Bolsonaro ratifica al nuevo ministro de Educación pese a plagio e irregularidades en su currículum

Brasil: Bolsonaro ratifica al ministro de Educación pese a plagio e irregularidades en su currículum

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, ha ratificado en el cargo al recientemente nombrado ministro de Educación, Carlos Alberto Decotelli, quien en las últimas horas había sido señalado por haber cometido un supuesto plagio en su tesis doctoral e introducido información errónea en su currículum.

Ante estas revelaciones, Decotelli ha reconocido que, si bien pudo haberse «distraído», durante su tesis para la Fundación Getulio Vargas utilizó varios extractos de un informe de la Comisión de Valores Mobiliarios, pero respetando el porcentaje de citas permitido, que varía, ha explicado, según la entidad.

«En la maestría leemos mucho y mi disertación se basó en mis antecedentes», explicó Decotelli, quien apuntó que al escribir sobre todo aquello que se lee es necesario contar con «una disciplina mental» para corregir y citar lo que se anota.

«Mencionas, grabas, reflexionas… ¿Es posible distraerse? Sí. Hoy existen mecanismos para verificar si hubo o no una inconsistencia, pero en ese momento, no. No hubo plagio. El plagio es cuando copias y pegas», ha dicho.

En cuanto a las irregularidades en su currículum, la polémica ha surgido después de que la Universidad Nacional de Rosario, Argentina, contradijera a Bolsonaro, cuando este aseguró en la presentación de Decotelli como nuevo ministro de Educación que tenía un doctorado por este centro de estudios.

«Él asistió a un doctorado, pero no lo completó, por lo que no cumplió con los requisitos para obtenerlo», dijo el rector de la Universidad de Rosario, Franco Bartolacci, quien añadió que la tesis presentada por el ministro de Educación brasileño «fue evaluada negativamente por el jurado».

Por su parte, el ministro brasileño ha explicado que contó al presidente Bolsonaro que necesitaba regresar a Argentina para presentar su tesis, pero que por problemas económicos nunca volvió.

«Le expliqué la cuestión de la diferencia entre defender una tesis y obtener créditos doctorales», ha dicho Docatelli, quien ha insistido en que «los créditos se han completado, pero el registro no fue realizado por el banco. Ahora, el curso con todas las calificaciones, con todas las materias aprobadas», así como «los trabajos están disponibles en la secretaría de la Universidad de Rosario».

Tras ello, el Ministerio de Educación decidió modificar el currículum de Decotelli y se sustituyó el título de doctorado por «créditos completos» y «sin defensa de la tesis», algo que volvió a ratificar la Universidad de Rosario a través de un comunicado precisando que «el doctorado termina con la aprobación en defensa oral y pública de la tesis» y Docatelli «fue aprobado en los temas, pero no completó la tesis».

A su vez, la Universidad de Wuppertal, en Alemania, también comunicó que Docatelli no contaba con ninguno de sus títulos, pese a lo manifestado por su plan de estudios en el que aseguraba haber cursado un postdoctorado, al que también hizo referencia Bolsonaro durante la presentación del nuevo ministro.

«El señor Decotelli no tiene la intención de ser un problema para su cartera, del mismo modo que es consciente de su error», ha dicho Bolsonaro, quien ha alabado al ministro de Educación asegurando que todos aquellos que trabajan con él saben «de su capacidad para construir una educación inclusiva y de oportunidades para todos».

Sin embargo, según apunta el periódico ‘Folha de Sao Paulo’, Bolsonaro habría barajado la posibilidad de cesar a Decotelli tras consultar con el resto del equipo ministerial y sus asesores.

Decotelli fue designado nuevo ministro hace menos de una semana, en sustitución de Abraham Weintraub, quien presentó su dimisión sin explicar motivo alguno. Sin embargo, esta podría estar relacionada con la investigación que está llevando a cabo el Tribunal Supremo por unas declaraciones que hizo en una reunión ministerial en la que aseguraba que, si de él dependiera, «metería en la cárcel a todos esos vagabundos, empezando por los del Supremo».

La ceremonia de investidura de Decotelli estaba prevista para este martes, pero ha sido pospuesta sin fecha.

El País


Bolsonaro elogia Decotelli e diz que ministro está ciente de equívoco

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta segunda-feira (29) que o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, está sofrendo um processo de “deslegitimação” no cargo após as divergências sobre o currículo do auxiliar terem vindo a público. Quando foi anunciado no Ministério da Educação (MEC), na semana passada, o presidente listou alguns títulos acadêmicos do economista, incluindo um doutorado na Universidade de Rosário, na Argentina, e um pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha. As duas titulações, no entanto, não foram confirmadas pelas universidades. Decotelli editou o seu currículo na Plataforma Lattes, corrigindo as informações.

Em uma postagem nas redes sociais, Bolsonaro elogiou o ministro, mas reconheceu que ele errou nas informações prestadas sobre o currículo.

“Desde quando anunciei o nome do Professor Decotelli para o Ministério da Educação só recebi mensagens de trabalho e honradez. Por inadequações curriculares o professor vem enfrentando todas as formas de deslegitimação para o Ministério. O sr. Decotelli não pretende ser um problema para a sua pasta (Governo), bem como, está ciente de seu equívoco. Todos aqueles que conviveram com ele comprovam sua capacidade para construir uma Educação inclusiva e de oportunidades para todos”, afirmou.

– Desde quando anunciei o nome do Professor Decotelli para o Ministério da Educação só recebi mensagens de trabalho e…

Publicado por Jair Messias Bolsonaro en Lunes, 29 de junio de 2020

Justificativas do ministro

Notícias divulgadas pela imprensa citam suposto plágio na dissertação de mestrado de Decotelli, obtido na Fundação Getulio Vargas (FGV). Após se reunir com o presidente, no Palácio do Planalto, durante a tarde, Decotelli deu entrevista a jornalistas, na portaria do MEC, e afirmou ter obtido os créditos do doutorado na Argentina, mas disse que não chegou a defender uma versão final da tese. A banca que analisou seu trabalho pediu “readequações” na tese, mas o ministro disse que precisou voltar ao Brasil por conta de “dificuldades financeiras” e que não retornou para apresentar o texto.

“A banca falou que a tese tinha um ponto de corte muito longo e me mandou fazer readequações. Essa foi a recomendação formal da banca. [Mas] Eu precisava voltar ao Brasil, porque toda a despesa foi pessoal, não havia bolsa. Com dificuldade, não mais voltei. Eu fiquei com o diploma de créditos concluídos, posso apresentar a vocês”, afirmou.

Sobre o pós-doutorado na Alemanha, o ministro da Educação também argumentou que a pesquisa foi concluída, apesar de não ter sido oficialmente considerada um título de pós-doutorado. “A pesquisa foi concluída? Foi. A estrutura da pesquisa, do pós-doutorado. Não tem sala de aula, não tem nota de uma disciplina, é uma orientação. Foi caracterizado que, quando foi concluído o trabalho, a pesquisa tinha que ser registrada em um cartório acadêmico. E você tem a pesquisa lá, registrada [no cartório]. Agora, o pós-doutorado é um título de pesquisa. Se você olhar o documento de Rosário, vai ver que os créditos foram concluídos”, disse.

Já sobre a acusação de plágio, o ministro negou qualquer tipo de cópia, e destacou que pode ter havido uma “distração” nas citações bibliográficas e revisão do texto. “Quando você escreve, tem que ter disciplina mental para escrever, revisar e mencionar o que citar. Cuidado. É possível haver distração? Sim, senhora. Hoje, a senhora tem mecanismos para verificar, [tem] softwares. Mas naquela época, pela distração. Não houve plágio, porque o plágio é quando faz ‘Control + C, Control + V’, e não foi isso”, justificou aos jornalistas.

Perguntado sobre sua permanência no MEC, Decotelli afirmou: “Sou ministro, tenho trabalhos agora e vou tentar corrigir trabalhos de Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], Sisu [Sistema de Seleção Unificada]. Não tem nenhum arrependimento”, afirmou.

Agencia Brasil


FGV investiga plágio na dissertação de mestrado de Carlos Decotelli

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) afirmou, em nota oficial publicada neste final de semana, que vai averiguar as denúncias de plágio na dissertação do mestrado do novo ministro da Educação, Carlos Decotelli.

A instituição diz estar localizando o orientador da dissertação final do ministro para fornecer informações sobre o assunto.

Na última semana, após indícios de fraudes no currículo do novo ministro, portais de notícia brasileiros apontaram cópia de ao menos quatro trechos no trabalho acadêmico de Decotelli. As seções estavam iguais às de outros trabalhos e relatórios do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, sobre o qual a dissertação trata.

Em nota divulgada pelo MEC, o economista nega plágio e promete revisar o texto, intitulado “Banrisul: do Proes ao IPO com governança corporativa”, para averiguar falhas técnicas.

“O ministro refuta as alegações de dolo, informa que o trabalho foi aprovado pela instituição de ensino e que procurou creditar todos os pesquisadores e autores que serviram de referência e cujo conhecimento contribuiu sobremaneira para enriquecer seu trabalho”, diz a nota. “Por respeito ao direito intelectual dos autores e pesquisadores citados, revisará seu trabalho e que, caso sejam identificadas omissões, procurará viabilizar junto à FGV uma solução para promover as devidas correções.”

Em comunicado anterior, Decotelli ainda buscou esclarecer a existência de um doutorado na Universidade Federal de Rosário, na Argentina, quando o ministro não concluiu nenhum doutorado. O professor da FGV afirma ter concluído os créditos do curso, porém sua tese não passou pela avaliação da banca.

Em vez de reapresentar tal tese e concluir o doutorado, Decotelli, por “compromissos no Brasil e, principalmente, do esgotamento dos recursos financeiros pessoais”, decidiu retornar ao Brasil sem o título.

O pós-doutorado do ministro, que teria sido realizado na Alemanha, também foi questionado.

Metrojornal


Fraude no Auxílio Emergencial: TCU diz que 620 mil receberam indevidamente

Mais de 620 mil brasileiros receberam o auxílio emergencial de R$ 600,00 de forma indevida no primeiro mês de pagamento do benefício. As informações são do primeiro relatório elaborado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que acompanhou os dados de pagamentos do mês de abril, quando mais de 50 milhões de pessoas receberam a 1ª parcela. O documento de 32 páginas foi obtido pela TV Globo que exibiu reportagem exclusiva sobre as fraudes no auxílio emergencial no programa Fantástico.

Segundo o relatório, 620.299 pessoas que não se encaixavam nos critérios solicitaram e receberam o benefício no mês de abril. No mesmo mês, o governo federal pagou R$ 35,8 bilhões para mais de 50 milhões de brasileiros cadastrados. O programa foi lançado como forma de ajudar parte da população de baixa renda e trabalhadores informais durante o período da pandemia causada pela Covid-19.

O relatório do TCU aponta que se os pagamentos a esta parte da população que não tem direito não forem interrompidos pode ser gerado um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão aos cofres da União. De acordo com o Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, a Polícia Federal já trabalha em cerca de 300 inquéritos abertos sobre fraudes no auxílio emergencial.

Mortos e presidiários receberam

Outros dados também foram apresentados pelo documento que detalha os pagamentos, como 235.572 empresários que não se encaixam nos requisitos do programa e fizeram o pedido do benefício. Mais de 15 mil brasileiros com renda acima do limite previsto na lei do auxílio emergencial também foram beneficiados. Além disso, mais alguns dados foram levantados pelo Tribunal de Contas:

-17.084 pessoas falecidas receberam o dinheiro;

-7.046 beneficiários são presidiários;

-134.262 servidores públicos ou pensionistas das esferas municipal, estadual e federal receberam.

Segundo o governo federal, mais de 47,7 mil pessoas que não se enquadravam nos critérios devolveram os recursos, somando cerca de R$ 39,6 milhões que retornaram aos cofres públicos. O Ministério da Cidadania também suspendeu o pagamento para mais de 600 mil beneficiários entre a 1ª e a 2ª parcela após encontrar irregularidades. A checagem dos cadastros do auxílio emergencial é feita mensalmente pelo ministério e pela Dataprev em mais de 17 bancos de dados do governo.

Como consultar o nome de quem recebeu o auxílio emergencial

Uma página foi lançada pelo Portal da Transparência no mês passado e é gerenciada pela Controladoria-Geral da União (CGU). Na plataforma, é possível consultar os nomes de todos os beneficiados pelo auxílio emergencial.

A consulta pode ser feita pelo nome da pessoa, cidade, CPF e Número de Identificação Social (NIS) – faça aqui a consulta. A lista conta com mais de 63,5 milhões de beneficiários dos grupos do Bolsa Família, Inscritos no Cadastro Único e dos que se cadastraram pelo aplicativo e site da Caixa pedindo o auxílio.

Os dados detalham um valor de R$ 38,1 bilhões em recursos do governo federal. O site da CGU apresentou instabilidade em certos momentos do dia, tendo em vista o alto número de requisições. Caso você não consiga acessá-lo agora, tente mais tarde. A busca é feita em tempo real.

Nas redes sociais, o Ministério da Economia divulgou a possibilidade agora da consulta dos beneficiários do programa. O Portal oferece também a possibilidade de realizar denúncias sobre fraudes relacionadas ao benefício. Na página com detalhamento das informações de cada beneficiário está disponível um link direcionando para uma denúncia que vai direto para o Ministério da Cidadania. Até então era possível denunciar fraudes e problemas relacionados ao auxílio emergencial pelo telefone 121 do Ministério da Cidadania e pela plataforma Fala.BR.

Enquanto aguardavam pela 3ª parcela do pagamento muitos beneficiários receberam no lugar do dinheiro o aviso de que o seu auxílio emergencial havia sido cancelado. O fato pegou os cidadãos de surpresa após o sistema apresentar divergências no cadastro.

Isso ocorreu porque segundo o Ministério da Cidadania a checagem e atualização da base de dados do governo é feita mensalmente pela pasta e pela Dataprev e, assim que identificada alguma informação que gere conflito com os critérios para receber os R$ 600,00, o auxílio é cancelado. Um exemplo disso é o caso daqueles que chegaram a receber a primeira parcela do pagamento mas conseguiram um emprego formal após isso e já não se encaixa nas regras de concessão do auxílio.

Como devolver o auxílio emergencial?

O Ministério da Cidadania lançou um site específico para fazer a devolução do auxílio emergencial. No endereço eletrônico devolucaoauxilioemergencial.cidadania.gov.br o cidadão que recebeu o dinheiro e não se enquadra nos critérios previstos na lei do programa deve preencher os dados e emitir uma Guia de Recolhimento da União (GRU) para devolver o dinheiro.

Já se o cidadão conhece alguém que esteja recebendo o dinheiro de forma irregular e deseja denunciar existem diversos canais para fazê-lo. As denúncias podem ser feitas pela central de atendimento 121 do Ministério da Cidadania, na plataforma Fala.BR ou no Portal da Transparência, na página referente ao auxílio emergencial.

Fraude pode gerar 5 anos de prisão

Em nota de esclarecimento sobre os casos de fraude o Ministério da Cidadania informou que todos os requerentes têm o dever legal de prestar as informações corretamente, sem omissões ou utilização de dados de terceiros em cadastros públicos, sob pena de incursão no crime de falsidade ideológica, conforme previsto no Código Penal brasileiro:

Art. 299 – Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante:

Pena – reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.

Parágrafo único – Se o agente é funcionário público, e comete o crime prevalecendo-se do cargo, ou se a falsificação ou alteração é de assentamento de registro civil, aumenta-se a pena de sexta parte.

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Brasil registra 692 óbitos por covid-19 nas últimas 24 horas

Com 692 novos óbitos, registrados nas últimas 24 horas, sobe para 58.314 o total de mortes em função da pandemia do novo coronavírus no Brasil. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. O total representou um aumento de 1,2% em relação a domingo (28), quando o balanço marcou 57.622 falecimentos totais em decorrência da covid-19. Para se ter uma ideia do que o número representa, a soma é maior do que a capacidade de conhecidos estádios brasileiros, como Beira Rio e Arena do Grêmio, em Porto Alegre, e Arena Fonte Nova, em Salvador.

Ainda conforme o Ministério da Saúde, nas últimas 24 horas foram adicionadas às estatísticas mais 24.052 casos confirmados de covid-19. Com isso, o Brasil atinge 1.368.195 milhões de casos acumulados da doença.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 27,7. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 651,1.

O balanço do Ministério da Saúde aponta 552.419 pacientes ainda em observação, enquanto o total de recuperados desde o início da pandemia totaliza 757.462.

Regiões mais afetadas pelo novo coronavírus

A região com mais óbitos por covid-19 é o Sudeste, com 26.807. É nela onde estão os dois estados com maior número de vítimas: São Paulo (14.398) e Rio de Janeiro (9.848). Em seguida vem a região Nordeste, com 18.923 vítimas da doença. Os estados nordestinos com mais vítimas são Ceará (6.076) e Pernambuco (4.782).

Agencia Brasil


OMS diz que Brasil enfrenta desafio e que a luta contra a Covid não pode ser ideológica

A Organização Mundial da Saúde afirmou, nesta segunda (29), que o Brasil ainda está enfrentando um grande desafio. E que a luta contra o novo coronavírus não pode ser ideológica.

Diante de uma pergunta sobre a pandemia no Brasil, o diretor-executivo do Programa de Emergências, Mike Ryan, disse que os esforços do governo federal e dos governos estaduais precisam ser coordenados de maneira ainda mais sistemática. Que todos os países precisam escolher o caminho da união nacional contra um inimigo comum.

Nas palavras dele: “não dá para derrotar o vírus com ideologias. Simplesmente não dá”. E sugeriu: “todos – cidadãos e políticos – devem se olhar no espelho e se perguntar: estou fazendo o suficiente para parar esse vírus?”.

O chefe de Emergências da OMS reconheceu que já houve um tremendo avanço nas pesquisas para encontrar uma vacina segura e eficaz. Mas frisou que não há garantia de sucesso. O principal recado da OMS é que precisamos todos fazer a nossa parte com as ferramentas que temos, hoje, em mãos.

G1