Vacuna brasileña contra el coronavirus UFRJVac está en las últimas etapas de investigación

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Universidad Federal en Brasil desarrolla vacuna contra la Covid

La Universidad Federal de Río de Janeiro precisó este miércoles que la UFRJVac, una vacuna que se está desarrollando, se halla en las últimas etapas investigativas de los estudios en animales calificados como estudios preclínicos.

Según la decana de la Universidad, Denise Pires de Carvalho, los estudios están logrando una evolución satisfactoria, “pretendemos enviar la documentación para su análisis por parte de la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (Anvisa), para que se puedan autorizar los estudios fase 1-2 en humanos”, agregó.

La profesora aseveró que cuentan con las contrapartes para producir los lotes de vacuna que se utilizarán en los estudios clínicos. La tecnología de producción IFA (Ingrediente Farmacéutico Activo) comenzó a ser desarrollada en febrero de 2020 por el Instituto Alberto Luiz Coimbra de Estudios de Posgrado e Investigación en Ingeniería (Coppe).

La investigación en la UFRJVac está coordinada por la profesora Leda Castilho, quien también dirige el Laboratorio de Ingeniería de Cultivo Celular (Lecc) del Coppe / UFRJ. En dichos estudios participan profesores y estudiantes de otras unidades universitarias y centros investigativos.

Brasil reportó este miércoles 1.175 nuevos decesos por la Covid-19 para un acumulado de 559.607 fallecimientos como resultado del mal manejo que el Gobierno Bolsonaro ha hecho a la pandemia.

El Ministerio de Salud informó de unas 40.716 nuevas personas enfermas por el Sar Cov-2, por lo que el país llega a un total de 20.026.533 contagios desde el inicio de la pandemia.

TeleSur


Vacina da UFRJ contra a covid-19 deve ter testes em humanos este ano

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está desenvolvendo uma vacina contra a covid-19 e deve pedir, ainda este mês, a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar os testes clínicos em humanos. A equipe é liderada pela professora Leda Castilho, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe).

Denominada de UFRJvac, os testes com a vacina em animais foram promissores, segundo a professora. “A vacina está passando pelos últimos estágios de estudos em animais, que são os estudos que a gente chama de pré-clínicos. E, se tudo der certo, ela deve entrar em ensaios clínicos, que são os ensaios em voluntários humanos, até o final desse ano”.

Leda explicou que a tecnologia usada pela UFRJ é a da proteína recombinante, que utiliza uma cópia da proteína que recobre a superfície do vírus. A mesma técnica é usada em vacinas como a contra a hepatite B, o papilomavírus humano (HPV) e também na vacina contra a gripe.

“Essa tecnologia é facilmente aplicável a outras variantes do coronavírus e a outros vírus também. Mas para cada vírus a gente vai ter que entender e pesquisar qual é a melhor proteína viral que seria usada como componente ativo, o IFA da vacina. No caso do coronavírus já se sabe que é a proteína chamada de spike, a proteína que compõe a espícula, aquela parte pontiaguda do vírus, ela é uma boa IFA para vacinas”, disse a professora.

De acordo com ela, a equipe trabalha com diferentes variantes do coronavírus e está preparada para lidar com novas mutações que surgirem.

“A gente tem [vacinas com] várias variantes em desenvolvimento, algumas já prontas. Então, até o final do ano, antes de entrar em ensaios em humanos, a gente vai decidir qual é a variante mais importante para seguir adiante no desenvolvimento”, explicou.

Tipos de vacina
Cada uma das quatro vacinas contra a covid-19 utilizadas no Brasil, até o momento, tem uma tecnologia de desenvolvimento diferente.

A CoronaVac, desenvolvida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, utiliza a tecnologia de vírus inativado. Ao ser injetado no organismo, o vírus morto não é capaz de causar a doença, mas induz uma resposta imunológica.

O imunizante desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, na Inglaterra, e produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), emprega a tecnologia do vetor viral. No caso, é usado o adenovírus, que infecta chimpanzés e é manipulado geneticamente para ser inserido o gene da proteína spike do Sars-CoV-2.

A vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer, desenvolvida em parceria com o laboratório BioNTech, se baseia na tecnologia de RNA mensageiro sintético, que dá as instruções ao organismo para a produção das proteínas encontradas na superfície do novo coronavírus, estimulando assim a resposta do sistema imune.

Por último, a vacina Janssen, do grupo Johnson & Johnson, a única aplicada em apenas uma dose, também utiliza o vetor viral. Nesse caso, foi utilizado um tipo específico de adenovírus geneticamente modificado para não se replicar em seres humanos.

Agencia Brasil


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