Bolsonaro admite que no se vacunó y Bachelet alerta sobre la preocupante situación de los DDHH en Brasil

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Jair Bolsonaro admitió que no se vacunó contra el Covid-19

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, señaló este lunes que no se aplicó ninguna de las vacunas contra el coronavirus, y le restó importancia al hecho al especular con la posibilidad de haberse contagiado por segunda vez y no haberlo notado.

Las declaraciones del controvertido mandatario coincidieron con la superación de los 21 millones de infectados en el país, y mientras incluso desde su propio gabinete rescatan la importancia de la vacunación en pos de la economía.

Al salir del Palacio da Alvorada, el mandatario habló con un grupo de seguidores que lo esperaba y mencionó el resultado del examen IGG, que mide la tasa de anticuerpos en sangre, para justificar su inmunidad, y minimizar los fármacos contra el Covid-19.

“No me di la vacuna. Estoy con 991. Creo que me contagié de nuevo y no lo sabía”, afirmó, según consigna la agencia ANSA.

Bolsonaro había sido diagnosticado con la enfermedad en julio del año pasado, aunque solo tuvo síntomas leves. Desde el inicio de la pandemia, el mandatario se ha caracterizado por no respetar medidas preventivas y por restarle seriedad al coronavirus.

En tanto, el ministro de Salud, Marcelo Queiroga, realizó recientemente una presentación en un seminario de la Asociación Brasileña de Redes de Farmacia y Droguerías (Abrafarma), donde dijo que la vacunación es esencial para la recuperación de la economía.

“Todos sabemos que contener la pandemia a través de la vacunación masiva, la vigilancia activa para detectar rápidamente posibles nuevas variantes y las medidas de higiene y salud pública, son fundamentales para la recuperación de la economía global”, consignó, según la estatal agencia Brasil.

Asimismo, el funcionario reiteró su elogio al Sistema Único de Salud (SUS), al señalar su relevancia para la lucha contra la pandemia y los efectos de sus acciones en la economía del país, en medio de una crisis sanitara que tuvo un impacto global.

Datos oficiales
Según el último informe del Consejo Nacional de Secretarios de Salud, Brasil registró 6.645 nuevos casos de Covid-19 en las últimas 24 horas, con lo que acumuló 21.006.424 contagios,

El parte oficial informó, además, que hubo 215 muertes en un día, lo que llevó el total de víctimas de la emergencia sanitaria a 587.066.

Según los datos oficiales, el país ya pudo vacunar con al menos una dosis a cerca del 67% de su población, mientras que un 34% ya completó el esquema. A propósito, 18 capitales estaduales, incluidas San Pablo y Río de Janeiro, comenzaron a administrar una tercera dosis a personas que se hayan sometido a algún tipo de trasplante o que hayan recibido la segunda dosis (o dosis única, en el caso de Janssen) hace al menos 28 días.

La nación


Às vésperas de viagem de Bolsonaro, ONU denuncia abusos no Brasil

Sob pressão e criticado pela cúpula da ONU, o Brasil é incluído numa lista dos locais que despertam o alerta internacional, ao lado de cerca de 40 países considerados como “preocupantes” por sua situação de direitos humanos. A denúncia ocorre uma semana antes da visita do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para abrir a reunião da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque.

Nesta segunda-feira em Genebra, em um discurso no qual fez um raio-x dos contextos mais críticos do mundo, a alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, alertou sobre a lei antiterrorismo que está sendo avaliada no Brasil e aponta que, da forma que foi proposta, o texto ameaça ativistas de direitos humanos e entidades da sociedade civil. Ela também alertou para a situação dos povos indígenas e abusos contra o povo Yanomami.

O governo brasileiro terá a possibilidade de responder aos comentários nesta terça-feira. Mas as críticas e a referência ao Brasil na lista ampliam o constrangimento internacional do país. Em sua era democrática, o Brasil tradicionalmente ficou de fora dos países citados como “preocupantes” na avaliação global da ONU.

Indígenas

Um dos aspectos que desperta o alerta mundial é situação dos indígenas no país. “No Brasil, estou alarmada com os recentes ataques contra membros dos povos Yanomami e Munduruku por garimpeiros ilegais na Amazônia”, disse a chilena, durante a abertura do Conselho de Direitos Humanos da ONU. “Tentativas de legalizar a entrada de empresas em territórios indígenas, e limitar a demarcação de terras indígenas – notadamente através de um projeto de lei que está sendo analisado na Câmara dos Deputados – também são motivo de grande preocupação”, alertou Bachelet.

Ela ainda pediu que as autoridades revertam “políticas que afetam negativamente os povos indígenas” e que não se retirem da Convenção 169 da OIT, a Convenção Indígena.

No Tribunal Penal Internacional, indígenas e grupos da sociedade civil enviaram queixas contra o governo de Jair Bolsonaro por genocídio e crimes contra a humanidade por conta da situação dos povos tradicionais.

Silenciar a oposição
Outro aspecto alertado pela ONU se refere à lei antiterror, sob consideração no Brasil. “Meu escritório também está preocupado com a nova proposta de legislação antiterrorista no Brasil que inclui disposições excessivamente vagas e amplas que apresentam riscos de abusos, particularmente contra ativistas sociais e defensores dos direitos humanos”, apontou Bachelet.

No início do ano, numa carta confidencial enviada ao governo brasileiro, sete relatores da ONU alertam que projetos de lei apoiados pela base bolsonarista no Congresso para reformar a lei antiterrorista ameaçam silenciar críticos e oposição, criminalizar movimentos sociais e greves, além de restringir liberdades fundamentais.

O projeto de lei, que estava parado desde 2019, voltou a ganhar a atenção da ala aliada do presidente Jair Bolsonaro nos últimos meses. Ele altera a legislação antiterrorismo no país e, para seus críticos, uma eventual aprovação limitaria também o direito ao protesto. O texto muda três leis sobre antiterrorismo já existentes. O projeto amplia atos tipificados como terrorismo, permite a infiltração de agentes públicos em movimentos e dá autorização para operações sigilosas.

Brasil mantido na lista de locais que preocupam
Não é a primeira vez que Bachelet inclui o Brasil. Já no ano passado, o país também foi mencionado quando a chefe da ONU apresentou seu informe. Mas, para diplomatas, a manutenção do Brasil no grupo citado é um sinal da crise internacional envolvendo o governo de Jair Bolsonaro.

Além do Brasil, a ONU incluiu na lista países como Mali, Filipinas, Myanmar, Níger, Ucrânia, China ou Venezuela. Na América Latina, também foram citados casos de abusos e preocupações no Haiti, Honduras, Guatemala e El Salvador.

A presença do governo Bolsonaro na lista de Bachelet vem num momento em que o país vive uma pressão internacional sem precedentes, desde o início da redemocratização. Acusações apresentadas nos organismos internacionais variam desde a situação dos povos indígenas, a gestão da pandemia, violência policial, ataques contra a sociedade civil e jornalistas, além da situação ambiental e desmatamento.

Bolsonaro, de seu lado, fez questão de atacar Bachelet ainda no início de seu mandato, quando a chilena criticou ainda em 2019 a violência policial no país. Naquele momento, ele fez uma apologia ao ditador Augusto Pinochet, responsável por um golpe de estado no Chile e governo que matou o pai de Bachelet e torturou sua família.

Mais recentemente, a ONU declarou estar preocupada com a crise política brasileira, apelando para que o estado de direito fosse preservado.

Uol


Presidente da CPI da covid diz que Bolsonaro tentou golpe no 7 de setembro e defende impeachment

O senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da Covid, afirmou nesta segunda-feira (13) que votaria pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) caso ele fosse pautado no Senado.

“Votaria sim [pelo impeachment], não só pelo que ele falou dos ministros do Supremo, mas principalmente na atuação dele na omissão da pandemia. Não chegamos agora a 600 mil mortes à toa”, afirmou Omar em entrevista ao portal Uol.

Na Band, Aziz acrescentou que nas manifestações no 7 de setembro ocorreu uma “tentativa de golpe frustrado” por parte de Bolsonaro e que não teve tido sucesso porque não houve adesão de instituições.

“O que aconteceu no 7 de setembro foi um princípio de golpe, sim […]. Você não vai colocar milhões de brasileiros na rua por causa do ministro [do STF] Alexandre de Moraes. Ele é mais um ministro de uma corte de 11. Você para o Brasil, para o caminhoneiro, as pessoas ofendendo instituições, por causa de um ministro? […]. Você não vê, da parte do presidente, depois de quase três anos no governo, falar qual é o legado dele”, comentou o presidente da CPI da Covid.

Manifestações de 12 de setembro
Comentando sobre os atos contra o presidente Bolsonaro que ocorreram no domingo (12), Aziz avaliou que, apesar de não terem tido uma grande quantidade de pessoas, houve uma grande representatividade por parte de quem foi.

“De um lado houve pessoas querendo o impeachment do presidente e, do outro, já pensando em candidaturas à presidente da República, e isso não é bom”, disse o senador.

Jornal do Brasil

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