Brasil | Laboratorio comenzará a producir la vacuna Sputnik V para exportar a América Latina

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La Sputnik V comenzará a producirse en Brasil desde el 15 de enero

Una empresa farmacéutica de Brasil comenzará a producir la vacuna Sputnik V. Será a partir del próximo viernes 15 de enero y todas las dosis de la vacuna se exportarán a países de América Latina que ya se registraron. Entre ellos están Argentina y Bolivia, según informaron.

La noticia fue confirmada por el director internacional de la empresa, Rogério Rosso. La empresa União Química espera la autorización de Anvisa (Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria) para iniciar las pruebas de fase 3. Hasta el momento, União Química es el representante de Sputnik V en América Latina y desde allí saldrán las dosis para todo el continente.

Se espera que la producción alcance los 8 millones de dosis mensuales en el primer semestre. De esta forma, esta empresa brasileña será la encargada de la fabricación de esta vacuna en todo américa latina. Por otro lado, viajarán a Rusia una delegación de la Unión Química viajará a Rusia para terminar de validad el proceso de la fabricación. Allí habrá una serie de reuniones con el Instituto Gamaleya de Investigación en Epidemiología y Microbiología, que desarrolló la vacuna, y con el Fondo Ruso de Inversión Directa, que financió la investigación y producción del Sputnik V

Por otro lado, el Gobierno prepara para la próxima semana el segundo vuelo rumbo a Rusia para traer al país el segundo cargamento de vacunas contra el coronavirus. En diciembre, llegaron a Argentina 300 mil dosis de la vacuna Sputnik V. Según se confirmó hasta el momento, el vuelo a Moscú saldrá el 14 de enero y regresará al país el 15 de enero. En primera instancia, llegarán otras 300 mil dosis al país.

El ministro de Salud, Ginés González García, confirmó el jueves que “a mediados de este mes” un avión de Aerolíneas Argentinas partirá rumbo a Rusia para “buscar las dosis complementarias de la primera aplicación” de la vacuna Sputnik V que se está inoculando en el país.

El Destape


Produção da Sputnik V no Brasil começa dia 15, mas doses serão exportadas

Por Noeli Menezes

A farmacêutica brasileira União Química começará a produzir a vacina Sputnik V em um laboratório de Brasília na próxima sexta-feira (15).

No entanto, todas as doses da vacina russa produzidas no Brasil serão exportadas para países da América Latina que já registraram o imunizante, como Argentina e Bolívia, segundo o diretor de negócios internacionais da empresa, Rogério Rosso.

No Brasil, a União Química aguarda autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar os testes da fase 3, quando a vacina é aplicada na população para avaliação da eficácia e de possíveis efeitos colaterais.

Na última segunda-feira (4), a Anvisa pediu que a União Química fornecesse mais informações para liberar os testes.

“Estamos lutando muito por esse registro e vamos priorizar o Brasil quando a Anvisa liberar. Mas a União Química é a representante da Sputnik V na América Latina e temos previsão de outros países registrarem a vacina nos próximos dias”, afirmou Rosso.

Ele ressaltou ainda que será a primeira vacina contra a Covid-19 a ser totalmente produzida no Brasil, com total transferência de tecnologia para o país. “Temos previsão de chegar à produção de 8 milhões de doses por mês ainda no primeiro semestre.”

O Butantan, responsável pela Coronavac, recebeu autorização da Anvisa para importar 6 milhões de doses da vacina da China.

A Fiocruz, fiadora da vacina de Oxford, vai importar da Índia 2 milhões de doses do imunizante para que o governo brasileiro possa iniciar a vacinação dos grupos prioritários assim que o uso emergencial for aprovado.

Viagem à Rússia

Uma comitiva da União Química viaja à Rússia nesta segunda-feira (11) para validar o processo de fabricação da vacina Sputnik V no Brasil.

Os integrantes da empresa farão uma série de encontros com o Instituto Gamaleya para Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia, que desenvolveu a vacina, e com o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia, que financiou a pesquisa e produção da Sputnik V.

A farmacêutica pretende ingressar com o pedido de uso emergencial da vacina tão logo a Anvisa autorize os testes clínicos no país. A imunização com a vacina russa também tem que ser feita em duas doses, com um intervalo de 21 dias.

CNN


O que se sabe até agora sobre a mutação do coronavírus com possível origem no Brasil

Por Nara Lacerda

O governo japonês informou ao Ministério da Saúde do Brasil que foi identificada uma nova cepa do coronavírus em pacientes que estiveram no Amazonas. O grupo chegou a Tóquio no dia 2 de janeiro e está isolado. Entre os contaminados estão uma menina de 10 anos, um jovem de 19 anos, uma mulher de 30 anos e um homem de 40 anos.

Há informações de que a variante tem semelhanças com as novas cepas encontradas no Reino Unido e na África do Sul. Ainda não há detalhes sobre a transmissibilidade, mas é possível que exista maior potencial de propagação, como foi observado por alguns especialistas nos dois países.

Segundo o Ministério da Saúde, o Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde já foi informado sobre a ocorrência. A pasta solicitou mais dados às autoridades japonesas para descobrir por onde os viajantes passaram no Brasil e orientar a rede de saúde a respeito do diagnóstico de novas cepas.

Na sexta-feira (8) foi divulgado que um caso de reinfecção do novo coronavírus no Brasil ocorreu pela nova cepa identificada na África do Sul. É o primeiro episódio dessa natureza observado no mundo. A paciente tem 45 anos e havia sido contaminada pela primeira vez em maio. No mês de outubro, ela voltou a ficar doente, com sintomas mais graves.

O Brasil registrou 29.792 casos da covid-19 neste domingo (10), segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Com isso, o total de infectados no país desde o início da pandemia é de 8,1 milhões. O número de mortes confirmadas em 24 horas foi de 469. Mais de 203 mil vidas já foram perdidas para o coronavírus em território nacional.

Saiba o que é o novo coronavírus

É uma vasta família de vírus que provocam enfermidades em humanos e também em animais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que tais vírus podem ocasionar, em humanos, infecções respiratórias como resfriados, entre eles a chamada “síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)”.

Também pode provocar afetações mais graves, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda Severa (SRAS). A covid-19, descoberta pela ciência mais recentemente, entre o final de 2019 e o início de 2020, é provocada pelo que se convencionou chamar de “novo coronavírus”.

Brasil de Fato


Brasil tem semana com mais casos de covid-19 desde início da pandemia

Por Nara Lacerda

Na semana que se encerrou no sábado (9), o Brasil registrou o maior número de casos da covid-19 em sete dias desde os primeiros relatos da doença do país. Foram quase 360 mil novos casos de infecção no período. Até então, o patamar mais elevado foi observado na semana entre 13 e 19 de dezembro, quando a soma de contaminados ultrapassou 320 mil.

Dados sobre mortes também apresentaram crescimento. Até 9 de janeiro foram 6.906, resultado mais expressivo registrado desde a segunda semana de agosto. A média móvel de mortes – soma de todos os casos dos últimos sete dias, dividida por sete – chegou a 987, o que também não era observado desde agosto.

As informações estão disponíveis no site do Ministério da Saúde, que fornece atualizações diárias dos números oficiais da pandemia no Brasil. Ainda segundo a página, o país tinha mais de 720 mil pacientes com a covid-19 em acompanhamento até este domingo (10).

O Brasil registrou 29.792 casos da covid-19 somente neste domingo (10), segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Com isso, o total de infectados desde o início da pandemia é de 8.105.790 no país. O número de óbitos confirmados em 24 horas foi de 469. Mais de 203 mil vidas já foram perdidas para o coronavírus em território nacional.

A novela das vacinas

Nesse sábado (9), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu novos documentos ao Instituto Butantan para o processo de aprovação do uso emergencial da CoronaVac. Segundo a agência, faltam documentos que são “condição necessária para viabilizar a avaliação, a conclusão e a deliberação sobre a autorização de uso emergencial das vacinas”.

Os levantamentos requisitados pela Anvisa dizem respeito à demografia, resultados do estudo por população de intenção de tratamento, descrição de desvios de protocolo, entre outros. Por meio de nota, o Instituto Butantan informou que atendeu prontamente ao pedido e “permanece fornecendo todos os documentos necessários”. De acordo com o órgão, o prazo para autorização de uso da vacina não foi alterado.

O governador de São Paulo, João Doria, criticou indiretamente o pedido. Sem citar a requisição, ele escreveu em uma rede social: “É preciso senso de urgência da Anvisa p/ liberação da vacina do Butantan. Ritos da ciência devem ser respeitados, mas devemos lembrar que o Brasil perde cerca de mil vidas/dia para a covid-19. Com a liberação da Anvisa, milhões de vacinas que já estão prontas poderão salvar vidas”.

Doria está envolvido em um embate político com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desde o início da pandemia. Nos últimos meses, a disputa tem como principal objeto de polêmica a campanha de vacinação contra o coronavírus. A vacina do Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, é fruto de uma parceria com uma empresa chinesa.

Em julho, o presidente já alardeava críticas sem embasamento ao imunizante produzido na China, maior parceiro comercial do Brasil. No início de novembro, ele chegou a comemorar, como uma vitória pessoal, a suspensão dos testes da vacina, determinada temporariamente pela Anvisa por um efeito adverso. A morte de um voluntário, que foi relatada pelo Butantan, não tinha relação com a substância.

Saiba o que é o novo coronavírus

É uma vasta família de vírus que provocam enfermidades em humanos e também em animais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que tais vírus podem ocasionar, em humanos, infecções respiratórias como resfriados, entre eles a chamada “síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)”.

Também pode provocar afetações mais graves, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda Severa (SRAS). A covid-19, descoberta pela ciência mais recentemente, entre o final de 2019 e o início de 2020, é provocada pelo que se convencionou chamar de “novo coronavírus”.

Como ajudar quem precisa?

A campanha “Vamos precisar de todo mundo” é uma ação de solidariedade articulada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo. A plataforma foi criada para ajudar pessoas impactadas pela pandemia da covid-19. De acordo com os organizadores, o objetivo é dar visibilidade e fortalecer as iniciativas populares de cooperação.

Brasil de Fato


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