Brasil | El Congreso inicia investigación contra Bolsonaro por el manejo de la pandemia

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Comienza investigación a gobierno de Brasil por gestión ante Covid-19

Una Comisión Parlamentaria de Investigación (CPI) entrará hoy en funciones para abordar posibles negligencias y el uso de fondos federales por parte del gobierno del presidente, Jair Bolsonaro, ante la pandemia de Covid-19 en Brasil.

Según la Agencia Senado, con la instalación oficial, la CPI elegirá de forma secreta a su presidente, vicepresidente y relator.

Detalló que en la reunión de este martes los miembros de la comisión tendrán la posibilidad de participar de forma presencial o virtual.

El único petendiente inscrito para presidir la junta es el senador Eduardo Girão, autor de la candidatura que amplió el foco de la CPI. Se espera que el congresista Omar Aziz también se presente a la elección.

La creación de la CPI fue solicitada por el senador opositor Randolfe Rodrigues, quien explicó que con ella se pretende ‘investigar las acciones y omisiones del Gobierno federal para enfrentar la pandemia (de Covid-19) en Brasil’.

En especial, agregó, ante ‘el deterioro de la salud en Amazonas con la falta de oxígeno para los pacientes hospitalizados en los primeros meses de 2021’.

Recientemente, el diputado federal y exministro de Salud Alexandre Padilha denunció a Bolsonaro por la práctica de genocidio con la creación de un ‘corredor de la muerte’ que llevó al país a liderar el número diario de decesos por Covid-19 en todo el mundo.

Ante esos hechos, la presidencia del país elaboró una estrategia de neutralización de las denuncias y envió a los 13 ministerios que conforman el Gobierno una lista con 23 potenciales acusaciones contra el mandatario y otras autoridades.

Entre las imputaciones aparece la negativa del exmilitar, por razones políticas e ideológicas, a recibir vacunas originarias de China; el uso de medicamentos (como la cloroquina) sin evidencia científica, o su negativa a medidas de confinamiento para frenar el avance de la enfermedad.

Un artículo del diario Folha de Sao Paulo hizo alusión a posibles escenarios con esta CPI e incluye la hipótesis de un futuro impeachment (juicio político) contra el mandatario.

Analistas comentaron a Folha que, pese a lo que pueda suceder durante los debates en la CPI, ‘las repetidas afirmaciones del presidente negando la gravedad de la pandemia y contra el aislamiento bastarían’ para abrir un proceso de destitución.

Brasil acumula hasta la fecha 391 mil 936 pérdidas de vida y 14 millones 369 mil 423 infectados por el coronavirus SARS-CoV-2, responsable de la Covid-19.

Prensa Latina


Bolsonaro ofende jornalista, ataca STF e ameaça governadores com Exército

Na véspera da instalação da CPI do Genocídio, que vai apurar a condução do governo federal no enfrentamento á Covid-19, Jair Bolsonaro chamou um jornalista de “idiota”, fez ataques ao Supremo Tribunal Federal e ameaçou usar as Forças Armadas contra governadores que insistam na adoção de medidas restritivas para conter o avanço do coronavírus. “Não estiquem a corda mais do que está esticada”, disse Bolsonaro nesta segunda-feira (26), durante viagem à Bahia.

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Bolsonaro disse, ainda, que o papel das Forças Armadas é garantir o cumprimento da Constituição. “[Os governadores] estão seguindo o artigo quinto da Constituição? Está sendo respeitado o direito de ir e vir, o direito de a pessoa ter um emprego, ocupar o tempo para exercitar a sua fé? É só ver se isso está sendo respeitado ou não”, disparou.

O ex-capitão também criticou o STF por ter autorizado que estados e municípios adotassem medidas restritivas próprias sem precisar do aval do governo federal. “É inconcebível os direitos que alguns prefeitos e govenadores tiveram por parte do STF É inconcebível. Nem estado de sítio tem isso”, disse.

Ele também atacou verbalmente uma repórter que o havia questionado o fato dele ter posado para uma foto em Manaus com uma placa escrito “CPF cancelado”, que faz referência a pessoas assassinadas por milícias. “Não tem o que perguntar, não? Deixa de ser idiota”, disse Bolsonaro à jornalista.

 

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Brasil 247


Técnicos da Anvisa recomendam reprovação da importação da vacina Sputnik V

Os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendaram a reprovação, nesta segunda-feira (26) da importação da vacina Sputnik V para o combate à pandemia de covid-19. De acordo com os gerentes, existe uma falta de documentos para a aprovação. Além disso, eles falaram sobre os possíveis riscos da vacina russa à saúde.

Os gerentes se reuniram de forma extraordinária para cumprir a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu um prazo de 30 dias para que a Anvisa decidisse sobre o uso da vacina.

A agência reguladora tentou recorrer do prazo, mas o ministro indeferiu o pedido nesta segunda.

Inspetores da agência viajaram para a Rússia no dia 16 de abril para coletar mais informações sobre o imunizante. Até então, a Anvisa havia informado que faltavam informações técnicas sobre segurança e eficácia do imunizante.

Ao longo dos últimos meses, conforme foi divulgado na imprensa e confirmado por uma série de personagens envolvidos no assunto, têm vindo a público informações que dão conta de que o governo brasileiro foi pressionado pelos Estados Unidos a não comprar a vacina russa, seguindo o interesse geopolítico estadounidense de “não ampliar a influência da Rússia na América Latina”.

No dia 12 de abril, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), informou que entraria com uma ação no STF solicitando a liberação de 5,87 milhões de doses da vacina Sputnik V pela Anvisa.

Nas redes sociais, o governador afirmou que “a Sputinik V já é utilizada em cerca de 60 países, com eficácia de 91,6%. Iremos a todas as instâncias possíveis para que as vacinas que adquirimos cheguem o mais rápido possível para imunizar nossa população”.

O estado oficializou a compra das 5,87 milhões de doses no dia 19 de março junto ao Fundo Soberano Russo. A compra fez parte de um acordo do Consórcio Nordeste, formado pelos nove estados da região nordeste, que estabeleceu a compra de 39 milhões de doses da Sputnik V. A compra também foi autorizada pela Assembleia Legislativa do Ceará e pelo STF, em caso de descumprimento do Plano Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde.

A Sputnik V utiliza tecnologia de vetor viral: um outro vírus, denominado cientificamente como adenovírus, carrega o material genético do Sars-CoV-2 para dentro do corpo humano, o que estimula a infecção de células humanas, e consequentemente de anticorpos, mas sem a reprodução do vírus. Por isso, não causa doença.

Com o atraso da análise pela Anvisa, o Brasil vai perder 2 milhões de doses da Sputnik V que chegariam ao Brasil até o fim do mês. Segundo o governador do Piauí, Wellington Dias, “infelizmente, o Brasil vai perder a oportunidade do recebimento do lote de abril da vacina Sputnik V. A demora da licença de importação se deve à burocracia por parte da Anvisa e à burocracia de exigências que não estão previstas na lei. A lei prevê que seja apresentada a certificação por uma agência reguladora internacional. Isso foi feito pelos estados e ainda temos a exigência de uma série de outros documentos”.

O pedido para uso emergencial da Sputnik V foi protocolado na Anvisa no dia 25 de março pela União Química.

O secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, afirmou que a entidade protocolou na última sexta-feira (23), uma série de documentos solicitados pela Anvisa para a liberação da vacina.

A importação era esperada também pelo governo do estado do Maranhão, que apresentou documentos à agência. Porém, a Anvisa relatou que tinha ausência de documentos e que inconsistências impossibilitavam a análise do “risco-benefício” da vacina.

Brasil de Fato


Pacientes intubados são amarrados por falta de medicamentos, dizem médicos de hospital da Zona Norte de SP

Sem medicamentos para sedação de pacientes intubados, médicos do Hospital Municipal da Vila Brasilândia, na Zona Norte da capital paulista, afirmam que estão sendo obrigados a amarrar mãos e pés dos internados, para que eles consigam suportar a dor.

Com 94% dos leitos de UTI ocupados, e novos infectados por Covid-19 que não param de chegar, três médicos do hospital, que pediram para não ser identificados, contaram ao SP2 como tem sido lidar com pacientes nessas condições.

“Está faltando vários insumos… faltando sedações, faltando luvas, faltando atadura, itens essenciais para o bom tratamento dos pacientes no maior hospital de campanha de Covid do estado de São Paulo”, disse um deles.

De acordo com os funcionários do hospital, só há no estoque remédios necessários para fazer o procedimento de intubação, não para manter os doentes graves sedados e imóveis, evitando o desconforto. O efeito desses medicamentos dura poucos minutos.

“A medicação para intubar são medicamentos para induzir. É um hipnótico junto com um bloqueador neuromuscular que você faz a intubação. Depois, passam cinco minutos e esse paciente acorda, depois que está intubado. E aí é o problema! Não tem sedação, não tem analgesia para esse paciente ficar no tubo. Então ele fica acordado no tubo, entendeu? O que pode ocasionar vários problemas. Vários problemas relacionados ao pulmão, que podem levar ao óbito do paciente”, afirmou o médico.

“Pacientes novos, pacientes que estão morrendo por falta de sedação. Não estamos conseguindo fazer o tratamento adequado neste hospital, entendeu?”

Um segundo médico disse se sentir impotente com a situação: “Fico transtornado. É um absurdo. Você vê paciente igual um peixe fora da água abrindo a boca, mordendo o tubo o tempo inteiro, completamente agitado”.

Sem a sedação adequada, os internados podem ficar com sequelas e até morrer. “A maioria não fica bem. Não tem um desfecho positivo. Isso causa um estímulo doloroso muito grande”, afirma um terceiro médico da unidade.

Ele disse que trabalha em outros hospitais, em que também estão faltando insumos, mas que a situação é pior no da Brasilândia. “Nos outros serviços não falta dessa maneira. Tem uma escassez, tá faltando alguma coisa. Mas não num quadro tão crítico quanto esse aqui. O Iabas não tem uma resposta, não tem nada oficial pra gente.”

O Hospital da Brasilândia é administrado pelo Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), uma organização social contratada pela Prefeitura de São Paulo, Segundo os médicos, a unidade recebeu os kits de intubação doados por empresários ao Ministério da Saúde, mas eles duraram apenas uma semana.

Cartaz colado na entrada da farmácia do hospital aponta quais medicamentos estão em falta por lá: propofol, midazolam/dormonid, fentanil, remifentanil, clorpromazina, cetamina, rocurônio e cistracúrio.

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde informou que “a situação geral de abastecimento dos medicamentos para intubação na rede municipal é considerada regular e esclarece que há diferentes medicamentos utilizados, como bloqueadores neuromusculares necessários para indução e manutenção da intubação, com mesma ação terapêutica”.

Em texto junto com o Iabas, a pasta disse também que “durante o processo de extubação – quando são retirados do paciente os medicamentos da intubação – as medicações sedativas são retiradas gradualmente para que o paciente acorde e retome a consciência. Durante esse processo, em alguns casos, o paciente fica agitado e, para que não se machuque, é necessária a imobilização física. Nesses casos, não há qualquer relação com o procedimento de intubação e medicamentos utilizados para tal operação, o chamado ‘kit intubação’.”

Confira a íntegra da nota conjunta:

“A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informa que a situação geral de abastecimento dos medicamentos para intubação na rede municipal é considerada regular e esclarece que há diferentes medicamentos utilizados, como bloqueadores neuromusculares necessários para indução e manutenção da intubação, com mesma ação terapêutica. A Pasta tem realizado a compra desses medicamentos para que não falte tratamento adequado, mesmo com as incertezas do mercado e dificuldade por parte das empresas em atender a demanda nacional. Os estoques dos medicamentos são verificados rotineiramente, caso seja necessário, é possível o remanejamento entre as Unidades de Saúde.

As compras de medicações do chamado “kit intubação” são realizadas por meio de pregões eletrônicos junto a laboratórios e distribuidoras nacionais. As empresas vencedoras desses pregões têm honrado com os seus compromissos de fornecimento em condições de manter os estoques necessários para o abastecimento dos hospitais municipais. Compras emergenciais podem ser acionadas no caso de atrasos de entregas pelos detentores das ATA’s.

A SMS, juntamente com o Instituto de Atenção Básica e Avançada em Saúde (IABAS), órgão esclarece que durante o processo de extubação – quando são retirados do paciente os medicamentos da intubação – as medicações sedativas são retiradas gradualmente para que o paciente acorde e retome a consciência.

Durante esse processo, em alguns casos, o paciente fica agitado e, para que não se machuque, é necessária a imobilização física. Nesses casos, não há qualquer relação com o procedimento de intubação e medicamentos utilizados para tal operação, o chamado “kit intubação”.

A SMS ressalta que este tipo de denúncia visa instalar clima de instabilidade entre profissionais e familiares que, neste momento, em nada contribuem para o enfrentamento da pandemia.”

G1


Brasil registra 1.139 mortes por covid e 28.636 novos casos em 24h

O Brasil registrou, nesta segunda-feira (26), 1.139 mortes por covid e 28.636 novos casos, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Com o balanço de ontem, o país contabiliza 391.936 mortes e 14.396.423 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas que já se recuperaram da covid-19 é de 12.879.051.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,7% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 186,5. A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 2.465 e a média móvel de novos casos é de 56.533.

O Vacinômetro do R7 mostra que 29.385.514 pessoas receberam a primeira dose das vacinas contra a covid-19 no país, o que corresponde a 13,88% da população, sendo que 12.978.579 já receberam a segunda dose e estão completamente imunizadas.

R7


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