Brasil | Temer, otra vez en prisión: los casos de corrupción del expresidente

Os inquéritos contra Temer: da corrupção nos portos a Angra 3

Duas vezes denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) quando ainda era presidente, Michel Temer (MDB-SP) é investigado em dez casos: três na Justiça Federal do Distrito Federal, três na Justiça Federal de São Paulo, um a Justiça eleitoral de São Paulo e outro na Justiça Federal do Rio, no qual foi determinada a prisão de quinta-feira pelo juiz federal Marcelo Bretas.

O Globo


Defesa recorre ao STJ por liberdade de Michel Temer

A defesa do ex-presidente Michel Temer recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) nesta quinta-feira (9), para pedir a liberdade do político, alvo de denúncia no âmbito da Operação Descontaminação, que investiga esquema de corrupção em contratos públicos. O relator do caso será o ministro Antonio Saldanha.

Na noite desta quarta-feira (8), o TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) revogou um habeas corpus do ex-presidente e de seu amigo, João Baptista Lima Filho, conhecido como Coronel Lima. Temer se entregou de forma voluntária e chegou à Superintendência da PF (Polícia Federal), em São Paulo, por volta das 15h desta quinta (9). Ele cumpre a intimação a qual determinou que ele se entregasse voluntariamente até as 17h.

Temer e Coronel Lima haviam sido presos no dia 21 de março, mas foram soltos pouco depois, no dia 25 de março, após uma decisão liminar do desembargador Antonio Ivan Athié, do TRF-2. Mais seis acusados no processo, entre eles o ex-ministro e ex-governador do Rio Moreira Franco, tiveram o direito à liberdade mantidos. Continuam em liberdade ainda Maria Rita Fratezi, arquiteta e mulher de Coronel Lima; Carlos Alberto Costa, sócio de Coronel Lima na Argeplan; Carlos Alberto Costa Filho, diretor da Argeplan e filho de Carlos; Vanderlei de Natale, sócio da Construbase; e Carlos Alberto Montenegro Gallo, administrador da empresa CG IMPEX.

De acordo com a denúncia, Coronel Lima atuava como operador financeiro de Temer durante atuação como sócio da empresa Argeplan. Esquema de lavagem de dinheiro utilizou contrato para a construção da usina nuclear de Angra 3, no sul Fluminense, com a intermediação do então presidente da Eletronuclear, o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva.

Eles são acusados de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, entre outros crimes, com base em uma investigação relacionada às obras da usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear, parte da Operação Descontaminação, um braço da Lava Jato no Rio de Janeiro. O grupo teria feito desvios de R$ 1,8 bilhão.

De acordo com a denúncia, Coronel Lima atuava como operador financeiro de Temer durante atuação como sócio da empresa Argeplan. Esquema de lavagem de dinheiro utilizou contrato para a construção da usina nuclear de Angra 3, no sul Fluminense, com a intermediação do então presidente da Eletronuclear, o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva.

Eles são acusados de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, entre outros crimes, com base em uma investigação relacionada às obras da usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear, parte da Operação Descontaminação, um braço da Lava Jato no Rio de Janeiro. O grupo teria feito desvios de R$ 1,8 bilhão.

Destak Jornal