Se confirman los primeros seis casos de flurona y se suspende la temporada de cruceros

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Brasil confirma los primeros seis casos de flurona

En medio de una nueva ola de la pandemia, las autoridades sanitarias de Brasil confirmaron el lunes los primeros seis casos de flurona, una infección simultánea de gripe y coronavirus que puso en alerta al mundo en los últimos días.

Según las autoridades sanitarias, se confirmaron dos casos en la ciudad de Río de Janeiro, tres en Fortaleza y uno en Sao Paulo.

Uno de los casos detectados en Río de Janeiro fue a un adolescente de 16 años, que recibió la atención de las autoridades de vigilancia sanitaria.

”Es importante resaltar que no existen estudios científicos publicados que confirmen las implicaciones clínicas o inmunológicas de una infección conjunta; vamos por seguir cualquier caso que sea notificado”, dijo la Secretaría de Salud de Río de Janeiro.

Los casos de flurona reportados en la ciudad de Fortaleza, la capital de Ceará, corresponden a dos bebés de un año que ya tuvieron el alta y un hombre de 52 años que no necesitó ser internado.

Expertos han advertido que la tendencia es hacia el aumento de los casos de ‘flurona’ causados por la nueva variante ómicron, que se propaga a una velocidad récord.

La infección simultánea de gripe y coronavirus fue reportada por primera vez en Israel. Se le detectó a una mujer embarazada de 30 años, que mostró síntomas leves, a pesar de que no estaba vacunada contra ninguna de las dos afecciones.

teleSUR


‘Flurona’: Brasil tem seis casos confirmados em três estados

O Brasil tem ao menos seis casos confirmados de infecções simultâneas de covid-19 e influenza, chamadas de “flurona”. Foram registrados dois casos no Rio de Janeiro, três em Fortaleza e um em São Paulo.

No Rio, a dupla infecção foi identificada em um adolescente de 16 anos. O rapaz, segundo reportagem do G1, começou a apresentar sintomas leves, como coriza e febre baixa na última quarta-feira, 29.

Como o adolescente continuou com o mesmo quadro, a mãe decidiu levá-lo a um laboratório particular, onde foi submetido a testes de covid e Influenza –-ambos os resultados foram positivos.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio também confirmou um segundo caso de “flurona”, sem dar detalhes do paciente.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro informou que, até o momento, não há nenhum caso confirmado de dupla infecção.

Ainda de acordo com o órgão, em geral os casos são notificados pela doença mais grave – na situação específica, a covid-19.

Os três pacientes de Fortaleza, entre eles dois bebês de 1 ano, tiveram o diagnóstico das duas doenças simultâneas em dezembro, quando o país teve um aumento dos casos de síndromes gripais. Todos tiveram sintomas leves das doenças.

Já em São Paulo, o caso confirmado é da jornalista Giulia Fernandez, que recebeu a confirmação para covid-19 e influenza no dia 20 de dezembro em um hospital particular.

Especialistas dizem que os casos de dupla infecção devem aumentar no Brasil, já que os dois vírus estão circulando ao mesmo tempo e são altamente transmissíveis.

Os casos de “flurona” começaram a chamar atenção quando autoridades de saúde Israel confirmaram no sábado, 1, o caso de dupla infecção em uma grávida. A mulher estava internada no Rabin Medical Center, na cidade de Petah Tikva.

Catraca Livre


Companhias de cruzeiros suspendem operações no Brasil até 21 de janeiro, após surtos de Covid a bordo

A Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros (Clia) divulgou na tarde desta segunda-feira (3) que as companhias suspenderão suas operações no Brasil até o próximo dia 21.

A decisão acontece um dia depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçar a “urgência” de uma interrupção imediata da temporada de cruzeiros, após surtos de Covid em navios.

Horas depois de as empresas anunciarem a paralisação, o governo federal anunciou que concordou com a medida e que fará novas reuniões para avaliar a possibilidade da retomada das atividades.

Para quem estava com viagem marcada para o período de suspensão, a Clia indica procurar as empresas responsáveis pelos cruzeiros e verificar a política de cada uma para essa situação.

Navios com dezenas de casos

A Anvisa suspendeu embarques em dois navios, no último domingo (MSC Splendida) e nesta segunda (Costa Diadema), em Santos (SP), após dezenas de passageiros testarem positivo para Covid os últimos dias.

No Splendida, houve 78 infectados em uma viagem de réveillon e a embarcação atracou às pressas no Porto de Santos, no último dia 30. Os passageiros tiveram de ficar isolados em suas cabines.

Uma nova viagem seria iniciada no último domingo, mas a Anvisa cancelou o embarque de cerca de 2 mil turistas que esperaram por horas para entrar no navio. E o Splendida entrou em quarentena.

No Costa Diadema, foram diagnosticados 68 casos e o navio ficou atracado em Salvador, com 4 mil pessoas em quarentena desde o último dia 30. Ele atracou em Santos nesta segunda, para desembarque dos passageiros, e teve as próximas duas viagens canceladas pela Anvisa.

Outro navio da MSC, o Preziosa, teve 28 infectados, que desembarcaram no Rio, e foi liberado para seguir viagem no último domingo (3), após 8 horas de atraso do embarque.

O que diz o governo

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que uma decisão “a nível de governo” sobre a recomendação da Anvisa de encerrar a temporada de cruzeiros estava sendo tratada sob a coordenação do gabinete civil da Presidência da República, pelos ministérios da Saúde, da Infraestrutura e da Justiça.

Na noite desta segunda, foi divulgado um comunicado das três pastas, mais o Ministério do Turismo e a Casa Civil, confirmando a suspensão temporária, após reunião com empresas do setor.

Segundo o governo, houve também uma reunião com secretários de Saúde de estados e municípios “para discutir o atual plano de operacionalização da atividade de cruzeiros diante do aumento de casos da variante ômicron”.

E que novos encontros serão realizados com municípios, estados e empresas “para, juntos, reavaliarem a possibilidade do retorno das atividades”.

Mais cedo, logo após as companhias anunciarem a paralisação temporária, Queiroga disse que já era esperado que casos de Covid pudessem ocorrer nos cruzeiros.

“Nós tínhamos uma portaria que oferecia segurança para realização dos cruzeiros e previa situações como essa, de ter casos de Covid. Ali já tinha toda a normativa”, afirmou o ministro, na tarde desta segunda.

“Se as companhias de cruzeiro estão fazendo isso (a suspensão das atividades), naturalmente que estão observando o que está escrito na portaria e a segurança de quem contrata esses passeios”, completou Queiroga.

A retomada das operações dos navios de cruzeiro para a temporada de 2021/2022 foi prevista pela Portaria Interministerial CC-PR/MJSP/MS/MINFRA nº 658, de 5 de outubro de 2021, em cenário epidemiológico anterior à notificação mundial sobre a identificação da nova variante de preocupação, Ômicron, que foi relatada pela primeira vez à Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 24 de novembro.

O que dizem as empresas

A associação das empresas de cruzeiros diz que os casos identificados consistem em “uma pequena minoria da população total a bordo”, mas que “busca alinhamento com as autoridades do governo federal, Anvisa, estados e municípios para resolver as diferenças de interpretação e aplicação das medidas previamente aprovadas com este novo cenário”.

Os cruzeiros que estão atualmente em navegação vão finalizar seus roteiros conforme previsto, diz a Clia.

“A atual temporada, após o término da suspensão, poderá ser cancelada na íntegra se não houver adequação e alinhamento entre todas as partes envolvidas para possibilitar a continuidade da operação”, conclui a nota.

O g1 procurou as companhias individualmente na manhã desta segunda, pedindo para que se posicionassem sobre a recomendação da Anvisa de encerramento da temporada.

A Costa Cruzeiros, operadora do navio Costa Diadema, afirma que “tem cumprido as medidas de saúde e segurança exigidas pelas autoridades brasileiras e que prontamente reforçou as medidas preventivas a bordo desde a confirmação de casos positivos”.

“A Costa vem adotando rígidos procedimentos de saúde para embarque de passageiros no Brasil e no exterior por meio do Protocolo de Segurança Costa, respeitando as determinações das autoridades locais. O Protocolo de Segurança Costa, que reúne uma série de medidas relativas a todos os aspectos do cruzeiro, vai além dos protocolos de saúde em vigor e determina que todos os hóspedes e tripulantes estejam totalmente vacinados e apresentem exames negativos no momento do embarque”, completou.

“Durante os cruzeiros, a Costa realiza a testagem diária de 10% dos hóspedes, além de manter 100% da tripulação regularmente testada. As medidas estabelecidas pelo Protocolo de Segurança Costa colocam os navios entre os locais de férias mais controlados e monitorados, e têm se mostrado eficazes em mais de 18 meses de operações seguras em todo o mundo”.

Estela Farina, diretora geral da NCL Cruzeiros, informou em nota que, em princípio, a empresa não concordava com a recomendação da Anvisa de encerramento a temporada no Brasil.

“O principal motivo é pela experiência que temos tido em nossos navios, onde os rígidos protocolos têm se mostrado eficientes”, afirmou.

Segundo Estela, “o percentual de positivos é bem pequeno em relação ao volume de passageiros e tripulantes, somados, e, como são todos vacinados, a maioria está assintomático ou com sintomas leves”.

Mas a diretora disse que acreditava que as companhias, juntamente com a Clia, saberiam “encontrar a solução para este momento”.

MSC e Promoação também foram procuradas, mas não deram retorno até a última atualização da reportagem.

O Globo

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