Brasil: Estados Unidos aprueba el nombramiento del hijo de Bolsonaro como embajador

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Donald Trump aprobó a un hijo de Jair Bolsonaro como embajador en Estados Unidos

Estados Unidos entregó su aval al nombramiento de Eduardo Bolsonaro, hijo del presidente brasileño, Jair Bolsonaro, como nuevo embajador en ese país, tras concederle el plácet de estilo, según señaló hoy la cancillería brasileña.

“El Ministerio de Relaciones Exteriores tiene la satisfacción de informar que el Gobierno de Estados Unidos concedió el placet a Eduardo Bolsonaro como embajador extraordinario y plenipotenciario de Brasil en ese país”, expresó la cartera en una nota.

La solicitud del placet, como se conoce la consulta formal realizada por el Gobierno brasileño al Departamento de Estado estadounidense, sobre la designación de Eduardo Bolsonaro fue enviada a finales de julio.

El trámite, no obstante, aún necesita el voto del Senado brasilero, informó el diario O Globo.

“Conozco al hijo de Jair Bolsonaro y lo considero extraordinario, un joven brillante, increíble”, declaró el mes pasado el presidente Donald Trump ante la consulta de una reportera brasileña sobre el pedido.

En marzo Trump ya había expresado su simpatía por el congresista durante su primera reunión con Jair Bolsonaro en la Casa Blanca.

A pesar de los cuestionamientos de congresistas opositores por la falta de experiencia diplomática de su hijo, el mandatario ha defendido a capa y espada su designación al frente de la embajada como corolario de su estrecha vinculación con Trump.

La semana pasada Bolsonaro destacó que su hijo tiene una relación especial con la familia de Trump y que si el Senado vetara su nombre lo designará como ministro de Relaciones Exteriores.

Eduardo Bolsonaro, del Partido Social Liberal (PSL), fue el diputado más votado de Brasil en los comicios de 2018 y preside la Comisión de Relaciones Exteriores de la Cámara baja.

Desde mediados del año pasado fue el emisario de su padre, entonces candidato presidencial, ante políticos y empresarios de Estados Unidos.

A partir de allí, trabó una relación fluida con Steve Bannon, el ex jefe de campaña de Trump y mentor del Movimiento, una organización que impulsa liderazgos de ultraderecha en Europa y América Latina.

Bannon escogió a Eduardo Bolsonaro como coordinador del Movimiento en América del Sur.

Minuto 1


EUA dão sinal verde para Eduardo Bolsonaro assumir embaixada

O Ministério das Relações Exteriores recebeu o aval oficial dos Estados Unidos para que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, seja embaixador do Brasil em Washington, o posto mais importante da diplomacia brasileira.

A assessoria do Itamaraty confirmou que o ministério recebeu a resposta dos EUA ao chamado pedido de “agrément” do governo brasileiro.

Agora, o presidente Jair Bolsonaro poderá formalizar a indicação no Diário Oficial da União (DOU) e encaminhar o nome ao Senado, que precisa aprovar Eduardo Bolsonaro para a embaixada.

Bolsonaro já disse que só estava esperando a resposta dos Estados Unidos para encaminhar o nome do filho ao senadores.

Elogios e riscos

Na viagem de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro, apesar de não ter funções oficiais na administração federal, ajudou a preparar a visita do pai.

Durante o encontro com Donald Trump na Casa Branca, foi o único a ficar no Salão Oval durante o encontro privado dos dois presidentes, a convite de Trump.

No dia seguinte foi anunciado ao cargo pelo pai — em mais uma gafe do atual governo, que revelou a indicação antes mesmo que tivesse sido enviado o pedido de agrément, um documento diplomático que costuma ser classificado como ultrassecreto para não constranger o país anfitrião.

Ao defender sua própria indicação, Eduardo virou piada por ter contado, ao destacar sua experiência internacional, que morou nos Estados Unidos e “fritou hambúrguer”.
Posto vago

A vaga de embaixador nos EUA está aberta desde abril, quando Sergio Amaral, que está no Itamaraty desde 1971, foi transferido de volta para Brasília.

A hipótese da nomeação de Eduardo já era discutida na embaixada em Washington, segundo uma fonte do Itamaraty, mas a principal aposta era que o escolhido seria Nestor Forster.

Ligado a Olavo de Carvalho, considerado guru do bolsonarismo, o embaixador Foster foi promovido recentemente e já está em Washington.

Uma hipótese é que o nome de Eduardo tenha sido colocado na imprensa para testar a reação e que mesmo que ele seja nomeado, Nestor permaneça como uma espécie de “número dois” para orientá-lo.

O fato do posto ter permanecido vago desde abril era visto com estranheza pelo Itamaraty justamente por ser um momento de aproximação entre os dois países.

O presidente Bolsonaro já visitou os EUA duas vezes em pouco mais de seis meses de mandato e o alinhamento com o país é com Trump é uma das marcas de sua política externa.

Eduardo está em seu segundo mandato como deputado federal, tendo sido o mais votado do país na última eleição, e é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara.

Exame


‘Serei embaixador mais cobrado do mundo’, diz Eduardo sobre possível aprovação – Política – Estadão

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta sexta-feira, 9, que, se for aceita sua indicação à Embaixada do Brasil em Washington, será o embaixador “mais cobrado do mundo”. O parlamentar esteve em reuniões hoje no Itamaraty e no Senado para tratar de sua nomeação. Depois de se reunir com o chanceler Ernesto Araújo nesta manhã, o filho do presidente conversou à tarde com o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), provável relator de sua indicação no Senado.

“Independente da resposta que vier, sendo positiva ou negativa, eu vou aceitar. Caso positiva, irei para os Estados Unidos sabendo da responsabilidade. Sabendo que eu serei, provavelmente, o embaixador mais cobrado do mundo”, afirmou o filho do presidente Jair Bolsonaro.

O parlamentar afirmou que a visita a senadores é uma “praxe” e um “rito” de indicados a postos diplomáticos do País no exterior e que espera “quebrar o gelo” com os parlamentares que ainda não o conhecem.

“Vamos abrir um canal de comunicação, dialogar com alguns senadores como estou fazendo aqui agora com o senador Chico Rodrigues e tentar quebrar o gelo para com aqueles que ainda me conhecem pouco”, afirmou o deputado.

Na manhã desta sexta-feira, o presidente Bolsonaro afirmou que deve enviar o nome de Eduardo ao Congresso no início da semana que vem. “Pode ser segunda, terça”, disse à imprensa.

Eduardo Bolsonaro esteve pela manhã com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em uma reunião privada no Itamaraty. Nenhum dos dois falou com a imprensa. O filho do presidente afirmou que o agrément confirma o gesto de “apoio e a confiança já expressos” pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em nota, o parlamentar falou que o “sinal verde” do governo americano para que ele assuma o cargo de embaixador é “motivo de o orgulho”. Na quinta-feira, o governo americano concedeu o agrément para que Eduardo assuma a embaixada brasileira em Washington.

A indicação de Eduardo Bolsonaro ainda precisa passar pelo Senado. O parlamentar tem que ser sabatinado na Comissão de Relações Exteriores e depois ter seu nome submetido ao Plenário da Casa. Independentemente da aprovação ou rejeição na comissão, o plenário pode aprovar ou rejeitar a indicação.

Estadao


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