Brasil | Lula destaca la “decisión histórica” de los países que reconocieron al Estado palestino

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Lula da Silva felicita a países que apoyan la creación del Estado de Palestina

El presidente de Brasil, Lula da Silva, destacó este jueves la “decisión histórica” de los países que reconocieron al Estado palestino, una determinación que consideró positiva para impulsar los “esfuerzos” de paz en Medio Oriente.

“La decisión conjunta de España, Irlanda y Noruega hace justicia a la reivindicación de todo un pueblo, reconocido por más de 140 naciones, a su derecho a la autodeterminación”, escribió el mandatario en su cuenta oficial en X (antes Twitter).

“Además, esta decisión tendrá un efecto positivo en el apoyo a los esfuerzos por la paz y la estabilidad en la región. Esto sólo ocurrirá cuando se garantice la existencia de un Estado palestino pleno e independiente”, agregó Luiz Ignacio.

Lula, de 78 años, recordó también que Brasil fue “uno de los primeros países de América Latina (en diciembre de 2010, durante su segundo mandato)” en reconocer al Estado de Palestina, algo que después fue replicado por otros países.

España, Irlanda y Noruega anunciaron este miércoles que reconocerán al Estado palestino el 28 de mayo, lo que provocó la crítica de Israel, en medio de su invasión militar a la Franja de Gaza, donde ya se cuentan más de 30 mil muertes.

El Estado de Israel convocó al embajador brasileño en Tel Aviv, Frederico Meyer, luego de que el mandatario del gigante sudamericano comparara los ataques israelíes en la Franja de Gaza con los de la Alemania Nazi en el Holocausto.

PERU 21


«Decisão da Espanha, Noruega e Irlanda de reconhecer a Palestina é histórica», diz Lula

Por:Luiza Lopes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (23) que a decisão de Espanha, Noruega e Irlanda em reconhecer o Estado Palestino é «histórica» e terá «efeito positivo» para a paz e estabilidade na região.

Em publicação no X (antigo Twitter), Lula escreveu que a medida «faz justiça em relação ao pleito de um todo um povo» e que a estabilidade no Oriente Médio só será atingida «quando for garantida a existência de um Estado Palestino independente».

«A decisão conjunta de Espanha, Noruega e Irlanda de reconhecer a Palestina como um Estado é histórica por duas razões. Faz justiça em relação ao pleito de um todo um povo, reconhecido por mais de 140 países, por seu direito à autodeterminação. Além disso, essa decisão terá efeito positivo em apoio aos esforços por uma paz e estabilidade na região. Isso só ocorrerá quando for garantida a existência de um Estado Palestino independente», afirmou.

Lula é um defensor de longa data da criação de dois estados independentes no Oriente Médio: um para os israelenses e outro para os palestinos.

O presidente condenou o ataque terrorista do grupo Hamas ocorrido no ano passado e também tem criticado frequentemente a ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza.

Brasil já reconhece a Palestina como Estado
Lula lembrou que o Brasil foi um dos primeiros países na América Latina a reconhecer a Palestina enquanto Estado: «O Brasil foi um dos primeiros países na América Latina a assumir essa posição, quando em 2010 de reconhecer o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967, o que inclui a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital».

Dessa forma, Espanha, Noruega e Irlanda juntaram-se a uma lista de 142 países e um território, todos membros das Nações Unidas, que atualmente reconhecem a Palestina como um Estado independente.

Muitos desses países fazem parte da Liga dos Estados Árabes e do Movimento dos Países Não Alinhados, mas também incluem nações ocidentais, como o Brasil. Na Europa Ocidental, apenas Suécia e Islândia integravam essa lista antes do anúncio desta terça-feira – o governo sueco era inclusive o único membro da União Europeia a reconhecer oficialmente o Estado palestino.

Por outro lado, os Estados Unidos e seus aliados, como Japão, Reino Unido, Austrália e Canadá, não fazem parte dessa lista. Embora os EUA defendam a solução de dois Estados no Oriente Médio, o governo norte-americano mantém a posição de que essa questão deve ser resolvida diretamente entre as partes envolvidas.

Além disso, nenhum dos integrantes do G7, o grupo dos países mais industrializados do mundo (EUA, Canadá, França, Alemanha, Inglaterra, Itália e Japão), reconhecem o Estado da Palestina.

TERRA

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