Brasil: Lula lidera intención de voto para las elecciones presidenciales del 2018 según una nueva encuesta de Datafolha

Lula lidera intención de voto para elecciones presidenciales de Brasil

En todas las hipótesis expuestas en la encuesta de Datafolha, el expresidente brasilero Luiz Inácio Lula da Silva ganaría las elecciones con amplia mayoría.

El instituto Datafolha reveló este lunes una nueva encuesta sobre la intención del voto para las elecciones presidenciales a celebrarse el próximo año en Brasil.

Según los resultados el expresidente de Brasil Luiz Inácio Lula da Silva del Partido de los Trabajadores (PT) lidera las encuestas con un 30 por ciento sobre sus rivales.

El diputado federal Jair Bolsonaro del Partido Social Cristiano (PSC), se situó en el segundo lugar del sondeo. En diciembre de 2016 Bolsonaro contaba con una intención de voto del 8 por ciento según los encuestados, en abril ya alcanzaba el 14 por ciento y en la más reciente encuesta alcanzó 16 por ciento.

En el tercer lugar se encuentra Marina Silva de Rede con 15 por ciento, le sigue el ex-ministro Joaquim Barbosa con 11 por ciento de las intenciones de voto.

El quinto lugar de la encuesta lo ocuparía el candidato del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) que estaría entre Geraldo Alckmin o João Dória con un 8 por ciento , quedando el resto de los aspirante con un 2% cada uno.

Las encuestas se realizaron en varios posibles escenarios ya que algunos partidos no ha hecho oficial quienes serían sus representantes en los venideros comicios presidenciales.

En todas los escenarios expuestos por Datafolha y de ser el candidato del PT, Luiz Inácio Lula da Silva ganaría las elecciones, por lo menos en la primera vuelta ya que ningún aspirante cuenta con la mayoría absoluta.

Telesur


Datafolha: Lula lidera; Bolsonaro e Marina empatam em 2º lugar

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a liderança nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2018 com 30% da preferência do eleitorado, à frente da ex-ministra Marina Silva (Rede) e do deputado Jair Bolsonaro (PSC), que aparecem empatados com 15%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira.

Em cenário tendo o prefeito de São Paulo, João Doria, como candidato do PSDB, Lula passou de 31% em abril para os atuais 30%, enquanto Bolsonaro foi de 13% para 15 e Marina saiu de 16 para os mesmos 15%. O tucano aparece em quarto lugar, com 10%, um ponto acima do levantamento anterior.

Lula também alcança os 30% de preferência do eleitorado quando o governador paulista, Geraldo Alckmin, substitui Doria como concorrente do PSDB. Nesse cenário, Bolsonaro fica um ponto à frente de Marina, 16 a 15%, e o tucano aparece com 8 pontos. Bolsonaro sobe ante os 5% de levantamento realizado em dezembro de 2015, enquanto Marina cai dos 24% que possuía.

Em simulações para o 2º turno, Lula vence Alckmin (45 a 32%), Doria (45 a 34) e Bolsonaro (45 a 32), mas empata com Marina (40 a 40), de acordo com o Datafolha. Em uma eventual disputa entre Marina e Bolsonaro, a ex-ministra venceria por 49 a 27%.

Apesar da liderança nas intenções de voto, Lula também aparece em primeiro lugar na lista das maiores rejeições, com 46%, seguido por Alckmin (34) e Bolsonaro (30).

A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 21 e 23 de junho, com 2.771 pessoas, em 194 cidades. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Veja


‘Nada nos destruirá’, diz Temer ao afirmar que Brasil está na rota de superação

Em uma tentativa de agenda positiva na semana em que deve ser denunciado pelo procurador-geral da república, Rodrigo Janot, o presidente Michel Temer deu um recado durante cerimônia no Palácio do Planalto e afirmou eu seu governo está “na rota da superação e nada o destruirá”.  “O Brasil esta nos trilhos, na rota da superação. Ninguém duvide, nossa agenda de modernização do Brasil é a mais ambiciosa de muito tempo. Tem sido implementada com disciplina, tenacidade, com sentido de missão. Não há plano B. Há de seguir adiante. Nada nos destruirá. Nem a mim, nem aos nossos ministros”, afirmou.

Em discurso durante cerimônia de sanção da conversão em lei da Medida provisória 764, que já vigora desde dezembro do ano passado, Temer tentou destacar um discurso otimista de retomada da economia, principalmente no varejo.  A medida autoriza a diferenciação de pagamentos de bens e serviços oferecidos conforme o meio de pagamento, ou seja, regulamenta os descontos em compras à vista ou pagas em dinheiro em espécie.  “A MP agora sancionada é singela, mas lei não precisa ser longa para produzir efeitos”, disse, ressaltando que a medida “promove a justiça social, garante a transparência e protege o consumidor”.

Os dados mais recentes do varejo brasileiro, divulgados em 13 de junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam situação ainda difícil para o setor. As vendas subiram 1,50% em abril ante março e recuaram 0,4% em relação a abril de 2016. No acumulado de 2017, há queda de 1,8% e, nos 12 meses até abril, baixa de 6,3%.

Ao afirmar que as leis singelas também podem produzir efeitos, Temer disse que leis mais extensas, muito explicativas, podem gerar “uma prisão para o interprete, que é o poder Judiciário”. “Nós adotamos muito o habito de hoje de ampliar demais, quando fazemos uma lei ou decreto, e explicitar demasiadamente, o que gera muitas vezes uma prisão ao interprete, que é o poder judiciário”, declarou.

Temer disse ainda que sabe que seu governo é transitório e que está fazendo uma transição para quem vem depois “encontrar o país nos trilhos”. “Ninguém duvide nossa agenda de modernidade”, afirmou.

O presidente não citou a derrota da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na semana passada, e destacou que a modernização trabalhista vai gerar mais emprego e não retira direitos. “Resgatamos a responsabilidade fiscal como pilar da nossa economia”, afirmou, lembrando a PEc que implementou um limite do teto dos gastos públicos.

O presidente lembrou que grande parte “do nosso povo não tem cartão de credito”, mas que ela promove “a transparência na economia”. Temer citou ainda que medida já era pleito antigo e que tem tido ao longo de seu governo “a satisfação” de estar atendendo demandas e produzindo pelo país.  “Nem todos entendem bem isso, as vezes as pessoas tomam outros caminhos, mas vamos continuar  produzindo  pelo país, realizar e fazer.”

Temer ressaltou liberação do FGTS e diz que medida impulsionou o varejo e afirmou ainda que com a diferenciação de preço os lojistas e varejistas terão mais chances de eventualmente reclamar com operadoras de cartão. “A MP de hoje é só mais um passo num caminho de um Brasil mais moderno”, afirmou.

Estado de S. Paulo


Moro condena Palocci a 12 anos de prisão por corrupção

O ex-ministro Antonio Palocci (PT) foi condenado a 12 anos, 2 meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável por diversas ações da Operação Lava Jato em primeira instância. A sentença foi tornada pública nesta segunda-feira 26.

Além de Palocci, foram condenados por corrupção passiva o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, os ex-funcionários da Petrobras Eduardo Costa Vaz Musa e Renato de Souza Duque e o ex-presidente da Sete Brasil José Carlos de Medeiros Ferraz. Ferraz e Musa assinaram acordos de delação premiada com o Ministério Público Federal, o que Duque também deve fazer.

O herdeiro do grupo Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, foi condenado por corrupção ativa. Ele também é delator.

Os marqueteiros do PT João Santana e Mônica Moura, além de Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, Fernando Migliaccio da Silva, Luiz Eduardo da Rocha Soares, Olívio Rodrigues Júnior e Marcelo Rodrigues, foram condenados por lavagem de dinheiro.

O ex-assessor de Palocci Branislav Kontic foi absolvido por Moro dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O magistrado considerou que não havia provas suficientes de autoria ou participação nos crimes.

Também foi absolvido o ex-executivo da Odebrecht Rogério Santos de Araújo.

Delação premiada

Palocci é acusado de gerenciar uma conta de propina reservada pela Odebrecht ao PT. O ex-ministro tenta cacifar a própria delação premiada e ameaça enredar graúdos do mercado financeiro, do Judiciário, da mídia, em aparente procura pela melhor oferta por sua fala ou por seu silêncio.

Preso desde setembro de 2016, o petista prestou um depoimento a Moro de duas horas em abril deste ano, no qual ofereceu um aperitivo. “Nunca pedi ou operei caixa 2, mas ouvi dizer que isso existiu em todas as campanhas, isso é um fato. Fico à sua disposição porque todos os nomes e situações que optei por não falar aqui por sensibilidade da informação estão à sua disposição.”

O advogado José Roberto Batochio, um dos principais criminalistas do País, abandonou a defesa do ex-ministro ao tomar conhecimento de sua intenção de delatar. Sempre foi um crítico ferrenho do instituto da colaboração premiada. Palocci já contratou um novo time especializado em firmar esse tipo de acordo, e não perdeu a chance de tentar seduzir Moro. Cordato do início ao fim, elogiou diversas vezes a atuação do juiz. “Acredito que posso dar um caminho, que talvez vá dar um ano de trabalho, mas é um trabalho que faz bem ao Brasil”, acenou.

Carta Capital