Bolsonaro reabre las fronteras aéreas mientras Brasil registra nuevo récord de muertes y supera las 90 mil

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Bolsonaro reabre las fronteras aéreas al turismo y Brasil registra un récord de muertos

Por Marcelo Silva de Sousa

El gobierno de Jair Bolsonaro reabrió anoche parcialmente las fronteras aéreas para el ingreso de extranjeros a Brasil.

Los aeropuertos estaban cerrados desde fin de marzo por la pandemia del coronavirus, que ha causado al menos 90.134 muertes según el Ministerio de Salud.

La decisión, que busca estimular la reactivación del turismo, fue publicada en una edición extra del boletín oficial. Si bien se levantaron restricciones sobre el espacio aéreo, continuará rigiendo por 30 días más el cierre por vía terrestre y acuático.

Cada pasajero extranjero que quiera entrar deberá presentar a la empresa aérea antes de embarcar un comprobante de adquisición de un seguro de salud válido en suelo brasileño, con cobertura por todo el período del viaje, que podrá tener un máximo de 90 días.

El requisito deberá cumplirse “bajo pena de impedimento de entrada por la autoridad migratoria”.

La ordenanza, firmada por los ministros de Salud, Eduardo Pazuello; Justicia y Seguridad, Andre Mendonca; Infraestructura, Tarcísio Gomes de Freiras, y el jefe de la Casa Civil, Walter Braga Netto, excluye los aeropuertos de cinco estados: Mato Grosso del Sur, Paraíba, Rondonia, Río Grande del Sur y Tocantins.

La flexibilización ocurre el mismo día en que Brasil registró un nuevo récord diario de muertes por Covid-19, con 1595 fallecimientos reportados.

También se reportó el número más alto de contagios desde el inicio de la pandemia con 69.074 notificaciones, si bien las autoridades acusaron un problema en la carga de datos registrado el miércoles que postergó un día la carga de datos del estado de San Pablo, el más castigado por el virus.

El 17 de marzo Brasil cerró su frontera con Venezuela y pocos días después el bloqueo se extendió a todos los países limítrofes por recomendación de la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (Anvisa).

La Nación


Governo reabrirá parcialmente fronteiras aéreas do País

O governo Jair Bolsonaro decidiu reabrir parcialmente as fronteiras aéreas para estrangeiros. O novo decreto deve ser publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta quarta-feira.

No início do mês, o governo havia prorrogado até o fim de julho restrição para a entrada de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, no País. A medida atendia recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e inclui as fronteiras terrestres e aquaviárias, que devem permanecer fechadas.

O impedimento não se aplica a brasileiros que estejam em país estrangeiro, ou imigrante com residência definitiva no Brasil.

A decisão do governo de flexibilizar as regras de entrada de estrangeiros ao País ocorre no momento em que o Brasil registra quase 90 mil mortes decorrentes do novo coronavírus e cerca de 2,5 milhões de infectados pela doença.

Questionada nesta quarta-feira se foi consultada sobre a reabertura, a Anvisa não se manifestou.

Terra Noticias


Brasil registra recorde de mortes em 24h e total de vítimas da covid supera 90 mil

O Brasil tem até agora 90.134 mortes causadas pela covid-19, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O registro de óbitos entre terça (28) e quarta-feira (29) chegou a 1.664, o recorde desde que o vírus foi detectado no país pela primeira vez. Mais da metade dos casos fatais se concentram em quatro estados: São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Pará.

No último boletim do Conass, o número de confirmações da doença em 24 horas também foi recorde: 72.377. Com isso, o Brasil se mantém entre as nações que registram os piores cenários em um dia. Está atrás apenas dos Estados Unidos, que chegou a registrar mais de 77 mil casos diários no dia 17 de julho. O total de pessoas que foram infectadas até agora está em 2.553.265.

O estado com mais registros é São Paulo, com 514.197 casos confirmados e 22.389 mortes. O Rio de Janeiro é o terceiro em número de infectados (161.647), mas o segundo em óbitos (13.198) e tem também a maior taxa de letalidade do país. O Ceará tem 169.072 casos e 7.643 casos fatais.

Nesta quarta-feira, a lista de unidades da federação com mais de 100 mil casos aumentou e passou a incluir também o Amazonas, que tem 100.093 infectados. Na relação estão também São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Bahia (157.334), Pará (151.849), Minas Gerais (116.645), Maranhão (119.394) e Distrito Federal (102.342).

O que é coronavírus?

É uma extensa família de vírus causadores de doenças tanto em animais como em humanos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em humanos, os vários tipos de vírus podem provocar infecções respiratórias que vão de resfriados comuns, como a síndrome respiratório do Oriente Médio (MERS), a crises mais graves, como a síndrome respiratória aguda severa (SRAS). O coronavírus descoberto mais recentemente causa a doença covid-19.

Como ajudar a quem precisa?

A campanha “Vamos precisar de todo mundo” é uma ação de solidariedade articulada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo. A plataforma foi criada para ajudar pessoas impactadas pela pandemia da covid-19. De acordo com os organizadores, o objetivo é dar visibilidade e fortalecer as iniciativas populares de cooperação.

Brasil de Fato


Brasil registra recorde mundial de mortes de profissionais de enfermagem

Na linha de frente da batalha contra a covid-19, 316 enfermeiros, técnicos e auxiliares da região já perderam a vida trabalhando nos serviços de saúde brasileiros. A pesquisa é do Observatório de Enfermagem, instrumento criado pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) para avaliar o tamanho do desastre sofrido pela profissão no Brasil.

Sozinho, o Brasil responde por 30% das mortes de enfermeiras no planeta. A organização global que reúne conselhos nacionais, o Conselho Internacional de Enfermeiras (ICN), confirma a situação.

Do total, 64% das vítimas são mulheres, sendo a maioria no comércio. A maioria das mortes, 35,4%, ocorreu na região Sudeste, onde estão os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Depois, há os estados da região Nordeste (27,2%) e Norte (21,5%), ambos com populações mais pobres e estruturas de saúde mais pobres.

No Brasil, além do nível de 2,4 óbitos a cada 24 horas, segundo o Observatório de Enfermagem, são quase 30 mil enfermeiros, técnicos e auxiliares que contrataram o covid-19.

Em todo o mundo, existem mais de 16 milhões de pessoas contaminadas, cerca de 1,1 milhão seriam profissionais de saúde. “De acordo com nossa pesquisa, 7% de todas as pessoas infectadas no mundo são profissionais de saúde”, diz o consultor de políticas da ICN Hoi Shan Fokeladeh.

Brasil 247


Deputados do PT protocolam na Câmara pedido de CPI da Cloroquina

Deputados da bancada do PT protocolaram nesta quarta-feira (29), na Câmara, pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as irregularidades envolvendo a produção de hidroxicloroquina pelo governo de Jair Bolsonaro. A coleta das 171 assinaturas necessárias para a instauração da CPI da Cloroquina se inicia nesta quinta-feira, 29.

No requerimento, os parlamentares petistas destacam que já foram produzidos cerca de três milhões de comprimidos pelo Exército, mesmo sem comprovação científica de que o medicamento é eficaz no tratamento da Covid-19.

No documento, assinado por deputados como Rogério Correia (PT-MG), Jorge Solla (BA), Alencar Santana (SP), Arlindo Chinaglia (SP), Rosa Neide (MT) e Paulo Pimenta (RS), os deputados alertam que a produção de cloroquina entre março em abril foi 84 vezes maior que a produção antes da covid-19 e enfatizam a propaganda que o presidente Jair Bolsonaro faz do produto.

A jornalista Cynara Menezes, em artigo no Brasil 247, lembrou que a Fiocruz, mesmo negando a eficácia da cloroquina contra Covid-19, abriu edital para compra de três toneladas do medicamento.

Brasil 247


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