Bolsonaro ataca nuevamente a médicos cubanos y afirma que querían implantar una guerrilla

Bolsonaro dice que médicos cubanos querían implantar guerrillas en Brasil

El presidente Jair Bolsonaro afirmó este jueves 1 de agosto del 2019 que el envío de médicos cubanos a Brasil tenía por objetivo “formar núcleos de guerrilla” y dijo que si la medicina en la isla comunista fuese tan buena hubiese conseguido salvar al expresidente venezolano Hugo Chávez.

El programa Más Médicos, que llegó a enviar hasta 8 000 médicos cubanos a zonas pobres y rurales de Brasil, tenía por objetivo “formar núcleos de guerrilla en Brasil”, dijo el mandatario ultraderechista, que puso en duda igualmente la reputación de los profesionales cubanos.

“Si fuesen tan buenos, habrían salvado la vida de Chávez. No funcionó”, afirmó al presentar el programa Médicos Por Brasil, que sustituye a Más Médicos. Chávez (1999-2013) viajó a La Habana en diciembre de 2012 para someterse a una cirugía por un cáncer.

Regresó a Caracas en febrero siguiente y murió el 5 de marzo. Más Médicos, estrenado en 2013 por la entonces presidenta de izquierda Dilma Rousseff, se implementó a través de un convenio con la Organización Panamericana de la Salud (OPS) que incluía a médicos cubanos. La Habana se retiró en noviembre de 2018, cuando Bolsonaro, entonces presidente electo, denunció la retención de una parte importante de los salarios de los médicos por el gobierno cubano, comparando ese sistema a condiciones análogas a la “esclavitud”. También cuestionó que los enviados no tuviesen diplomas reconocidos en Brasil.

El ministro de Salud Luiz Henrique Mandetta anunció que Médicos por Brasil abrirá 18 000 puestos, 13 000 de ellos en los municipios más pobres. La selección de los profesionales será por mérito y se remunerará mejor a quienes vayan a lugares con mayores dificultades.

Unos 8 000 cubanos participaron en el programa Más Médicos. Miles regresaron a su país, pero unos 1 800 permanecieron en Brasil y muchos pidieron refugio político. El lunes, el gobierno brasileño anunció que otorgaría permiso de residencia de dos años prorrogables a quienes deseasen permanecer en el país.

El Comercio


Bolsonaro diz que médicos cubanos queriam implantar guerrilha no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que o envio de médicos cubanos ao Brasil durante o governo petista de Dilma Rousseff tinha o objetivo de “formar núcleos de guerrilha”, e avaliou que se a medicina em Cuba fosse tão boa, teria salvado a vida do finado presidente venezuelano, Hugo Chávez.

O programa Mais Médicos, que chegou a enviar até 8 mil médicos cubanos a zonas pobres e rurais do Brasil, tinha por objetivo “formar núcleos de guerrilha no Brasil”, declarou Bolsonaro, que colocou em dúvida a reputação dos profissionais cubanos.

“Se os cubanos fossem tão bons assim teriam salvado a vida do Hugo Chávez, mas não deu certo (…). Se fossem tão bons assim, Dilma e Lula teriam aqui no Planalto cubanos e não brasileiros” como médicos, disse o presidente ao apresentar o programa Médicos pelo Brasil, que substitui o Mais Médicos.

Chávez (1999-2013) viajou a Havana em dezembro de 2012 para se submeter a uma cirurgia por um câncer. Regressou a Caracas em fevereiro e faleceu no dia 5 de março.

O Mais Médicos foi lançado em 2013 através de um convênio com a Organização Pan-Americana de Saúde Salud (OPS), e incluia especialmente médicos cubanos.

Havana abandonou o programa em novembro de 2018, quando Bolsonaro, então presidente eleito, denunciou a retenção de parte importante dos salários dos médicos por parte do governo cubano, comparando este sistema a condições análogas à “escravidão”.

Bolsonaro também questionou o fato de os médicos não terem seus diplomas reconhecidos no Brasil.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou que o Médicos pelo Brasil abrirá 18 mil vagas, sendo 13 mil destinadas aos municípios mais pobres, e a remuneração será maior para os locais mais remotos.

Dos cerca de 8 mil cubanos que participaram do Mais Médicos, ao menos 1.800 permaneceram no Brasil.

Na segunda-feira, o governo anunciou que concederá permissão de residência de dois anos – prorrogáveis – aos médicos cubanos que queiram permanecer no Brasil.

Istoé


Bolsonaro: ‘Se os médicos cubanos fossem tão bons assim, teriam salvo Hugo Chavez e Lula e Dilma os teriam no Planalto’

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) questionou, nesta quinta-feira (1), a qualidade do serviço dos médicos cubanos que participavam do programa Mais Médicos, criado no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Durante o lançamento do Médicos pelo Brasil, que vai substituir o da petista, ele afirmou que se os profissionais de Cuba fossem realmente bons, teriam salvo o ex-presidente Hugo Chavez da morte em 2013.

Bolsonaro lembrou que, quando o programa de Dilma chegou ao Congresso, ele acreditava que ele teria viés “ideológico”, e não de melhoria para o Brasil. “Quando a medida provisória do Mais Médicos chegou a Brasília, eu falei que tinha preocupação com a MP, mas tinha outra preocupação enorme: a questão ideológica, porque conhecia o que estava sendo tramado naquele momento”, declarou.

“Não era a vida dos brasileiros, mas o que era vendido era diferente: se os cubamos fossem tão bons assim, teriam salvado a vida de Hugo Chavez. Não deu certo, deu azar. Se os cubanos fossem tão bons assim, Dilma e Lula os teriam aqui, no Planalto, para atendê-los, cubanos, e não brasileiros”, continuou o presidente.

De acordo com ele, os profissionais eram mantidos aqui para que o governo petista pudesse financiar a “ditadura cubana“, uma vez que os ex-presidentes destinaram “R$ 1,2 bilhões por ano” ao país, dinheiro que saía dos “profissionais que estavam aqui. Por isso, quanto mais médicos cubanos, melhor”, afirmou.

Ele criticou, ainda, a forma como eram tratados os cubanos no Brasil. Segundo Bolsonaro, os médicos eram proibidos de frequentar eventos sociais nas suas cidades de trabalho, como casamentos, festas e batizados, e também não podiam trazer suas famílias para o país. “Quem é pai e mãe sabe o que é ficar longe do seu filho ou da pessoa amada. Isso foi ignorado pelo PT. Por anos, mães e pais ficaram afastados de seus maridos, esposas e filhos, uma questão humanitária que foi estuprada pelo PT”, comentou.

Jovem Pan