da Petrobras”, disse a petroleira.

Em uma nota em seu site, a FUP afirmou que não irá ao TST por temer que a empresa apresente uma proposta de dissídio coletivo, o que a Petrobras negou em um comunicado interno aos empregados.

Em sua última proposta, a Petrobras ofereceu reajuste em 6 por cento no salário básico e variáveis, retroativo a setembro de 2016, acrescido de 2,8 por cento em fevereiro, sem retroatividade.

Entretanto, as cláusulas financeiras não são o principal questionamento dos petroleiros.

Para a FUP, a Petrobras está descumprindo um termo aditivo recém-adicionado ao Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2017 sobre o Adicional de Tempo de Serviço da Fafen/PR.

Além disso, a empresa propôs mudanças relacionadas à redução de jornada de trabalho com redução de salário, quando os sindicatos entendem que não é o momento correto para isso.

As mobilizações desta quinta-feira, que também têm como objetivo protestar contra a venda de ativos da empresa, começaram com o corte na rendição dos funcionários que terminaram o turno de trabalho nesta manhã em refinarias de São Paulo, Paraná e Bahia.

“A ideia é que isso se intensifique ao longo do dia de hoje”, disse à Reuters o coordenador-geral da FUP, José Maria Rangel.

“As paralisações… tiveram início nas primeiras horas desta sexta-feira, com o corte de rendição do turno da zero hora da Replan (Paulínia). Na manhã de hoje, também cruzaram os braços os trabalhadores do setor administrativo da refinaria. Na Recap (Capuava), o turno que iniciaria o expediente nesta manhã não foi rendido e o pessoal do administrativo não entrou”, disse o Sindicato dos Petroleiros de São Paulo, em comunicado.

O sindicato do norte fluminense, região responsável por mais da metade da produção de petróleo da Petrobras, disse que apesar de aprovada, a greve ainda não tem horário ou data para começar.

“A gente vai estudar o melhor momento para deflagrar a greve. A Petrobras está embarcando equipes de contingência… Queremos primeiro cansar essas equipes”, disse o coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, Marcos Brêda.

A estratégia de iniciar de surpresa as paralisações efetivas já foi usada em anos anteriores, numa tentativa de aumentar o impacto da greve na produção da companhia.

UOL


Mayor sindicato de Brasil inicia huelga por recorte salarial

La estatal petrolera, envuelta en un escándalo por corrupción, considera el ajuste necesario por crisis financiera.
La Federación Única de Petroleros (FUP) de Brasil, mayor sindicato de ese país, comenzó este viernes una huelga general contra el ajuste en el salario de los trabajadores.

La huelga es una reacción ante el proyecto de ajuste salarial presentado por la estatal brasileña Petrobras, empresa que justifica el recorte por considerarlo “justo en vista de la situación financiera de la empresa”.

Sin embargo, los trabajadores de la estatal petrolera consideran injusto e insuficiente el recorte salarial.

El sindicato indicó en un comunicado que los trabajadores realizaron diversas asambleas y acordaron la realización de paros a partir de las cero horas de este viernes.

Los trabajadores del sector rechazaron en un 95, 4 por ciento el plan de recortes de la estatal y el 78,3 por ciento apoyó los paros, así lo informó FUP.

La crisis que afronta Petrobras es producto del enorme escándalo de corrupción descubierto en la empresa, el cual envió a prisión a varios directivos de la compañía y políticos brasileños, entre ellos Eduardo Cunha, acusado de recibir 5 millones de dólares en sobornos procedentes de los contratos de exploración de petróleo de Petrobras en África.

Telesur