Rebrote de Covid-19 en Brasil | El gobierno cierra las fronteras y Río analiza posponer el carnaval

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Coronavírus: fronteiras com Paraguai e Argentina são fechadas e divisa com SC tem restrições de passageiros

O primeiro país a anunciar o fechamento das fronteiras foi a Argentina. O presidente Alberto Fernández anunciou diversas medidas de restrição, entre elas a proibição de entrada e saída do país no limite com o Paraná por um período de 15 dias, podendo ser prorrogado.

A proibição de entrada no território argentino é para estrangeiros não residentes.

De acordo com o documento presidencial, a decisão visa minimizar a entrada e a propagação do vírus no país vizinho. Alberto Fernández disse que foram detectados passageiros que vinham de áreas de risco, pousavam em países vizinhos como o Brasil e tentavam entrar na Argentina pela fronteira terrestre.

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, também decidiu fechar a Ponte Internacional da Amizade, que liga Cidade del Leste a Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O bloqueio começou a 0h desta quarta-feira (18) e é válido por 15 dias para evitar a propagação do novo coronavírus naquele país.

Durante o período de restrição, paraguaios e estrangeiros que moram no país estão proibidos de sair do território vizinho. As exceções são turistas sem documento paraguaio, caminhoneiros, veículos com mercadorias e paraguaios que fazem tratamento médico no Brasil, a exceção vale apenas para condutores e não para os acompanhantes, que continuam restritos.

Podem entrar no Paraguai apenas os moradores do país, com a condição de ficar 14 dias em quarentena domiciliar.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou, nesta quarta-feira (18), uma resolução que suspende o transporte internacional de passageiros, além de determinar às empresas que façam o protocolo estabelecido de higienização dos veículos. A determinação tem vigência de 60 dias, podendo ser prorrogada.

Sobre o transporte interestadual de passageiros, ele continua em operação. Devido à situação emergencial para evitar situações que possibilitem o contágio pelo coronavírus, a ANTT flexibilizou a redução de frequência de horários.

Mesmo com a permissão da ANTT, o estado de Santa Catarina escolheu impedir a entrada de ônibus interestaduais no território catarinense. Sendo assim, passageiros que saem do ônibus Paraná não podem desembarcar em Santa Catarina.

No caso de linhas que conectam Paraná ao Rio Grande do Sul e passam pelas estradas catarinenses podem circular, mas não podem pegar ou deixar passageiros em Santa Catarina, segundo o Governo daquele estado.

As medidas estão sendo adotadas de maneira gradativa e a partir do primeiro minuto de quinta-feira já não sairão mais linhas dos terminais urbanos e rodoviários. O cumprimento das medidas será fiscalizado pela Agência Regulado (Aresc) e Policia Militar Rodoviária.

CBN Curitiba


Rio estuda realizar seu Carnaval em julho devido à pandemia

O Rio de Janeiro estuda realizar seu famoso carnaval em julho de 2021, disseram as escolas de samba nesta terça-feira (17), depois que a pandemia do coronavírus as obrigou a adiar a festa que normalmente acontece em fevereiro.

A nova data dependerá da existência de uma vacina, sua disponibilidade e de se o governo aceitará declarar o feriado nacional em julho, disse a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (LIESA), organizadora do desfile anual de carnaval.

“As escolas de samba decidiram que se existir uma vacina e o feriado nacional for decretado, o desfile será em julho”, disse o porta-voz da LIESA, Vicente Dattoli.

As escolas “se reuniram ontem e, com maior otimismo com as notícias sobre a eficiência das vacinas, acharam que neste momento dá para fixar julho”, entre 11 e 12 de julho, disse Dattoli à AFP.

No entanto, destacou que “sem vacina, esqueça todo o resto”.

Nem todos acreditam que será possível desfilar em julho. Mangueira, uma das escolas de samba mais tradicionais do Rio, disse que ainda não tem expectativas.

“A Mangueira não fez nada ainda. Não tem nem um enredo”, comentou o porta-voz da escola, Rubem Machado.

Com mais de 166.000 vítimas fatais, o Brasil é o segundo país com maior número de mortos pela pandemia, depois dos Estados Unidos.

Estado de Minas

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