Corrupción en Brasil: la Policía Federal asegura tener pruebas contra Temer

La Policía Federal de Brasil (PFB) anunció que tiene en su poder pruebas que incriminan al presidente de facto de Brasil, Michel Temer con una red de corrupción con la empresa de arquitectura e ingeniería Argeplan, según un informe enviado al Supremo Tribunal Federal de Brasil (STF).

“Los elementos recopilados indican que Argeplan y su estructura financiera y funcional fue colocada varias veces al servicio de demandas de la vida pública y privada del excelentísimo presidente Michel Temer”, informó, Cleyber Malta Lopes, comisario de la Policía Federal.

La empresa Argeplan pertenece a João Batista Lima, excoronel de la PFB y amigo personal de Temer, Las denuncias están relacionadas con estrategias fraudulentas vinculadas con el decreto de Los Puertos , firmado por el mandatario de facto en mayo de 2017.

Dicho decreto fue introducido por Temer con el propósito de concretar beneficios al sector portuario del país carioca.

En este sentido, varios personas cercanas de la gestión de la presente administración brasileña, fueron detenidos y privados de libertad mientras se investigan los delitos administrativos y financieros de la zonas portuarias.

La procuradora del STF, Raquel Dodge, otorgó un plazo de 60 días al cuerpo de investigaciones de la Policía Federal para que formalice las pruebas que podrían incriminar estos funcionarios y al primer mandatario de Brasil, en casos de corrupción.

Michel Temer posee un prontuario de denuncias ligadas al lavado de dinero y corrupción pasiva, acusaciones que han sido detenidos y paralizados por la intervención de la Cámara de diputados brasileño.

TeleSur


Temer é corrupto aponta Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) afirma ter provas de que empresários brasileiros montaram uma estrutura para lidar irregularmente com as exigências “públicas e privadas” do presidente Michel Temer (MDB), que pode enfrentar uma nova denúncia de corrupção.

“Os elementos recolhidos indicam que a Argeplan e sua estrutura financeira e funcional foram colocadas várias vezes a serviço das demandas da vida pública e privada de Sua Excelência o Presidente Temer”, disse o delegado Cleyber Malta Lopes em relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF), como relatado nesta sexta-feira pelo jornal O Globo.

A Argeplan é uma empresa de propriedade do ex-coronel da Polícia Militar, João Batista Lima, amigo pessoal de Temer e também investigado pelas autoridades brasileiras.

A investigação apura se Temer recebeu suborno em troca de benefícios para empreas que operavam no porto de Santos (SP), graças à aprovação de um decreto.

O Supremo aceitou nesta sexta-feira conceder à polícia uma prorrogação de 60 dias para concluir a investigação (esta é a terceira vez que os agentes pedem mais tempo para investigar o presidente).

No momento, o delegado Malta Lopes advertiu a Suprema Corte de que ele encontrou “ligações financeiras suspeitas” entre as supostas empresas beneficiadas, Argeplan e o amigo de Temer.

Esse novo caso de corrupção poderia custar ao presidente brasileiro a terceira denúncia no que foi seu mandato.

Temer foi denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República (PGR), no ano passado, por supostos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertencimento a uma organização criminosa.

Delação de Cunha vai acusar Temer de comandar organização criminosa na Câmara

No entanto, em ambas as ocasiões o governo conseguiu mobilizar seus aliados na Câmara dos Deputados, que decidiu arquivar as queixas por maioria, impedindo que Temer fosse afastado do cargo para ser investigado.

Contudo, Temer perderá o foro privilegiado a partir de janeiro de 2019, quando as duas denúncias já apresentadas deverão voltar a tramitar.

Brasil 247