Protestas en Chile: Bolsonaro afirma que la intención es “atacar a EEUU” y que el ejército brasileño “está listo” para responder

Foto: AFP
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Bolsonaro amenazó con sancionar a la Argentina si gana Alberto Fernández

Desde Japón, el presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, amenazó con sancionar a la Argentina en caso de una victoria de Alberto Fernández . El capitán retirado dijo que propondrá dentro del Mercosur algún tipo de penalización hacia el país, como se hizo años atrás con Paraguay cuando el exmandatario Fernando Lugo fue destituido por medio de un impeachment. El objetivo de Bolsonaro es evitar “una gran patria boliviariana y abrir el mercado para el comercio con el mundo”.

El mandatario advirtió que pediría sanciones contra Argentina en caso de que el gobierno de Alberto Fernández se niegue a la rebaja de tarifas y la flexibilización comercial del bloque, integrado también por Uruguay y Paraguay.

Bolsonaro dijo que una victoria de la fórmula Alberto Fernández-Cristina Fernández, “puede poner en riesgo a todo el Mercosur”.

Según Bolsonaro, Brasil puede reunirse con Uruguay y Paraguay y tomar una decisión como la que el bloque adoptó en 2012, al disponer la suspensión de Asunción a raíz del impeachment que destituyó al presidente paraguayo Fernando Lugo. Situación que nada tendría que ver con el resultado de una elección democrática.

“Podemos reunirnos con Paraguay y Uruguay y tomar una decisión semejante a la que se ha tomado (contra los paraguayos) en 2012”, dijo a periodistas. Y agregó: “Sabemos que el regreso del grupo del Foro de San Pablo de la mano de Cristina Kirchner puede poner en riesgo a todo el Mercosur. Y tenemos que tener una alternativa a mano”, afirmó Bolsonaro.

Según el Presidente brasileño, el objetivo de su país “no es facilitarle a la izquierda formar una gran patria boliviariana y sí abrir el marcado para el comercio con el mundo”. “Es necesario estar listos para posibles cambios en el Mercosur”, amenazó.

Reducción de impuestos y tarifas

De cara a la cumbre del Mercosur que se realizará en diciembre en la ciudad de Bento Gonçalves, estado de Río de Grande do Sul, Brasil presentó un plan de reducción de tarifas de importación y la modificación del Arancel Externo Común que rige en el bloque sudamericano.

El gobierno brasileño presentó a sus socios del Mercosur una tabla de reducción de impuestos de importación inédita. La industria sería la más afectada ya que la iniciativa indica que el impuesto de importación para el sector caerá del 13,4 al 6,4 por ciento. Fabricantes de micros y de calzados ya protestaron por la propuesta porque consideran que eso beneficiará el ingreso de productos de China, principal socio comercial de Brasil desde 2009.

Página 12


Jair Bolsonaro dice que el Ejército brasileño está listo en caso de que haya protestas como en Chile

“Nos hemos preparado. Hablé con el ministro de Defensa (Fernando Azevedo e Silva) sobre la posibilidad de tener movimientos como tuvimos en el pasado, parecido con lo que está ocurriendo en Chile, y lógicamente, él pasa esa conversación a sus comandantes”, afirmó el mandatario a periodistas brasileños en Tokio.

Bolsonaro, capitán de la reserva del Ejército, aseguró que las Fuerzas Armadas están preparadas para “la manutención de la ley y el orden”.

“A pesar de que las Fuerzas Armadas están todo el tiempo preparadas para sus actividades constitucionales”, “lógicamente” esa función “tiene que potenciarse en el momento en el que se encuentra Sudamérica”, comentó.

En su opinión, las protestas que ocurren en algunos países de la región son lideradas por movimientos de izquierda que intentan reconquistar el poder, según recogió el diario O Globo.

“No podemos ser sorprendidos, tenemos que tener la capacidad de anticiparnos a los problemas (…) Su intención es atacar a Estados Unidos y ayudarse mutuamente para que sus partidos a la izquierda asciendan”, manifestó Bolsonaro.

Asimismo, apostó por imponer penas duras para inhibir las acciones violentas durante las manifestaciones.

En este sentido, subrayó que Brasil no está exento de vivir una ola de protestas similar a la de Chile y propuso reformar la ley antiterrorista ya vigente en el país.

También este miércoles, el general Augusto Heleno Ribeiro, ministro del Gabinete de Seguridad Institucional de la Presidencia, culpó del estallido social en Chile a los movimientos de “izquierda radical”.

“En Sudamérica estamos viviendo un momento difícil en el que la izquierda radical, desesperada por la derrota, se lo jugará todo para agitar la vida de los países de la región. Intentará regresar al poder de cualquier manera y llevarnos al abismo que nosotros paramos”, dijo el ministro en su perfil de Twitter.

El Comercio


Bolsonaro questiona eleição na Bolívia e defende recontagem

O presidente Jair Bolsonaro questionou nesta quarta-feira a lisura das eleições presidenciais na Bolívia e defendeu uma recontagem de votos.

Em entrevista na capital japonesa, onde está em viagem oficial, Bolsonaro lembrou que a Organização dos Estados Americanos (OEA) também questionou o resultado das eleições bolivianas, depois que o presidente Evo Morales afirmou ter vencido o pleito em primeiro turno.

“A OEA emitiu uma nota colocando em xeque a lisura das eleições. Conversei com o Ernesto (Araújo, ministro das Relações Exteriores), acho que ele fez a mesma coisa, dei sinal verde para ele fazer”, disse o presidente a jornalistas, em Tóquio.

“Realmente, foi muito suspeito como estava caminhando. Quase na retal final, a suspensão da apuração. Depois da retomada, deu vitória à situação. Acho que todo mundo fica preocupado com uma eleição sendo apurada dessa maneira.”

Em uma contagem rápida, com mais de 95% dos votos apurados, Evo Morales estaria próximo a vencer no primeiro turno, com uma vantagem de 11 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Carlos Mesa.

Este resultado, que pouparia Evo de um segundo turno arriscado, veio depois que uma contagem preliminar foi interrompida abruptamente após a eleição de domingo.

A OEA deve fazer uma reunião nesta quarta-feira para tratar da eleição da Bolívia, mas o diretor-geral da entidade, Luis Almagro, já pediu que o governo boliviano aceite uma recontagem supervisionada com apuração final vinculante.

Em Tóquio, Bolsonaro defendeu a recontagem de votos.

“Com as informações que tenho até o momento, seria bom uma revisão da apuração, uma recontagem de votos.”, disse.

Nesta quarta-feira, Morales reiterou ter vencido a eleição presidencial e protestou contra uma suposta tentativa da oposição de orquestrar um “golpe” após protestos ocuparem as ruas por alegação de fraude na votação.

O contagem oficial de votos desta quarta-feira mostrava Morales com 46,49%, cerca de 9,5 pontos na frente do principal oponente, Carlos Mesa, mas ainda abaixo dos 10 pontos necessários para vencer a disputa em 1º turno.

Terra


Bolsonaro diz que governo quer aprovar outras reformas

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (23) que a aprovação do texto base da reforma da Previdência no Senado deu uma sinalização positiva para o mercado e que logo o governo vai partir para as outras reformas, como a tributária e a administrativa. “A que for mais fácil passar, as duas são importantes. A tributária sempre é complicada, há muito tempo se tenta e não se consegue. Acredito eu que a administrativa vai ser de menos difícil tramitação”, disse em entrevista à imprensa, durante sua viagem ao Japão.

Bolsonaro comemorou o placar de votação do texto da reforma da Previdência – 60 votos pela aprovação contra 19 – e agradeceu a articulação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O governo aguarda agora o término da votação dos destaques da matéria, previsto para esta quarta-feira. “[Devemos a reforma] ao parlamento brasileiro, a conscientização da maioria que essas reformas são necessárias para que o Brasil não corra risco econômico no futuro”, disse. “A economia está reagindo a essas ações do parlamento e elas foram muito bem-vindas.”

O presidente também explicou a decisão do seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de abrir mão da indicação para a embaixada do Brasil em Washington para se dedicar à sua atuação no parlamento brasileiro. “A partir do momento que ele aceitou ser líder do partido [PSL], ele agora tem uma tremenda responsabilidade lá no Brasil […]. [Ele tem que ter] serenidade, tranquilidade, vai ter problema pela frente, é uma bancada grande, mas acho que ele tem capacidade, pela sua experiência, de bem conduzir o partido.”

Segundo Bolsonaro, a indicação de Eduardo Bolsonaro para ser embaixador do Brasil nos EUA não está descartada no futuro. “Quem sabe no futuro, pelo menos para o próximo ano não se discute esse assunto”, completou.

Viagem presidencial

O presidente está em viagem oficial de dez dias por cinco países da Ásia e Oriente Médio. No seu primeiro destino, o Japão, Bolsonaro participou, ontem (22), da cerimônia de ascensão ao trono do imperador japonês Naruhito, em Tóquio, e se reuniu com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski.

Hoje, Bolsonaro se reuniu com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, na busca por novos negócios com o país asiático. “É mais um passo para o acordo comercial entre Mercosul e Japão”, disse o presidente. A exportação de carne brasileira e acordos em ciência e tecnologia também estão na pauta da reunião.

Bolsonaro também se encontrou com representantes da comunidade brasileira no Japão e com empresários japoneses. Mais de 200 mil brasileiros vivem no Japão, ficando atrás apenas das colônias brasileiras nos Estados Unidos e no Paraguai. Nesta noite, Bolsonaro também participa de um banquete oferecido pelo primeiro-ministro a todos os chefes de Estado presentes na entronização do imperador.

Amanhã (24), a comitiva presidencial partirá para a China, depois Emirados Árabes, Catar e Arábia Saudita.

EBC


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