Fora Bolsonaro: movimientos sociales se manifestarán el jueves “en defensa de la democracia”

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Movimentos populares voltam às ruas nesta quinta em defesa da democracia e por direitos

Por Nicolau Soares

Nesta quinta-feira (11), as ruas de ao menos 19 capitais serão palco de manifestações pela democracia, em defesa de eleições livres e contra a violência política. Inicialmente convocados pelos movimentos populares, sociais e sindicais organizados na campanha «Fora, Bolsonaro» para o dia 6, os atos foram adiados para acontecerem na mesma data da leitura da «Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito», que já recebeu mais de 800 mil assinaturas até aqui.

«A campanha vem realizando, desde que Bolsonaro assumiu, atos em defesa da democracia, para pressionar pela questão da vacinação, denunciando a fome, o desemprego. E agora, voltamos às ruas contra a escalada do autoritarismo, da ameaça de não respeitar as eleições, ou seja, não respeitar a soberania popular do voto, anunciando ao mundo naquela reunião com os embaixadores que a urna eletrônica não é segura», afirma Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP) e um dos organizadores da campanha, que inclui as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, além de dezenas de entidades.

A organização da campanha já tem 22 atos confirmados em 19 estados, número que deve crescer até a quinta-feira. Em São Paulo, a manifestação pública acontece a partir das 17h, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, o ato acontece na Candelária, região central da cidade, a partir das 16h.

Também está previsto ato em Brasília, em frete ao Congresso Nacional, a partir das 15h. Em Salvador, será realizada uma passeata saindo da praça do Campo Grande às 9h.

Ações simultâneas

A data marca o lançamento oficial do manifesto elaborada por ex-alunos e professores da Faculdade de Direito da USP, que acontecerá às 11h30, no Salão Nobre da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.

Mais cedo, às 9h30, será feita a leitura do manifesto Em Defesa da Democracia e da Justiça, de iniciativa da Fiesp e subscrito por 107 entidades de diversos setores, como a Febraban e organizações ligadas ao agronegócio. O documento já foi publicado em alguns dos maiores jornais do Brasil na semana passada.

A diversidade de setores mostra um amplo arco de forças na defesa da democracia, o que é comemorado por Raimundo. «Isso é importante, nós saudamos essa iniciativa puxada pela Faculdade de Direito da USP e por setores empresariais, mas nós achamos que o elemento rua é fundamental nessa luta em defesa da democracia para o povo brasileiro», afirma, ressaltando as diferenças entre os grupos.

«Nós defendemos a democracia, mas defendemos a democracia com direitos. Com políticas públicas. Não existe democracia com racismo, com desemprego, com fome, com miséria. Estaremos nas ruas fazendo a defesa da democracia, da soberania popular do voto, mas também levando a nossa pauta de denúncia, do desemprego, das más condições de vida do povo brasileiro», conclui.

Brasil de Fato


PT inicia campanha com Lula e Alckmin em SP e atos pelas ruas de todo o país

O Partido dos Trabalhadores (PT) definiu a estratégia para o início da campanha eleitoral no próximo dia 16: haverá atividades em todo o país e ato do ex-presidente Lula e do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) em São Paulo. A informação é do portal UOL.

O partido convocará seus oito aliados da coligação «Brasil pela Esperança» (PSB, PV, PCdoB, PSOL, Rede, Solidariedade, Avante e Agir) e os diretórios regionais para atos em todo território nacional, com foco não somente em comícios, mas em panfletagem, adesivaços, distribuição de bottons, bandeiras, entre outros. O propósito é fortalecer a imagem nacional do partido sem depender de Lula, reforçando as candidaturas locais.

«Cada um vai fazer do jeito que o estado está mais acostumado. As pessoas têm, em cada estado, uma forma de fazer manifestação, mas estamos orientando que a campanha seja colocada na rua. As banquinhas com material e visual, que já são tradicionais. Tem gente que vai fazer caminhada, tem gente que quer fazer pequenos atos», afirmou Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, em declaração recuperada pelo UOL.

Enquanto isso, Lula e Alckmin deverão promover um ato em porta de fábrica na capital paulista com centrais sindicais, visando ‘voltar às raízes’ do presidenciável petista. As pautas serão criticar o aumento do desemprego, da inflação e do uso eleitoral do aumento do Auxílio Brasil por Jair Bolsonaro (PL). Há a alternativa de fazer uma caminhada pela cidade, ainda restando bater o martelo para saber qual será a programação exata do dia 16.

Na mesma semana, no dia 18, a chapa presidencial viaja a Belo Horizonte para promover um comício com o ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD) e o deputado André Janones (Avante). Então, Lula e Alckmin retornam a São Paulo para um grande comício no sábado (20) no Vale do Anhangabaú, com a presença do ex-prefeito e atual candidato ao governo, Fernando Haddad (PT).

Na semana seguinte, há o planejamento de um ato no Rio de Janeiro com a presença do deputado federal Marcelo Freixo (PSB), que pleiteia o governo carioca.

Brasil


Bolsonaro le pidió a banqueros no apoyar a Lula en las presidenciales

Por Pablo Giuliano, corresponsal en Brasil

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, pidió este lunes a los principales banqueros del país evitar apoyar al candidato opositor y exmandatario Luiz Inácio Lula da Silva porque según su opinión colocará a los brasileños “dentro del tren” de la izquierda en América Latina, al tiempo que repudió una iniciativa de sectores de la sociedad civil para firmar un manifiesto en defensa de la democracia.

Lo hizo en un discurso en la sede de la Federación Brasileña de Bancos (Febraban), en el cual dejó en claro que su campaña para la reelección el 2 de octubre estará centrada en los ataques a Lula y en vincular su figura a los escándalos de corrupción por los cuales fue condenado en la Operación Lava Jato, pese a que los procesos fueron anulados por haberse originados por manipulación política.

“Durante el gobierno de Lula y los 14 años del PT (Partido de los Trabajadores) había soborno para todo, sin excepción. ¿Quieren eso de vuelta? Lula dijo que hará el doble en caso de volver, y si lo eligen estaremos con el trencito de Cuba, Venezuela, Argentina, Chile y Colombia”, afirmó Bolsonaro.

El mandatario ultraderechista acostumbra decir que todos los gobiernos que no pertenecen a la derecha conservadora son parte de algún tipo de izquierda que amenazaría la forma de vida de los brasileños, uno de los argumentos usados en 1964 para derrocar al presidente laborista Joao Goulart e instalar una dictadura de 21 años que se extendió hasta 1985.

Bolsonaro calificó a Lula como un “empleado que robó en una empresa y no merece ser recontratado”, aunque omitió que no existen procesos contra el exsindicalista, que marcha primero en las encuestas de intención de voto.

El presidente también se negó a firmar una carta que ya suscribieron más de 700.000 personas en contra de sus amenazas de fraude y de haber levantado sospechas sobre manipulación de las urnas electrónicas que organiza la Facultad de Derecho de la Universidad de San Pablo.

La Febraban respaldó la iniciativa junto con otra poderosa entidad, la federación de industrias de San Pablo.

“Una cartita la hace cualquiera: el que es demócrata de verdad no necesita firmar cartitas. La democracia se siente, hablar todo el mundo habla”, aseguró.

Este lunes, un militar miembro de una comisión de las Fuerzas Armadas ante el Tribunal Superior Electoral fue expulsado por decisión del juez electoral Edson Fachin a raíz de que publicó noticias falsas en las redes sociales sobre el funcionamiento del sistema de escrutinio.

Bolsonaro pidió a los principales banqueros del país -los CEOs de Itaú, Bradesco, Santander, Nubank, Safra, entre otros- que permitan que los beneficiarios del plan social Auxilio Brasil puedan sacar crédito por descuento de haberes en el recibo de ingresos antes de las elecciones.

Los grandes bancos han rechazado el endeudamiento masivo con alto riesgo de morosidad sin tener la seguridad de que el gobierno mantendrá el auxilio en 600 reales, unos 520 dólares.

Más de 30 millones de personas recibirán a partir de agosto los aumentos en los planes sociales, lo cual según analistas políticos podría mejorar el desempeño de Bolsonaro ante Lula.

El ultraderechista dijo a los banqueros que el país está “superando las turbulencias económicas mundiales”.

Bolsonaro volvió a defender la incorporación de técnicos de las Fuerzas Armadas a los equipos de la justicia electoral ya que considera que existen fallas en el sistema de urna electrónica, una postura que fue rechazada por expertos y todo el arco político, incluso parte del oficialismo.

El presidente estuvo acompañado de su exministro de Infraestructura Tarciso de Freitas, candidato oficialista a gobernador de San Pablo, el estado más rico y poblado del país.

En la carrera hacia la gobernación de San Pablo, el bolsonarista Freitas marcha tercero, detrás del líder en las encuestas, Fernando Haddad, del PT y el gobernador Rodrigo García, del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB).

Los tres participaron de un debate que abrió la temporada de campaña televisiva regional en el canal Bandeirantes el domingo por la noche.

Télam

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