Bolsonaro cree haber tenido coronavirus y dice que hay “un exceso de preocupación”

25

Tras minimizar la situación, Jair Bolsonaro cree que ya tuvo coronavirus

El presidente brasileño, Jair Bolsonaro, dijo que cree que ya ha tenido el coronavirus, después de negar que lo había tenido y de haber pasado meses minimizando su seriedad mientras se mezclaba con seguidores sin máscara facial.

El presidente de 65 años hizo el inesperado anuncio durante una transmisión en vivo en Facebook el jueves por la noche. “Puedo hacerme una prueba para ver si tengo anticuerpos”, agregó.

Las sospechas de que Bolsonaro había sido infectado surgieron poco después de que varios ayudantes que lo acompañaron en un viaje en marzo a Mar-a-Lago para reunirse con el presidente Donald Trump obtuvieran resultados positivos. En ese momento, Bolsonaro negó tener el virus y enfatizó su fuerza como una razón por la cual no lo había contraído. También luchó para mantener privados los resultados de sus exámenes, aunque meses después serían revelados y demostrarían que dio negativo.

Brasil ocupa el segundo lugar después de Estados Unidos en muertes y casos de la pandemia, con 1.141 muertes y 39.483 casos nuevos reportados el jueves. A principios de semana, un juez federal ordenó al presidente que usara una máscara facial mientras estaba en Brasilia.

Perfil


Bolsonaro diz ver excesso de preocupação com covid-19, que matou 55 mil no Brasil

No dia em que o Brasil se aproximou das 55 mil mortes em decorrência do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro disse, na noite desta quinta-feira (25), que houve excesso de preocupação com a crise sanitária no país.

— Não podemos ter aquele pavor lá de trás, que chegou junto à população e houve, no meu entender, um excesso de preocupação apenas com uma questão (saúde) e não podia despreocupar com a outra (economia) — disse Bolsonaro em sua live semanal.

Desde o início da crise no Brasil, Bolsonaro tem condenado a atenção exclusiva ao problema sanitário e equiparado a questão de saúde à depressão econômica decorrente da pandemia.

Na mesma transmissão, o presidente voltou a dizer que acredita já ter sido contaminado pelo coronavírus e afirmou que deve fazer novo exame.

— Eu não sei se já peguei. Fiz dois testes lá atrás, deu negativo. Alguns acham que já peguei, não senti nada, não sei. Eu posso até fazer o teste novamente para ver se tenho anticorpos já. Eu acho que já peguei, está certo? —disse Bolsonaro.

— Mas isso vai do perfil, da vida sanitária de cada um. É de cada um. Pode ser gente da minha idade que não está bem fisicamente, se for acometido do vírus, vai ter problema. Tem que tomar cuidado no tocante a isso daí — afirmou o presidente.

No início da live, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro pediu ao presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Gilson Machado Neto, tocasse na sanfona a “Ave Maria” em homenagem às vítimas do coronavírus.

— Queríamos prestar uma homenagem aos que se foram, vítimas do coronavírus — disse Bolsonaro.

Na mesma live, Bolsonaro afirmou que o general Eduardo Pazuello está fazendo um bom trabalho como interino à frente do Ministério da Saúde, mas que, se encontrar um médico com capacidade de gestão, pode fazer uma troca.

— A parte de gestão está excepcional, nunca vi isso na história do Brasil na questão de gestão. Sabemos que não é medico, mas ele está com uma equipe fantástica dentro do Ministério da Saúde. Sabemos que muitos querem que a gente coloque lá um médico, agora um médico dificilmente é gestor. Se aparecer um médico gestor, a gente conversa com o Pazuello e vê como fica — disse.

Gauchazh


Covid-19: Brasil chega a 54,9 mil mortes e 1,22 milhão de casos

O Brasil teve 1.141 novas mortes registradas em função da covid-19 registrados nas últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada ontem (25). Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 54.971 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus.

A atualização diária traz um aumento de 2,1% no número de óbitos em relação a quarta-feira (24), quando o total estava em 53.830.

O balanço também teve 39.483 novos casos registrados, totalizando 1.228.114. O acréscimo de pessoas infectadas marcou uma variação de 3,3% sobre o número de quarta-feira (24), quando os dados do ministério registravam 1.188.631 de pessoas infectadas.

Do total, 499.414 estão em observação e 673.729 foram recuperados. Diferentemente de balanços anteriores, o de ontem não trouxe o número de mortes em investigação.

Os registros são menores aos domingos e às segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação de dados aos fins de semana, e maiores às terças-feiras, em razão do acúmulo de notificações atualizadas no sistema.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,5%. A mortalidade (óbitos por 100.000 habitantes) foi de 26,2. Já a incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) ficou em 584,4.

Estados

Os estados com maior número de óbitos são: São Paulo (13.759), Rio de Janeiro (9.450), Ceará (5.875), Pará (4.748) e Pernambuco (4.488). Ainda figuram entres as unidades da Federação com altos índices de mortes Amazonas (2.731), Maranhão (1.871), Bahia (1.601), Espírito Santo (1.490), Alagoas (958) e Paraíba (842).

São Paulo também lidera entre os estados com maior número de casos (248.587), seguido de Rio de Janeiro (105.897), do Ceará (102.126), do Pará (94.036) e do Maranhão (74.925).

Agencia Brasil


Quem é Carlos Alberto Decotelli, o novo ministro da Educação

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (25) a nomeação de Carlos Alberto Decotelli da Silva para comandar o Ministério da Educação. Decotelli substitui Abraham Weintraub, que deixou o cargo na semana passada, e será o terceiro chefe do MEC desde o início do governo.

O novo ministro tem 67 anos de idade e é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), doutorado pela Universidade de Rosário, na Argentina, e pós-doutorado pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha. Ele já foi professor na FGV, Ibmec, Febraban e Fundação Dom Cabral.

Aliado de Bolsonaro desde a campanha presidencial, Decotelli assumiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em fevereiro de 2019. Antes, ele já havia participado das reuniões de transição do governo, no fim de 2018. O economista chegou ao presidente sob influência da ala militar — ele é oficial da Marinha e atou como professor e coordenador do Jogo de OMPS na EGN- Escola de Guerra Naval, no Centro de Jogos de Guerra, na equipe do Almirante Almir Garnier

Na apresentação como presidente do FNDE, o economista afirmou que queria tornar o órgão referência em gestão financeira da educação no Brasil. “A proposta é que o FNDE mude a sua atuação de agente repassador para cooperador na formulação estratégica da gestão dos recursos públicos destinados à educação, maximizando potencialidades, adequações e responsabilidades na implementação dos programas já identificados pela sociedade brasileira como vitais ao crescimento humano, desenvolvimento intelectual e mobilidade entre escola e residência dos brasileiros”, disse.

Decotelli ainda destacou que queria tornar o Brasil um país “desenvolvido e cientificamente preparado” por meio da educação. “Seguiremos a trilha do que há de mais moderno internacionalmente, na estrutura operacional, para dar consequência e integridade a tudo que fizermos no FNDE”, prometeu na época.

Em agosto do ano passado, Carlos Alberto Decotelli deixou a presidência do órgão e foi para a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp). A secretaria, hoje comandada por Ilda Ribeiro Peliz, é responsável por “planejar, orientar e coordenar, em articulação com os sistemas de ensino, políticas para a educação do campo, para a educação especial de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação”, segundo o site do MEC.

Jovem Pan


Funcionários do Banco Mundial sobre indicação de Weintraub: ‘Risco de reputação’

A Associação de Funcionários do Banco Mundial voltou a cobrar o comitê de ética sobre a nomeação de Abraham Weintraub como diretor-executivo da instituição. Nova carta divulgada nesta quinta-feira (25) diz que o ex-ministro compromete a reputação do banco e cobra apurações sobre o seu comportamento.

“Deveria ser muito razoável esperar que o Banco Mundial tenha voz quando o candidato nos expõe a um risco de reputação considerável e compromete nossa capacidade de cumprir nossa missão”, diz o documento.

“A menos que o conselho ou a gerência sênior decida ser proativo e se manifestar, ficamos com a garantia de que, quando o Sr. Weintraub aparecer para trabalhar no primeiro dia, ele receberá uma palestra severa. Este é um dia em que os funcionários podem optar por comemorar de uma maneira diferente. Fique ligado.”

O conselho de ética do banco afirmou na noite desta quarta-feira (24) que não poderia influenciar na nomeação ou eleição para o cargo de diretor-executivo e que o código de conduta só poderia ser aplicado para funcionários já empossados, o que não é o caso de Weintraub.

“A partir do momento em que ele se torna um funcionário do conselho, um diretor-executivo está sujeito ao Código de Conduta para Funcionários do Conselho (o Código), que se aplica prospectivamente”, diz a resposta do comitê de ética.

Na tréplica nesta quinta-feira, a associação cita o 13º parágrafo do código de conduta do banco no qual, de acordo com o grupo de funcionários, está escrito que as recomendações sobre comportamento podem ser dadas a integrantes que ainda não tomaram posse.

A associação quer que a nomeação de Weintraub fique suspensa até que seu comportamento e declarações consideradas racistas sejam apuradas internamente pelo comitê de ética.

Os exemplos são as falas do ex-ministro em relação a minorias e à China, além de seu discurso que pregava a prisão de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

O presidente do conselho de ética, Guenther Schoenleitner, respondeu que o comitê compartilha dos valores da associação mas não pode agir na prática, e que Weintruab deve ser eleito no processo de votação que é considerado apenas uma formalidade, visto que o Brasil tem maioria no poder de voto dentro do grupo de outros oito países do qual faz parte.

“[…] Nem a administração nem o Comitê de Ética do Conselho influenciam a nomeação ou eleição de um DE [diretor executivo]. Os diretores executivos são nomeados ou eleitos pelos acionistas, ou seja, países membros”, diz a carta do conselho de ética.

Em caráter reservado, líderes da associação disseram à reportagem que a carta contra Weintraub era um “movimento político” para externar a posição de desconforto dos funcionários com sua nomeação, assim como o documento desta quinta, com o pedido para que o colegiado reconsidere fazer as apurações.

Eles admitem, porém, saber que o comitê de ética não deve tomar nenhuma medida concreta.

Weintraub ainda não tem vínculo formal com o Banco Mundial. Ele foi nomeado para a vaga de diretor executivo no conselho administrativo, na cadeira do grupo do Brasil, mas o processo de sua eleição ainda não aconteceu e pode levar até um mês.

O ex-ministro viajou às pressas e chegou a Miami no sábado (20), dois dias depois de ter sido demitido pelo presidente Jair Bolsonaro, mas sua exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União somente depois que ele havia entrado em território americano.

Nesta terça-feira (23), o Planalto ratificou a data de demissão, passando-a para sexta (19).

Especialistas afirmam que pode haver irregularidades se Weintraub se utilizou da condição de ministro para driblar as barreiras sanitárias e entrar nos EUA, mas o ex-ministro pode também já estar de posse do visto G1, necessário para trabalhar em organismos multinacionais.

Apesar de não cumprir os requisitos formais para aplicar para o documento -como contrato de trabalho ou nota diplomática do Banco Mundial-, diplomatas afirmam que ele pode ter conseguido o visto por ser ex-ministro de Estado e estar com a nomeação em andamento.

Diario de Pernambuco


VER MÁS | Brasil: Bolsonaro se acerca al Congreso y la Corte Suprema mientras el Senado avanza en la privatización del agua

Más notas sobre el tema