Bolsonaro defiende el trabajo infantil: “Buenos tiempos en los que un menor podía trabajar”

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Bolsonaro defende trabalho infantil e diz que crianças ‘cheiram crack sem problema nenhum’

Convidado para a abertura do congresso nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em um hotel de Brasília na noite desta terça-feira (25), Jair Bolsonaro disse que a época em que o trabalho infantil era legalmente permitido eram “bons tempos” .

“Bons tempos, né?, onde menor podia trabalhar. Hoje, ele pode fazer tudo, menos trabalhar, inclusive cheirar um paralelepípedo de crack, sem problema nenhum”, afirmou Bolsonaro, informa O Globo.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sancionado em 1990,  proíbe “qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de aprendiz”.

Na campanha eleitoral de 2018, Jair Bolsonaro declarou que “o ECA tem que ser rasgado e jogado na latrina” por ser “um estímulo à vagabundagem e à malandragem infantil”.

Brasil 247



Senador e hijo mayor de Jair Bolsonaro informa que tiene covid-19

El senador Flávio Bolsonaro, hijo mayor del presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, informó este martes 25 de agosto del 2020 que está con covid-19, sin presentar síntomas, e indicó que inició un tratamiento a base de cloroquina. 

“El senador Flávio Bolsonaro informa que dio positivo para covid-19. Está aislado en casa y no presenta síntomas”, señaló su asesoría en un comunicado. 

El texto agrega que el político, de 39 años, inició la noche del lunes 24 de agosto un tratamiento a base de cloroquina y azitromicina. “Se está sintiendo bien”, puntualizó. 

Más tarde el senador divulgó el diagnóstico en Twitter. “Di positivo para covid-19. Estoy bien, sin síntomas y tratándome en casa con hidroxicloroquina y azitromicina. Gracias por los mensajes de apoyo y las oraciones”, escribió. 

Flávio Bolsonaro, actualmente bajo investigación por un supuesto esquema de pagos ilícitos en su gabinete cuando era diputado regional en Rio de Janeiro, es el cuarto miembro diagnosticado con el virus en el núcleo familiar del presidente.

Jair Bolsonaro, de 65 años, anunció a inicios de julio estar contagiado y semanas después afirmó que se había curado gracias a la cloroquina y la hidrocloroquina, medicamentos sin eficacia comprobada por la comunidad científica en el combate contra el nuevo coronavirus.

A fines de ese mismo mes, su esposa Michelle Bolsonaro, de 38 años, dio parte a su vez de un diagnóstico positivo. La semana pasada, se conoció que Jair Renan, el cuarto hijo del mandatario, de 22 años, también estaba con covid-19. 

La abuela de la primera dama, de 80 años, falleció de covid-19 el 12 de agosto. 

El presidente de ultraderecha cuestionó las medidas de cuarentena por el coronavirus, que registró en febrero su primer caso en Brasil. 

Y llamó “gripecita” al virus que en seis meses ha dejado más de 115 000 muertos y 3,6 millones de casos en el país, el segundo más afectado del mundo por la pandemia. 

El Comercio


Brasil passa de 47 mil casos de covid-19 em um dia e já soma 3,7 milhões de contaminados

Por Gabriel Valery

O país registra, novamente, mais de mil mortes em 24 horas por covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. No último período, foram 1.271 vítimas, de acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Com o acréscimo, o país chega à marca de 116.580 mortos desde o início do surto, em março. Já o número de casos de covid-19 no Brasil teve o expressivo aumento de 47.134 novos infectados de ontem para hoje. O avanço do contágio está acima da média registrada na última semana, de 37.800 ao dia, também superior à da semana anterior, de 43.500. Ainda não é possível prever se a média da semana epidemiológica em curso vai confirmar tendência de queda na aceleração do número de casos, verificada nas últimas quatro semanas.

Subnotificação de casos de covid-19

A tendência de redução na velocidade da pandemia no Brasil foi admitida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, o alerta dos cientistas é por cautela, já que o país segue como epicentro da pandemia no mundo, posto que ocupa há 11 semanas, com média superior a mil mortes diárias. E o comportamento brasileiro perante os riscos de avanços dos casos de covid-19 no Brasil fundamenta a preocupação dos cientistas.

No final de junho, a OMS havia apontado para uma possibilidade de redução na velocidade de disseminação do vírus no país. Afirmações de diretores da OMS chegaram a ser usadas por governadores e prefeitos para suspenderem, em massa, as já frágeis medidas de isolamento social. Desde então, a pandemia apresentou novo crescimento e novos picos de casos de covid-19. Sete em cada dez mortes pela doença no Brasil aconteceram após o início de julho.

São Paulo – O país registra, novamente, mais de mil mortes em 24 horas por covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. No último período, foram 1.271 vítimas, de acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Com o acréscimo, o país chega à marca de 116.580 mortos desde o início do surto, em março. Já o número de casos de covid-19 no Brasil teve o expressivo aumento de 47.134 novos infectados de ontem para hoje. O avanço do contágio está acima da média registrada na última semana, de 37.800 ao dia, também superior à da semana anterior, de 43.500. Ainda não é possível prever se a média da semana epidemiológica em curso vai confirmar tendência de queda na aceleração do número de casos, verificada nas últimas quatro semanas.

Subnotificação de casos de covid-19

A tendência de redução na velocidade da pandemia no Brasil foi admitida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, o alerta dos cientistas é por cautela, já que o país segue como epicentro da pandemia no mundo, posto que ocupa há 11 semanas, com média superior a mil mortes diárias. E o comportamento brasileiro perante os riscos de avanços dos casos de covid-19 no Brasil fundamenta a preocupação dos cientistas.

No final de junho, a OMS havia apontado para uma possibilidade de redução na velocidade de disseminação do vírus no país. Afirmações de diretores da OMS chegaram a ser usadas por governadores e prefeitos para suspenderem, em massa, as já frágeis medidas de isolamento social. Desde então, a pandemia apresentou novo crescimento e novos picos de casos de covid-19. Sete em cada dez mortes pela doença no Brasil aconteceram após o início de julho.

A curva epidemiológica relativa às mortes também não inspira confiança na retração. O que o país vê, na verdade, não aponta para a redução. Ao contrário, os primeiros locais mais afetados do país, notadamente São Paulo e Amazonas, voltaram a apresentar tendência de subida nas mortes, embora número de casos siga em retração. Cientistas temem pela chegada de uma segunda onda, já que o isolamento social já foi praticamente abandonado pelo poder público.

Outro fato que inspira máximo cuidado é a subnotificação. O país é um dos que menos testa no mundo. Apenas 6% da população já passou por algum exame do tipo. A subnotificação de casos de covid-19 no Brasil é ainda mais intensa em cidades distantes dos grandes centros urbanos, que possuem menos capacidade de medicina diagnóstica. O fato se agrava, já que a covid-19 passa por um processo de contágio mais intenso no interior do país.

Rede Brasil Actual


Secretário de Saúde do DF é preso em operação sobre irregularidades em compra de testes para Covid-19

Por Rita Yoshimine

O secretário de saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo, foi preso preventivamente na manhã desta terça-feira (25), em uma operação que investiga supostas irregularidades na compra de testes para detecção da Covid-19. Ele foi detido no apartamento onde mora, no Noroeste.

Trata-se da segunda fase da operação Falso Negativo, deflagrada pelo Ministério Público do DF. Ao todo, foram expedidos 44 mandados de busca e apreensão e sete de prisão preventiva. Entre os detidos estão:

  • Francisco Araújo – secretário de Saúde do DF
  • Ricardo Tavares Mendes – ex-secretário adjunto de Assistência à Saúde do DF
  • Eduardo Hage Carmo – subsecretário de Vigilância à Saúde do DF
  • Eduardo Seara Machado Pojo do Rego – secretário adjunto de Gestão em Saúde do DF
  • Jorge Antônio Chamon Júnior – diretor do Laboratório Central do DF
  • Ramon Santana Lopes Azevedo – assessor especial da Secretaria de Saúde do DF

Há ainda um mandado de prisão contra o subsecretário de Administração Geral da Secretaria de Saúde, Iohan Andrade Struck. Ele não foi encontrado pelos investigadores e, até a última atualização desta reportagem, era considerado foragido.

A decisão que autorizou a operação é do desembargador Humberto Adjuto Ulhôa, do Tribunal de Justiça do DF. As ordem judiciais estão sendo cumpridas em outros oito estados, onde estão as empresas fornecedoras dos testes. São eles:

  • Goiás
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Bahia
  • Santa Catarina
  • Mato Grosso
  • Espírito Santo
  • Rio Grande do Sul

Após a decisão, o governador Ibaneis Rocha (MDB) informou que afastou dos cargos os envolvidos na operação. Em nota, no entanto, chamou a ação de “desnecessária” e disse que a pasta manteve todos os processos transparentes. Segundo o chefe do Executivo local, os gestores estão sendo “indevidamente acusados”.

Segundo o MPDFT, o objetivo da operação é desmantelar uma suposta organização criminosa instalada dentro da Secretaria de Saúde do DF para fraudar a escolha de fornecedores e superfaturar a compra dos testes, feita com dispensa de licitação. Os investigadores afirmam que o prejuízo aos cofres públicos chega a R$ 18 milhões.

As apurações, lideradas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Procuradoria-Geral de Justiça do MPDFT, apontam ainda baixa qualidade dos testes, que podem dar falso resultado negativo.

São investigados crimes de fraude à licitação, lavagem de dinheiro, crime contra a ordem econômica (cartel), organização criminosa, corrupção ativa e passiva.

A operação ocorre em meio a uma polêmica relacionada à divulgação de dados de mortes sobre a Covid-19 na capital. Na semana passada, a SES-DF passou a informar nos boletins diários apenas as mortes ocorridas nas últimas 24 horas, e não as que aconteceram em outros dias mas tiveram a causa confirmada na data.

Em coletiva de imprensa para divulgar a mudança, o secretário de saúde Francisco Araújo disse que os dados de óbitos acumulados causavam “desassossego na população”. Especialistas criticaram a medida.

Primeira fase

A primeira fase da operação foi deflagrada em 2 de julho. À ocasião, foram cumpridos 74 mandados de busca e apreensão em mais de 20 cidades pelo país. Foram alvo das buscas locais como o Laboratório Central do DF, a Farmácia Central, a Secretaria de Saúde do DF e residências dos responsáveis pelas compras.

Na época, a Secretaria de Saúde emitiu nota afirmando que “todos os testes rápidos adquiridos pela SES tem registro na Anvisa e parâmetros de qualidade compatíveis com o seu uso em saúde publica” e que o material foi comprado “pelo menor preço ofertado pelas empresas participantes no processo de compra, não havendo, portanto, nenhum dano ao erário”.

“A respeito de noticias veiculadas pela imprensa, sobre ação do MPDFT em unidades da Secretaria de Saúde – SES e residências de servidores, segue alguns esclarecimentos necessários e que trazem à luz fatos relevantes para o restabelecimento da verdade:

1. Todos os testes rápidos adquiridos pela SES tem registro na Anvisa e parâmetros de qualidade compatíveis com o seu uso em saúde publica;

2. Além desses registros na Anvisa, o Laboratório Central – Lacen analisou os laudos do INCQS – laboratório de referência nacional da FIOCRUZ para certificar padrão de qualidade de todos os testes diagnósticos no país – atestando a qualidade desses testes;

3. Não procede a informação veiculada pela imprensa, que citando o Ministério Público – MP, diz que uma das empresas procedeu a substituição de marca que seria fornecida à SES por outra marca de qualidade inferior, concluindo tal afirmação em pesquisa, baseando-se, simplesmente, em buscas na rede mundial de computadores. Pelo contrario, tal substituição ocorreu, tendo em vista que o Lacen detectou que o padrão de qualidade não era o exigido, tendo sido entregue outra marca, pelo mesmo valor, com parâmetros de sensibilidade e especificidade de maior qualidade que o anterior;

4. Todos os testes foram adquiridos pelo menor preço ofertado pelas empresas participantes no processo de compra, não havendo, portanto, nenhum dano ao erário.

No caso da compra de 150 mil testes – a maior de todas – a empresa vencedora ofereceu preço bem abaixo dos apresentados por outras empresas. Variando de R$ 186,00 à R$ 139,00, este último o apresentado pela empresa vencedora.”

Globo

 


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