Lula se reúne con el presidente de Portugal tras su paso por la COP27

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Lula cumple visita de dos días a Portugal tras COP27

El presidente electo de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, comienza una visita de dos días a Portugal, donde será recibido por el mandatario Marcelo Rebelo de Sousa y el primer ministro António Costa.

La llegada de Lula a Lisboa fue confirmada por el Partido de los Trabajadores (PT) y el gabinete de Costa, quien declaró apoyo al otrora candidato de esa organización política antes de la segunda vuelta de elección del 30 de octubre.

En esa jornada de votación, el extornero mecánico derrotó en urnas al mandatario de tendencia ultraderechista Jair Bolsonaro, quien jamás estuvo en territorio luso en visita oficial.

Medios periodísticos aseguran que el viaje del exsindicalista es calificado de acercamiento institucional entre las naciones.

De acuerdo con la agenda de estancia, el líder petista se reunirá con Rebelo de Souza, en el Palacio de Belém, y más tarde con Costa, líder del Partido Socialista.

Será el primer encuentro bilateral del gobernante electo, después de los comicios, con jefes de gobierno de un país extranjero.

Para mañana, están previstos encuentros de Lula con asociaciones y colectivos sociales en el núcleo del PT en Lisboa. La hora y el lugar aún no están definidos.

Antes de las presidenciales, estos grupos realizaron una serie de manifestaciones a favor del exdirigente obrero en Portugal, donde ganó la disputa.

En su primer viaje internacional como presidente electo, Lula participó en la Conferencia de Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (COP27), que concluyó este viernes en Egipto.

La víspera, terminó su paso por el evento tras reunirse con el secretario general de Naciones Unidas, Antonio Guterres, y autoridades de Noruega y Alemania.

Pese a que se desconocen temas tratados, según lo adelantado por Lula, pidió a Guterres que la COP30 se realice en su país, más específicamente en la Amazonia. El evento tendría lugar en 2025.

Tras la cita con el secretario de la organización internacional, Lula platicó con el ministro de Medio Ambiente de Noruega, Espen Barth Eide.

Poco después, Barth Eide anunció que su país debe reactivar las inversiones en el Fondo Amazónico,

suspendido luego que el exministro de Medio Ambiente de Brasil Ricardo Salles cambiara las reglas de financiación.

También el jefe de Estado electo conversó con la ministra de Relaciones Exteriores de Alemania, Annalena Baerbock, con quien abordó el Fondo Amazónico.

Lula tiene previsto regresar el mismo sábado a Brasil.

Prensa Latina


Lula se reúne com presidente e primeiro-ministro de Portugal nesta sexta

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontra, nesta sexta-feira,18, em Lisboa, com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e com o primeiro-ministro, Antônio Costa.

A reunião com o presidente português ocorre às 17h (horário local), no Palácio de Belém, na Praça Afonso de Albuquerque. Em seguida, às 20h (horário local), Lula se encontará com o primeiro-ministro Rua da Imprensa à Estrela, 6.

Lula encerra participação na COP27 com secretário-geral da ONU

O presidente eleito Lula da Silva (PT) encerrou sua participação na COP27, nesta quinta-feira, 17, no Egito, em reuniões bilaterais com lideranças globais. Ele esteve com o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Apesar do conteúdo da reunião não ter sido divulgado, Lula já havia anunciado que pediria a Guterres para que o Brasil, mais especificamente algum estado da Amazônia, seja a sede da Conferência para o Clima em 2025.

Em seguida, o presidente eleito esteve com o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Espen Barth Eide. Após o encontro, o norueguês anunciou que seu país deve reativar os investimentos no Fundo Amazônia. Os investimentos foram suspensos durante o governo Jair Bolsonaro.

Lula também esteve com a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, com quem também tratou sobre o Fundo Amazônia.

Brasil 247


Ex-chanceler Mauro Vieira é cotado para reassumir o Itamaraty no governo Lula

O ex-ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira é cotado para voltar ao cargo no novo governo Lula (PT), informa Andréia Sadi, do g1. Vieira foi chanceler do Brasil durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Técnico, o nome de Vieira ajudaria a recuperar a imagem internacional do Brasil, argumentam assessores do presidente eleito.

“O Itamaraty é um ministério-chave para o próximo governo, uma vez que recuperar a imagem do Brasil junto à comunidade internacional é uma das prioridades da nova gestão. Essa tarefa demanda alguém com conexões em embaixadas e corpos diplomáticos. Lula já disse que tem apenas quatro anos, o que limita o tempo para que alguém sem o conhecimento da função se familiarize com o trabalho e monte uma agenda, razão pela qual Vieira é cotado para a pasta”, diz a reportagem.

Também cotado para o posto, Jaques Wagner (PT-BA) deve permanecer no Senado.

Brasil 247


Sem Bolsonaro e Mourão, quem vai entregar a faixa a Lula?

Por conta da expectativa de que Jair Bolsonaro (PL) deixe o País para não passar a faixa ao presidente eleito Lula (PT), a equipe responsável pela preparação da posse e transmissão da faixa presidencial já está pensando em um novo nome.

A ideia é que a faixa seja entregue a Lula de maneira simbólica “pelo povo” – ou seja, por um representante do povo brasileiro.

De acordo com o jornal Valor Econômico, a possibilidade mais forte hoje é que a entrega da faixa a Lula seja feita na rampa do Palácio do Planalto por uma mulher indígena ou negra. A definição nos próximos dias deverá ser feita por Janja, que retorna com Lula no próximo fim de semana de uma viagem ao Egito e a Portugal.

Além da possibilidade de que Bolsonaro não entregue a faixa, o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos), também rejeitou a ideia. Segundo ele, por não ser uma função dele.

A transmissão da faixa presidencial é um evento meramente simbólico e tradicional que marca a passagem de poder no Brasil. O último presidente que não entregou a faixa ao sucessor eleito foi João Figueiredo, último presidente da ditadura militar, quando José Sarney (então no PMDB) assumiu em 1985.

Carta Capital

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