Brasil: el jefe de gabinete da positivo en Covid-19 y es el séptimo ministro infectado

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Brasil: el jefe de Gabinete tiene coronavirus; es el séptimo ministro infectado

El jefe del Gabinete de Brasil, Walter Braga Netto, dio positivo en coronavirus y se convirtió en el séptimo ministro del presidente Jair Bolsonaro en contraer la enfermedad, que alcanza a más de 2,7 millones de brasileros y ya se cobró más de 94.000 vidas.

“El ministro está bien y asintomático”, informó el Ministerio de la Casa Civil en un comunicado.

Braga Neto, de 63 años, “permanecerá aislado hasta que se realicen más pruebas y evaluaciones médicas. Hasta entonces, continuará cumpliendo su agenda de forma remota”, agregó la nota, según el medio digital Terra.

Además de Braga Netto, contrajeron el virus Augusto Heleno (Oficina de Seguridad Institucional), Milton Ribeiro (Educación), Wagner Rosário (Contralor General Federal), Onyx Lorenzoni (Ciudadanía), Bento Albuquerque (Minas y Energía) y Marcos Pontes ( Ciencia, Tecnología e Innovaciones).

El mismo Bolsonaro, que trató al coronavirus de una “gripecita”, se contagió el pasado 7 de julio, y si bien anunció su cura el viernes 25 de julio, casi 20 días después, reveló que aún tiene una infección pulmonar.

Asimismo, la primera dama, Michelle Bolsonaro, también padece la enfermedad.

Según la Secretaría General, el 24 de julio, 31 de los 3.400 funcionarios de la Presidencia presentaron un resultado positivo para la COVID-19 y más del 50% de los funcionarios se encuentra actualmente trabajando de forma remota, informó el diario Folha de San Pablo.

El Diario de la República


Sétimo ministro com Covid-19, Braga Netto está assintomático e em isolamento, informa Casa Civil

O ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, está com Covid-19, informou a assessoria da pasta nesta segunda-feira (3). De acordo com a equipe da Casa Civil, ele ficará em isolamento nos próximos dias.

Braga Netto tem 63 anos de idade, faixa etária que o coloca no grupo de risco para Covid-19. Em uma nota, a assessoria informou que ele está assintomático e passa bem.

O titular da Casa Civil é o sétimo ministro que se infectou com o novo coronavírus. O governo tem 23 pastas. Veja os ministros que já tiveram a doença:

  • Augusto Heleno, Gabinete de Segurança Institucional;
  • Bento Albuquerque, Minas e Energia;
  • Milton Ribeiro, Educação;
  • Onyx Lorenzoni, Cidadania;
  • Marcos Pontes, Ciência, Tecnologia e Inovações;
  • Wagner Rosário, Controladoria-Geral da União;
  • Braga Netto, Casa Civil
  • O presidente Jair Bolsonaro também já teve Covid-19. Ele anunciou no dia 7 de julho que estava com o vírus. No dia 25 de julho, disse que tinha se curado curado.

Na semana passada, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, afirmou que contraiu a doença. Ela está em tratamento, na residência oficial do Palácio da Alvorada.

O ministro da Casa Civil, Braga Netto — Foto: Reprodução/TV Globo

Na quinta-feira (30), Braga Netto participou da entrega de uma medalha realizada no Minstério da Defesa, ao lado de outros ministros, entre os quais, Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Fernando Azevedo (Defesa) e José Levi (AGU).

Nota da Casa Civil
Leia a nota divulgada pela Casa Civil:

O ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Braga Netto, recebeu nesta segunda-feira (3/8) a confirmação de que testou positivo para a COVID-19. O ministro passa bem e está assintomático. Ele ficará em isolamento até novo teste e avaliação médica. Até lá, continuará cumprindo a sua agenda de forma remota.

G1


Brasil segue caminho oposto ao da OMS e se aproxima de 95 mil mortos pela covid-19

O Brasil se aproxima de 95 mil morte causadas pela covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registradas 556 mortes, que totalizam 94.660 óbitos desde o início do surto, em março. Já o número de infectados teve um acréscimo de 16.476 novos casos no período e são 2.750.153 ao todo. As informações são do Conass, Conselho Nacional de Secretários de Saúde, em boletim divulgado no início da noite desta segunda-feira (3)

O número é relativamente baixo, em comparação à média dos demais dias das últimas nove semanas – acima de mil mortos por dia. Às segundas-feiras, os números oficiais tendem a ser mais baixos porque há menos profissionais dos setores de Saúde que realizam tais registros. A distorção é corrigida ao longo dos dias seguintes, com a notificação dos casos represados.

Com exceção, portanto, das segundas-feiras, a curva de contágio da covid-19 no Brasil mostra tendência contínua de ascensão no número de casos e de relativa estabilidade nas mortes – porém, em números bastante elevados. –, o chamado platô. Mas, mesmo com mortes acima do milhar diariamente, o platô foi o argumento usado amplamente por governadores e prefeitos para relaxar medidas de isolamento social. Como resultado, as duas últimas semanas voltaram a registrar alta importante no número de vítimas.

No caminho errado

O Brasil é o segundo país mais afetado pela covid-19 no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Epicentro da doença no mundo por mais de um mês, o país não adotou medidas de controle da pandemia; ao contrário, governos locais negligenciaram medidas de isolamento, enquanto o governo federal, de Jair Bolsonaro, insiste em minimizar a doença e as mortes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (3) que a situação no Brasil “continua muito preocupante”, nas palavras do diretor-executivo da entidade, Michael Ryan. “É preciso criar condições para que a doença não se espalhe tão rapidamente, dar estrutura para que as comunidades possam seguir as regras e cada pessoa reduza sua própria exposição ao contágio”, completou.

No entanto, o Brasil caminha no sentido oposto. Aglomerações são cada vez mais frequentes, o que torna difícil seguir a orientação básica dada pela entidade: “A única saída para países com intensa transmissão comunitária, como o Brasil, é uma parceria forte entre governo federal, estaduais e o engajamento da sociedade”.

Vacinas

Cresce a expectativa em todo o mundo pelo anúncio de criação de vacinas contra a covid-19. Atualmente, são mais de 160 compostos em estudo; 25 em fase mais avançada. A OMS, por meio do diretor-geral, Tedros Adhanom, comemorou a velocidade com que a ciência busca uma saída para a crise. Entretanto, disse que é preciso cautela.

Isso porque, como o vírus tem circulação muito recente, ainda não houve tempo para o desenvolvimento de estudos mais elaborados e consolidados sobre imunização. As preocupações são, sobretudo, acerca do tempo de validade e poder da vacina contra a covid-19. “Não existe bala de prata no momento e talvez nunca exista”, disse Adhanom.

“Há a preocupação de que talvez não tenhamos uma vacina que funcione. Ou que a proteção oferecida possa durar alguns meses, nada mais”, ressaltou o especialista. Diante de tal cenário incerto, a recomendação segue pelo isolamento social. “Se fizermos tudo, se adotarmos uma abordagem abrangente, podemos mudar isso (o cenário atual).”

Rede Brasil Atual


Bolsonaro veta ajuda financeira para profissional de saúde incapacitado por Covid

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou um projeto de lei que previa uma compensação financeira para os profissionais de saúde que ficassem permanente incapacitados para o trabalho por terem trabalhado no atendimento a pacientes do novo coronavírus. O benefício deveria ser pago pela União.

O veto integral do presidente foi divulgado pela Secretaria-Geral da Presidência e deve ser publicado no Diário Oficial desta terça-feira (4).

A Secretaria-Geral destaca que a proposta do Congresso Nacional tem “mérito” e “boa intenção”, mas afirma haver “obstáculos jurídico que a impedem de ser sancionada”.

O primeiro é que ela cria indenização que configura despesa continuada em período de calamidade, o que vai contra a lei. A proposição —diz o governo— tampouco apresenta estimativa do impacto financeiro da indenização que seria criada, o que contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O texto vetado garantia a compensação ao profissional de saúde incapacitado permanente em razão do seu trabalho de combate à Covid-19. Também estendia o pagamento aos agentes comunitários de saúde que ficassem incapacitados permanentemente por terem realizado visitas domiciliares durante a emergência sanitária.

A redação garantia ainda indenização para o cônjuge, dependente e herdeiros do trabalhador de saúde que tivesse falecido por conta do novo coronavírus e atuado diretamente no atendimento de pacientes da doença ou em visitas domiciliares.

O valor da indenização que seria paga ao profissional de saúde incapacitado era de R$ 50 mil, segundo o projeto de lei.

A proposição vetada também alterava outras normas para determinar que, durante a emergência sanitária, o empregado não precisaria comprovar doença durante os sete primeiros dias de afastamento do trabalho.

O governo argumenta que a matéria já foi objeto de veto presidencial recente por gerar insegurança jurídica.

“Cabe destacar que o veto presidencial não representa um ato de confronto do Poder Executivo ao Poder Legislativo. Caso o Presidente da República considere um projeto, no todo ou em parte, inconstitucional, deverá aplicar o veto jurídico para evitar uma possível acusação de Crime de Responsabilidade. Por outro lado, caso o Presidente da República considere a proposta, ou parte dela, contrária ao interesse público, poderá aplicar o veto político. Entretanto, a decisão final sobre esses vetos cabe ao Parlamento”, destacou a Secretaria-Geral.

Folha de S. Paulo


MP pede investigação sobre insumos para a produção de cloroquina pelo governo Bolsonaro

O subprocurador-geral do Ministério Público (MP), Lucas Furtado, pediu junto ao Tribunal de Contas União (TCU) investigações com o objetivo de apurar se houve superfaturamento na compra de insumos para a fabricação dos comprimidos de cloroquina pelo Exército. De acordo com o documento, o processo também apura a responsabilidade direta de Jair Bolsonaro na decisão de aumentar expressivamente a produção de cloroquina “sem que haja comprovação médica ou científica de que o medicamento seja útil para o tratamento da covid-19”.

A compra do insumo, adquirido da Índia, foi feita sem licitação e custou seis vezes mais que o valor pago pelo Ministério da Saúde no ano passado. Segundo o MP, a produção do remédio aumentou 84 vezes nos últimos meses na comparação com o mesmo período do ano passado.

“Todo estudo científico produzido relatava a ineficácia da droga contra a covid”, disse Furtado em entrevista à DW Brasil sobre a motivação do processo.

Se as irregularidades sejam comprovadas, Bolsonaro pode sofrer diversas sanções, como multas e pagamento pelo dano causado. “Os responsáveis (devem ser) penalizados na forma da lei, especialmente se há suspeitas de superfaturamento na aquisição de insumos”, pontua o documento.

Brasil 247


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