Brasil El Banco de Desarrollo de EEUU anunció inversiones por $ 984 millones

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EEUU y Brasil estrechan lazos con pacto de inversión

Robert O’Brien, asesor de Seguridad Nacional del presidente estadounidense, Donald Trump, inició el lunes una visita oficial a Brasil en la ciudad de São Paulo con la firma de una serie de acuerdos que incluyen inversiones millonarias en el país suramericano.

Esta es la segunda visita en apenas un mes de un alto funcionario de la Administración Trump a Brasil en plena campaña electoral en Estados Unidos.

La agenda de O’Brien tuvo, al menos en São Paulo, un acento marcadamente económico. El asesor de Trump se reunió con ejecutivos de empresas de ambos países en la sede de la Federación de Industrias del Estado de São Paulo (FIESP), la patronal más influyente de Brasil.

O‘Brien afirmó a los periodistas que la alianza entre Brasil y Estados Unidos es “muy importante” por ser dos países “democráticos”, de “tamaños semejantes”, y manifestó el deseo de la Administración Trump de estrechar aún más los lazos con el gobierno de Jair Bolsonaro.

También valoró positivamente los tratados de inversión para un “futuro acuerdo comercial” entre las dos potencias, algo que deberá hacerse “paso a paso”.

Desde que asumió la Presidencia de Brasil el 1 de enero de 2019, Bolsonaro, declarado admirador de Trump, ha centrado sus esfuerzos diplomáticos en estrechar su relación con Estados Unidos.

FINANCIACIÓN. Las “cartas de intención” firmadas este lunes incluyen la financiación, a través de la Corporación Financiera de Desarrollo Internacional (DFC, por sus siglas en inglés) de EEUU, de dos nuevos proyectos en Brasil.

El primero incluye una inversión de 259 millones de dólares en la firma Smart Rio para modernizar y expandir la iluminación pública, e instalar cámaras de seguridad y puntos de acceso a internet en Río de Janeiro. El segundo se trata de un “préstamo directo” de 300 millones de dólares para “apoyar la expansión de la cartera de crédito” del banco de inversión brasileño BTG Pactual, según un comunicado de la DFC.

Esas dos líneas de financiación se unen a otras dos anunciadas anteriormente este mes. El de mayor monto es un préstamo de 400 millones de dólares al Itaú, para facilitar el crédito a pequeñas y medianas empresas afectadas por la pandemia del coronavirus, que deja ya 153.905 muertes y 5,2 millones de infectados en el país suramericano.

O’Brien se reunirá hoy con el presidente brasileño, Jair Bolsonaro, y el ministro de Seguridad Institucional, Augusto Heleno, general de la reserva del Ejército.

Libre comercio
Los nuevos acuerdos de facilitación de comercio y las buenas prácticas reguladoras anunciados por Brasil y EEUU le abren camino a la negociación de un acuerdo ambicioso de libre comercio entre ambos países, aseguraron el lunes industriales brasileños. “Los nuevos acuerdos son la piedra fundamental para el futuro libre comercio entre los dos países”, según un comunicado divulgado por la Confederación Nacional de la Industria (CNI) de Brasil.

Última Hora


Banco de Desenvolvimento dos EUA anuncia US$ 984 mi em investimentos no Brasil

A Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (DFC, na sigla inglês) anunciou hoje o aporte de US$ 984 milhões em investimentos e projetos brasileiros. A maior parte dos recursos será utilizada pelos bancos Itaú e BTG Pactual para empréstimos a pequenas e médias empresas atingidas pela pandemia do novo coronavírus. O DFC é um banco de desenvolvimento criado pelos EUA no ano passado para financiar projetos na região.

O anúncio faz parte da visita da delegação norte-americana ao Brasil, liderada pelo conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Robert O’Brien, e autoridades do Escritório do Representante de Comércio (UTSR), da Agência de Crédito a Exportação do governo dos Estados Unidos (Eximbank) e do DFC.

Nesta manhã, a delegação teve encontros com representantes da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) e Câmara Americana de Comércio (Amcham). A agenda do dia inclui ainda reuniões em Brasília com os ministros da Economia, Paulo Guedes e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. O ponto alto da visita será a assinatura, prevista para as 18h15, de um pacote comercial que inclui acordo para facilitação de comércio, regulação e anticorrupção. O pacote foi antecipado pelo Estadão/Broadcast na semana passada.

Amanhã, O’Brien se encontrará com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, com foco em segurança, e se reúne depois com o presidente Jair Bolsonaro.
Investimento

Foram anunciadas duas cartas de intenção de investimento, sendo um empréstimo direto de US$ 300 milhões ao BTG Pactual para apoiar a expansão da carteira de empréstimos para pequenas e médias empresas, com foco em mulheres e empresários do Norte e Nordeste. Outros US$ 259 milhões serão dados como garantia de investimento para a Smart Rio, para modernização e expansão de iluminação pública e instalação de câmeras e pontos de acesso a Wi-fi no Rio de Janeiro.

Além disso, o pacote inclui US$ 425 milhões em projetos previamente acordados, sendo US$ 400 milhões para o Banco Itaú, que serão destinados a empréstimos para micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia de covid-19, especialmente para mulheres e Estados menos desenvolvidos. Outros US$ 25 milhões serão investidos pela empresa TechMet para aumentar a capacidade de produção de uma mina de cobalto e níquel no Piauí.

O DFC tem oito projetos ativos no Brasil que somam US$ 1 bilhão, e seis em preparação que somam mais de US$ 800 milhões.

UOL


EUA e Brasil precisam reduzir dependência de importações da China, diz Pompeo

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, alertou nesta segunda-feira que os Estados Unidos e o Brasil precisam diminuir sua dependência de importações da China para sua própria segurança agora que os dois países estão reforçando sua parceria comercial.

Em uma cúpula virtual sobre o aumento da cooperação EUA-Brasil visando a recuperação pós-pandemia, Pompeo sublinhou a importância de se ampliar os laços econômicos bilaterais dado o que classificou como os “riscos enormes” que decorrem da participação considerável da China em suas economias.

“Na medida em que podemos encontrar maneiras de aumentar o comércio entre nossos dois países, podemos… diminuir a dependência de cada uma de nossas duas nações de itens essenciais” saídos da China, disse.

“Cada um de nossos dois povos ficará mais seguro, e cada uma de nossas duas nações será muito mais próspera, seja daqui a dois, cinco ou 10 anos”, acrescentou.

O governo Trump está trabalhando para fortalecer os laços com o Brasil e proporcionar um contrapeso à China, disposta a obter alguma vantagem no que vê como uma nova competição pelo “Grande Poder”.

O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, está inclinado a seguir o roteiro, mas se vê limitado pelo fato de a China ser a maior parceira comercial do Brasil, já que compra a maior parte de sua soja e de seu minério de ferro.

Bolsonaro ainda não decidiu se impedirá as empresas de telecomunicações brasileiras de comprar equipamentos de 5G da chinesa Huawei Technologies Co Ltd, como quer o governo norte-americano.

Na cúpula organizada pela Câmara de Comércio dos EUA, Bolsonaro anunciou três acordos com Washington para garantir boas práticas comerciais e deter a corrupção. Ele disse que o pacote reduzirá a burocracia e aprimorará o comércio e o investimento.

Bolsonaro destacou também o ótimo momento nas relações entre Brasil e Estados Unidos e reforçou mais uma vez o objetivo de fazer o país ingressar na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Pompeo, por sua vez, ressaltou que o Brasil está se aproximando mais de uma filiação à OCDE com apoio dos EUA. “Queremos que isto aconteça o mais rápido que pudermos”.

O Banco de Exportação e Importação dos EUA apoiará projetos avaliados em 450 milhões de dólares no Brasil neste ano, e a Corporação Financeira dos EUA para Desenvolvimento Internacional tem planos envolvendo cerca de um bilhão de dólares em projetos no país, disse Pompeo.

Terra


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