Con casi 30 mil muertes, Brasil tratará a contagiados con una medicación rechazada por la OMS

Coronavirus: Brasil tratará a los contagiados con una medicación rechazada por la OMS

Brasil superó los 500.000 casos confirmados de coronavirus y quedó al borde de sumar 30.000 muertes por la enfermedad, mientras el gobierno informó que recibió de Estados Unidos dos millones de dosis de hidroxicloroquina, un remedio desaconsejado por la Organización Mundial de la Salud (OMS) para tratar la Covid-19.

Con 16.409 casos y 480 fallecimientos registrados en la jornada de este domingo, Brasil sumaba 514.849 contagios y 29.314 decesos por coronavirus, según reportó el Ministerio de Salud.

La cantidad de nuevas defunciones contrasta con las más de 1.000 registradas entre el martes y el viernes pasados, aunque es usual que los fines de semana sea menor debido a que entonces trabajan menos personas en el procesamiento de las estadísticas de la pandemia.

Por otro lado, el gobierno informó que recibió dos millones de dosis de hidroxicloroquina de Estados Unidos para tratar a enfermos de coronavirus, pese a que no es recomendado por la OMS, y anunció un programa de cooperación sanitaria entre ambos países, los dos más afectados por la pandemia.

La hidroxicloroquina, un medicamento usado habitualmente para tratar la malaria, será aplicada a “ayudar a los enfermeros, médicos y profesionales de la salud de Brasil contra el virus” y también “para el tratamiento de los brasileños infectados”, dijo la cancillería en un comunicado.

Esa sustancia es defendida como un medicamento efectivo contra el coronavirus por los presidentes de Brasil, Jair Bolsonaro, y Estados Unidos, Donald Trump, a pesar de que no existen estudios científicos que confirmen esa hipótesis.

La OMS instó a los gobiernos a evitar su uso, pues no se comprobó el supuesto efecto benéfico y, en cambio, se estableció que puede causar otros males, como arritmias cardíacas y eventuales infartos.

La nota de la cancillería agregó que Estados Unidos se comprometió a donar al país 1.000 respiradores en el contexto de la “antigua cooperación bilateral en materia de salud”.

Brasil y Estados Unidos “continuarán en una estrecha coordinación en la lucha contra la pandemia”, así como “en la respuesta regional en curso para salvaguardar la salud pública” y en “limitar todavía más la diseminación del coronavirus”, concluyó el documento.

Pese a que Brasil es el segundo país con más contagios de coronavirus y el cuarto con más muertes por esa enfermedad en todo el mundo, muchas de sus regiones confirmaron que mañana comenzarán a relajar las medidas adoptadas en los últimos dos meses para contener la propagación del virus.

Entre ellas figura el estado San Pablo, el más rico y poblado del país, y el que más casos y fallecimientos por coronavirus registra dentro de Brasil.

Página 12


Brasil recebe 2 milhões de doses de hidroxicloroquina dos EUA

O Ministério das Relações Exteriores informou que o governo dos Estados Unidos entregou ao Brasil 2 milhões de doses de hidroxicloroquina, “como demonstração da solidariedade” entre os dois países na luta contra o coronavírus. De acordo com nota divulgada este domingo (31) pelo Itamaraty, em breve, o país norte-americano também enviará mil ventiladores para o Brasil.

“A HCQ [hidroxicloroquina] será usada como profilático para ajudar a defender enfermeiros, médicos e profissionais de saúde do Brasil contra o vírus. Ela também será utilizada no tratamento de brasileiros infectados”, diz a nota.

O ministério também anunciou um esforço de pesquisa conjunto entre Brasil e Estados Unidos que incluirá testes clínicos controlados randomizados, para avaliar a segurança e eficácia da droga, tanto para a profilaxia quanto para o tratamento precoce do novo coronavírus. O desenvolvimento de uma vacina também será objeto desse esforço entre os dois países, conforme ressaltou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, no Twitter.

“Tendo o presidente [Jair] Bolsonaro e o presidente [Donald] Trump conversado duas vezes desde março, os dois países estão bem posicionados para continuar seu trabalho conjunto no enfrentamento da pandemia do coronavírus, bem como em outros assuntos de importância estratégica”, finalizou o Itamaraty.

OMS

Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) suspendeu os testes com a hidroxicloroquina em pacientes com covid-19 por questões de segurança. Anteriormente, a OMS já havia se manifestado contra o uso do medicamento contra a covid-19. Originalmente, a droga é indicada para o tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite.

Apesar de ser defendida pelos presidentes Bolsonaro e Trump como um possível tratamento para covid-19, segundo a OMS, ainda não há evidências científicas que comprovem o benefício da cloroquina, e seu derivado hidroxicloroquina, contra a doença causada pelo novo coronavírus.

Ainda assim, o governo brasileiro incluiu os medicamentos no protocolo de tratamento para pacientes com sintomas leves de covid-19, mas alertou que eles podem causar efeitos colaterais como redução dos glóbulos brancos, disfunção do fígado, disfunção cardíaca e arritmias e alterações visuais por danos na retina. Cabe ao médico a decisão sobre prescrever ou não a substância, sendo necessária também a vontade declarada do paciente, com a assinatura do Termo de Ciência e Consentimento.

Agencia Brasil


COVID: Brasil se aproxima da marca de 30 mil mortes em dois meses e meio

O Brasil se aproximou da marca de 30 mil óbitos pelo coronavírus. O balanço divulgado pelo Ministério da Saúde contabilizou 623 novas mortes nas últimas 24 horas, entre domingo e segunda-feira, o que elevou o número total de vidas perdidas para 29.937. Nesse curto intervalo de tempo, foram 12.247 novos casos da doença.

De acordo com o Ministério da Saúde, 211.080 pessoas se recuperaram da COVID-19. Outros 285.430 pacientes estão em acompanhamento. Além disso, o Ministério ainda investiga 4.412 casos suspeitos. No domingo, o Brasil havia ultrapassado a marca de 500 mil infectados.

Depois de atingir por quatro dias seguidos índices superiores a 1 mil mortes a cada 24 horas, o país manteve o panorama do fim de semana. Nesse domingo, por exemplo, foram 480 óbitos. No sábado, 956.

Desde 22 de maio, o Brasil é o segundo país com mais casos confirmados de Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que registravam mais de 1,8 milhão de casos nesta segunda-feira, segundo balanço global feito pela universidade norte-americana Johns Hopkins. E é o quarto país em óbitos, sendo superado por EUA (105 mil), Reino Unido (39.127) e Itália (33.475).

Nesta segunda-feira, a Organização Mundial de Saúde divulgou que o Brasil e toda a América do Sul não atingiram o pico da doença, algo que Europa e Ásia já progridem a cada dia. A Espanha, por exemplo, que chegou a ser o epicentro da pandemia, pela primeira vez não registrou morte num dia desde 3 de março.

Balanço nos estados

Estado com maior número de infectados e mortes no país, São Paulo registrou nas últimas horas 52 óbitos e 1.598 novos casos. A unidade federativa contabiliza 111.296 pessoas com o vírus, quase 25% dos casos do Brasil. O Rio de Janeiro chegou nesta segunda-feira ao total de 5.462 óbitos, 118 a mais que o balanço anterior – já são 54.530 pessoas infectadas.

Ceará e Amazonas continuam com números preocupantes. O estado nordestino contabilizou 3.188 mortes e 50.504 casos. Já o nortista teve 2.071 vidas perdidas e 412.774 casos no total.

O estado de Minas Gerais contabilizou 10.670 casos e 278 mortes, de acordo com as estatísticas da Secretaria Estadual de Saúde (SES/MG). De domingo até esta segunda-feira, foram 206 novas pessoas infectadas e sete mortes. Até agora, foram 5.341 pacientes recuperados.

Estado de Minas


Bolsonaro pede que apoiadores não saiam às ruas no próximo domingo

O presidente Jair Bolsonaro pediu ontem (1º) a seus apoiadores que não compareçam às ruas no próximo domingo (7), quando estão previstas manifestações contrárias ao governo. Ontem (31), houve tumulto na Avenida Paulista, em São Paulo, quando a polícia militar tentou dispersar atos contrários e favoráveis ao governo.

Nas últimas semanas, aos domingos, grupos que apoiam o presidente têm se manifestado pela continuidade das ações do Executivo e com críticas à atuação do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF). Em Brasília, eles se reúnem na Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes, onde o presidente também comparece para cumprimentá-los.

“Estão marcando domingo um movimento, né? Deixa sozinho domingo. Eu não coordeno nada, não sou dono de grupo, não participo de nada, eu só vou prestigiar vocês que estão me apoiando, fazem um movimento limpo, decente, pela democracia, pela lei e pela ordem. Eu apenas compareço. Não conheço praticamente ninguém desses grupos. Eu acho que, já que marcaram para domingo, deixa eles domingo lá”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília.

Na manhã desta segunda-feira, os seguranças da Presidência encaminharam os apoiadores para uma área interna do Alvorada, longe da imprensa, onde Bolsonaro parou para cumprimentá-los. Normalmente, eles ficam em um espaço reservado aos visitantes na área externa da residência oficial. A conversa foi transmitida ao vivo na página pessoal do presidente no Facebook.

Agencia Brasil


Filho de Bolsonaro diz que vai processar deputados por saírem em defesa da Democracia

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos filhos de Jair Bolsonaro, anunciou nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 01 de junho, uma ação judicial inédita no país. Ele diz que vai acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Sâmia Bonfim (PSOL-SP) por participarem de manifestações em defesa da democracia e antifascistas.

As manifestações antifascistas são manifestações em defesa da democracia e podem ser chamadas também de manifestações antinazistas, visto que o nazismo é um tipo de fascismo levado às últimas consequências.

Os deputados participaram de atos com manifestantes que gritavam e valorizavam a democracia, incluindo a pluralidade de ideias, eleições limpas, sem fraudes pelo Whatsapp, sem divulgação de ódio e mentiras, sem utilização de robôs e outros tipos de fraudes.

Veja vídeo dos manifestantes gritando Democracia!

Carta Campinas


Confira o projeto que reuniu todos os pedidos de impeachment de Bolsonaro

Ao todo, 524 pessoas e organizações assinaram pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro até o final de maio. Dos 41 pedidos enviados ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, apenas um foi arquivado até ontem.

Qualquer cidadão pode entrar com um pedido de impeachment do presidente, desde que justifique o motivo com base na lei 1.079/50, conhecida como Lei do Impeachment. Não existe um rito ou obrigação para que a Câmara dos Deputados coloque o pedido em votação. Por isso, o mais antigo está em análise na mesa de Rodrigo Maia há mais de 440 dias.

O tema mais recorrente entre os pedidos é a acusação de interferência na PF – prova que as denúncias de Sergio Moro geraram grande incômodo em atores políticos e na cidadania. Desde a saída de Moro, foram 13 novos pedidos. Outros temas recorrentes são: apologia à ditadura militar, presença em manifestações antidemocraticas, ataques à imprensa e a postura diante da pandemia do coronavírus.

Os autores são de todos os matizes políticos e incluem ex-aliados de Bolsonaro, como os deputados federais Joice Hasselman (PSL) e Alexandre Frota (PSDB). Em 21 de maio, uma coalizão rara nos partidos de esquerda, protocolou um pedido assinado pelo PT, PSOL, PCdoB, PSTU,PCB,PCO e UP, com o apoio de 400 organizações civis.

Mas há também 29 pedidos de pessoas comuns, como a brasiliense Neide Lamar que, indignada com o fato do presidente quebrar o isolamento social decretado na sua cidade, foi até o Congresso duas vezes acompanhada do irmão e da mãe.

Essa ferramenta permite a qualquer pessoa explorar os pedidos de impeachment que estão sob análise, conhecer o que pensam seus autores, e pedir à presidência da Câmara para acompanhar o andamento.

Reunimos os pedidos idênticos no mesmo texto e privilegiamos o pedido mais recente daqueles proponentes que fizeram mais de um.

Confira todos os pedidos em: Os pedidos de impeachment de Bolsonaro


Estados começam a flexibilizar as atividades comerciais

Em alguns estados, já há decretos flexibilizando as atividades comerciais. O governo paulista, por exemplo, classificou municípios por cores, levando em conta critérios como taxa de ocupação das UTIs; o total de leitos por cada grupo de 100 mil habitantes e o número de casos e de mortes provocadas pelo novo coronavírus. A cidade de São Paulo, por exemplo, foi classificada na cor laranja. Isso significa que, pelas ordens do governo do estado, poderá, reabrir, com restrições, o comércio, shopping centers, além de estabelecimentos de atividades imobiliárias, escritórios e concessionárias. No entanto, o prefeito Bruno Covas (PSDB) determinou que nada muda e estendeu as medidas de isolamento até o próximo dia 15. Até lá, os serviços não essenciais deverão permanecer fechados e as entidades representativas de cada setor deverão apresentar protocolos de vigilância sanitária.
O Rio de Janeiro mantém as medidas de isolamento, mas estuda como será a reabertura gradual da economia. Já Minas Gerais reabriu o comércio na semana passada. Livrarias, inclusive, já puderam retomar as atividades, resguardadas medidas de prevenção, como o limite de pessoas dentro de lojas e a instalação de barreiras entre atendentes e clientes, além do uso obrigatório de máscaras e a disponibilização de álcool em gel a 70%.

Os estados do Maranhão, Rondônia, Paraná e o Distrito Federal também autorizaram a retomada das atividades de livrarias. Cada um com as suas especificidades.

Logo abaixo, o PublishNews reúne as principais informações sobre cada uma das unidades da federação.

No Acre, o governo prorrogou o decreto de isolamento social e de suspensão das atividades não essenciais até 15 de junho

O governo alagoano tornou mais rígida a fiscalização, com aplicação de multas para estabelecimentos não essenciais localizados na região metropolitana de Maceió que descumprirem a ordem de fechamento e prorrogou o isolamento até 10 de junho.

No fim da semana passada, o governo do Amapá estendeu o lockdown até esta terça-feira (2). Há ainda restrição de circulação de veículos e rodízio nos dois maiores municípios do estado: Macapá, a capital, e Santana. Além disso, o governo suspendeu as aulas e os serviços públicos não essenciais até o dia 30 de junho.

A partir desta segunda-feira, alguns estabelecimentos comerciais do Amazonas voltam a funcionar. O retorno será feito em ciclos. Neste primeiro, está previsto o retorno de atividades se segmentos como lojas de artigos para casa, de materiais esportivos e bicicletas, de móveis e colchões, joalherias e relojoarias, floriculturas e óticas. Livrarias, por enquanto, terão que esperar. Os estabelecimentos deverão seguir normas específicas para cada segmento e estabelecidas pela Vigilância Sanitária.

Na Bahia, o governo criou um grupo de trabalho para estudar a retomada econômica. Por enquanto, o comércio não essencial não abre.

O governo cearense autorizou a retomada das atividades de 17 setores da economia a partir desta segunda-feira (1º). As livrarias, no entanto, ficaram de fora dessa primeira fase, chamada de transição. A partir do próximo dia 8, elas poderão reabrir com 40% de sua capacidade e só na fase 3, a partir do dia 6 de julho, elas poderão operar com 100% de sua capacidade.

Na última semana, o governo do Distrito Federal começou a flexibilizar as atividades comerciais não essenciais. Foram reabertos os comércios de rua e os shopping centers. Para funcionar, os estabelecimentos precisam fornecer equipamentos de proteção individual e álcool gel para empregados, colaboradores e terceirizados e ainda realizar testes de covid-19 a cada 15 dias em todos eles. Além disso, áreas de recreação (cinemas, teatros, brinquedotecas) devem permanecer fechadas e as praças de alimentação não devem ser reabertas, permitindo que lojistas destes setores forneçam alimentos e bebidas para levar ou para entregar. Todos os clientes que entram nos shopping centers devem ter as temperaturas medidas. A partir do próximo dia 3, parques e templos religiosos voltam a funcionar.

A partir desta segunda-feira (1º), shopping centers capixabas já podem reabrir suas portas, com horários especiais e limitação de clientes. Os centros de compras poderão funcionar apenas de segunda a sexta. As lojas âncoras poderão funcionar das 12h às 18h; as menores (lojas satélites), das 14h às 20h e as lojas de alimentação, das 12h às 16h. Cinemas e casas de shows instaladas dentro dos shoppings devem permanecer fechados. Os shoppings deverão respeitar ao limite de um cliente para cada 22 m² e no interior das lojas, o limite será de um cliente para cada 10 m².

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, prometeu enviar à Assembleia Legislativa um projeto de lei que prevê a criação de colegiados para estudar a retomada da economia. Na capital, Goiânia, os mercados municipais, imobiliárias e times de futebol retomam suas atividades nesta segunda-feira (1º)

O Maranhão passou pela experiência de lockdown, quando todas as atividades são suspensas. A partir desta segunda-feira (1º), alguns segmentos poderão retomar as suas atividades, seguindo regras sanitárias gerais e protocolos específicos. Voltam a funcionar hoje segmentos como livrarias, hotéis, pousadas, salões de beleza, comércio de móveis, supermercados e pequenas empresas exclusivamente familiares. Shopping centers deverão permanecer fechados. Para funcionar, os estabelecimentos deverão fornecer a funcionários e clientes máscara de proteção e garantir o distanciamento de pelo menos dois metros entre funcionários e clientes e ainda o limite de uma pessoa para cada 4 m².

Em Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso, os shopping centers poderão retomar as suas atividades a partir desta quarta-feira (3). A circulação de pessoas ficará restrita a 30% da capacidade dos centros comerciais que funcionarão em horário especial, de segunda a sábado, das 14h às 22h.

O governo sul-mato-grossense flexibilizou as atividades comerciais nos primeiros dias de maio.

A capital mineira reabriu parte do seu comércio há uma semana. Nesta primeira fase, estão contempladas as livrarias, que já podem funcionar das 11h às 19h, cumprindo o protocolo geral de vigilância sanitária. Entre as medidas estão a obrigatoriedade de oferecer álcool em gel, a garantir a ocupação máxima de uma pessoa a cada 5 m² e a instalação de barreira física (vidro ou acrílico) separando colaboradores que trabalham em caixa dos clientes. O uso de máscara também é obrigatório tanto por parte dos funcionários quanto dos clientes.

O Pará publicou o plano de reabertura das atividades não essenciais. Serão cinco etapas que devem ser colocadas em prática de acordo com o cenário da Covid-19 em cada município. Segundo o governo, estão classificadas como “risco médio” as regiões metropolitanas de Belém, Marajó Oriental, Baixo Tocantins e Araguaia. Portanto, podem abrir shopping centers, salões de beleza, comércio varejista, entre outros.

O governo do estado da Paraíba apresentou neste domingo (31), um plano com propostas para retomada de atividades econômicas e que devem entrar em vigor a partir do dia 15 de junho. Cada município será reavaliado a cada 15 dias, com a possibilidade de progressão ou retorno para medidas mais duras de prevenção. Serviços essenciais (mercados, farmácias, padaria, bancos e unidades de saúde) podem funcionar.

No Paraná, as Agências do Trabalhador do Paraná vão reabrir a partir desta segunda-feira (1º). Desde abril, serviços essenciais podem abrir as portas, com restrições. As livrarias não estão nesta lista.

O governo de Pernambuco decidiu manter a restrição do comércio e apenas serviços essenciais podem funcionar. As aulas continuam suspensas até 30 de junho e estabelecimentos como shoppings e prestadoras de serviços também continuam fechados. Também permanece suspenso o funcionamento dos estabelecimentos de salão de beleza, barbearia, cabeleireiros e similares; academias de ginástica, clubes sociais, cinemas, teatros e a realização de jogos e partidas de futebol.

No Piauí, decretos do governo determinam que a população fique em casa e evite ao máximo ir às ruas. Aulas em escolas e universidades, a maioria das atividades comerciais, esportivas e de serviços em geral estão suspensas por tempo indeterminado. Decreto de isolamento vale até o dia 7 de junho.

O estado e a prefeitura do Rio de Janeiro avaliam nesta segunda (1º) como será a reabertura gradual da economia. As medidas de isolamento deverão continuar valendo por mais uma semana. Até o momento, apenas estabelecimentos e serviços essenciais podem funcionar e outras atividades como como academias de ginástica e frequentar praias, devem ser suspensas até o dia 21.

O governo do Rio Grande do Norte prorrogou a suspensão das aulas nas redes públicas até 6 de julho e enfatizou a necessidade de a população se conscientizar e aderir ao isolamento social, para conter a curva do contágio pelo novo coronavírus. No estado, apenas serviços essenciais como as áreas de saúde, alimentação e segurança podem abrir.

O estado do Rio Grande do Sul (RS) e a prefeitura de Porto Alegre prorrogaram o decreto de calamidade pública por mais 30 dias. Medidas de distanciamento em restaurantes estão mantidas e serviços metropolitanos devem informar semanalmente à Secretaria Municipal de Saúde o número de usuários que utilizam o transporte. O estado adota o Modelo de Distanciamento Controlado que criou um sistema de bandeiras, com protocolos obrigatórios e critérios específicos a serem seguidos pelos diferentes setores econômicos.

Em Rondônia, o Ministério Público do estado também emitiu recomendações sobre medidas a serem adotadas quando o estado e os municípios decidirem pela retomada das aulas presenciais. O comércio no estado começou a flexibilização da quarentena na metade de abril. Por lá salões de beleza, papelarias, livrarias e imobiliárias estão entre os estabelecimentos que já voltaram a funcionar.

Roraima ainda não divulgou se irá prorrogar ou flexibilizar o prazo da quarentena.

Em Santa Catarina, a reabertura do comércio começou há quase um mês. O estado intensificou as barreiras sanitárias nas entradas de diversas cidades do estado e as próximas decisões serão tomadas com base em uma ferramenta de gestão de dados sobre a doença, que permitirá aos municípios analisar as possibilidades de flexibilização. A circulação de ônibus, as aulas e eventos, por exemplo, que estão proibidos, também estarão incluídos no pacote. Ainda não há data definida para o retorno dessas atividades. Florianópolis, por exemplo, propôs diferenciados de funcionamento das atividades comerciais e a circulação dos ônibus deverá acontecer apenas de segunda a sexta-feira.

O governo paulista classificou municípios por cores, levando em conta critérios como a taxa de ocupação de UTIs; o total de leitos por cada grupo de 100 mil habitantes e o número de casos e de mortes provocadas pelo novo coronavírus. A cidade de São Paulo, por exemplo, foi classificada na cor laranja. Isso significa que, pelas ordens do governo do estado, poderá, reabrir, com restrições, o comércio, shopping centers, além de estabelecimentos de atividades imobiliárias, escritórios e concessionárias. Para que aconteça a reabertura, associações representativas de casa setor deverão apresentar protocolos de reabertura constando medidas que previnam a saúde de trabalhadores e clientes. Estes planos deverão ser avaliados pela Vigilância Sanitária de casa município. Apesar do decreto do governo do estado, o prefeito Bruno Covas (PSDB) determinou que nada muda e estendeu as medidas de isolamento até o próximo dia 15. Até lá, os serviços não essenciais deverão permanecer fechados e as entidades representativas de cada setor deverão apresentar seus protocolos.

Com o 5º pior índice de isolamento social do país, Sergipe prorrogou as medidas de isolamento social até o dia 8 de junho, portanto, permanecem suspensas as atividades econômicas organizadas para a produção ou a circulação de bens ou serviços, incluindo o comércio em geral: academias, shopping centers, galerias, boutiques, clubes, boates, casas de espetáculos, salão de beleza e clínicas de estética. No Tocantins, o comércio está fechado desde o início de maio e ainda não há nenhuma orientação de flexibilização por parte do governo.

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