Brasil |  Lula da Silva formalizó 18 cambios en el primer escalón del Gobierno de cara a las elecciones del 4 de octubre 

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Lula da Silva hace 18 cambios ministeriales de cara a elecciones generales de octubre

El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, encabezó una reunión ministerial donde formalizó 18 cambios en el primer escalón del Gobierno. La medida busca permitir que los actuales titulares participen en las elecciones generales del 4 de octubre próximo sin interrumpir la operatividad del Estado.

Lula decidió que las vacantes sean ocupadas mayoritariamente por miembros de los propios equipos ministeriales. «Tomé la decisión de no instalar un nuevo ministro. Tenemos una máquina funcionando desde hace tres años y cuatro meses. No quiero que ningún ministerio empiece de nuevo», afirmó el mandatario.

Relevos en carteras estratégicas
En la Casa Civil, Ruí Costa deja el cargo para buscar un escaño en el Senado por Bahía; será reemplazado por la secretaria ejecutiva Miriam Belchior. Simone Tebet abandona Planificación para postularse al Senado por São Paulo, cediendo su lugar a Bruno Moretti.

La cartera de Hacienda tendrá a Darío Durigan como sucesor de Fernando Haddad, quien competirá por el gobierno de São Paulo. Por su parte, Renan Filho deja Transportes para disputar el gobierno de Alagoas, dejando en su lugar a George Santoro.

Movimientos hacia el Legislativo
Diversos ministros buscarán espacio en el Congreso Nacional:

Medio Ambiente: Marina Silva será candidata al Senado; asume João Paulo Capobianco.
Igualdad Racial: Anielle Franco se postula a la Cámara; asume Rachel Barros de Oliveira.
Desarrollo Agrario: Paulo Teixeira deja el cargo para Fernanda Machiaveli, la primera mujer en dirigir este departamento.
Ciudades: Jader Filho es reemplazado por Antônio Vladimir Lima.
Puertos y Aeropuertos: Silvio Costa Filho cede el mando a Tomé Barros.
Pueblos Indígenas: Sonia Guajajara será sustituida por Eloy Terena.
Derechos Humanos: Macaé Evaristo da paso a Janine Mello dos Santos.
Deportes: André Fufuca será reemplazado por Paulo Henrique Cordeiro Perna.
 
Continuidad y ajustes pendientes
El vicepresidente Geraldo Alckmin deja el Ministerio de Industria para centrarse en la vicepresidencia de la República. Camilo Santana abandona Educación, siendo relevado por Leonardo Barchini. Jorge Mesías deja la Fiscalía General (AGU) tras su nominación al Tribunal Supremo Federal (STF).

Permanecen en sus funciones Mauro Vieira (Exteriores), Alexandre Padilha (Salud), Wolney Queiroz (Seguridad Social), Sidônio Palmeira (SECOM) y Guilherme Boulos (Secretaría General). Gleisi Hoffmann también dejará Relaciones Institucionales para postularse por Paraná, aunque su reemplazo aún no ha sido definido.

Contexto Regional y Estabilidad
«No es momento de inventar programas, es momento de concluir lo que prometimos al pueblo brasileño», sentenció el mandatario durante la reunión en el Palacio de Planalto.

El presidente Lula enfatizó que el país atraviesa un momento de consolidación económica, con la inflación bajo control y el desempleo en mínimos históricos. Por ello, la consigna para el nuevo gabinete es «entregar obras».

TELESUR


Lula se despede de ministros e confirma Alckmin como vice em chapa

Por Andreia Verdélio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta terça-feira (31) a primeira reunião ministerial de 2026 e se despediu dos ministros que deixarão os cargos para disputar as eleições em outubro deste ano. No evento, Lula confirmou que Alckmin será candidato a vice-presidente da República outra vez.

Lula afirmou ainda que a política virou negócio e que é preciso convencer o povo de que é possível uma mudança no quadro político do país com a eleição de bons candidatos.

“Hoje, ainda tem muita gente séria, mas a verdade é que em muitos casos a política virou negócio», destacou.

«Os cargos têm um preço muito alto. Outro dia alguém me dizia: ‘um deputado federal não será eleito por menos de 50 milhões de reais’. E se isso for verdade, nós chegamos ao fim de qualquer seriedade na política brasileira”, acrescentou o presidente.

Para Lula, todos são culpados nesse processo. Segundo ele, na perspectiva de não «criar caso para ninguém”, não se propõe as mudanças necessárias.

“E as coisas vão passando e vai piorando e nós chegamos hoje a uma situação de degradação, inclusive de algumas instituições.”

Candidaturas
De acordo com o presidente, dos 37 ministros do governo, pelo menos 18 deixarão o cargo para disputar cargo eletivo em outubro.

Entre eles, está o vice-presidente Geraldo Alckmin, que acumulava o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O presidente da República e seu vice não precisam renunciar ao mandato para concorrer ao próximo pleito. Caso a candidatura fosse para outro cargo, aí sim, a desincompatibilização seria necessária.

Políticos que tem a intenção de ser candidatos têm até 4 de abril para deixar cargos atuais, seis meses antes do 1º turno das eleições, que ocorre em 4 de outubro.

Durante a reunião, Lula destacou ainda que não nomeará novos ministros e que as pastas serão ocupadas por membros da equipe atual, como o então secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, que assumiu o comando após a saída do ministro Fernando Haddad.

“Temos confiança na equipe que vocês montaram”, disse Lula. “Temos muita coisa para concluir até o dia 31 de dezembro, e a obrigação de quem vai ficar é concluir, é fazer com que a máquina fique funcionando sem nenhuma paralisia. Não dá para começar a fazer um novo ministério faltando nove meses para terminar o nosso mandato”, acrescentou.

AGENCIA BRASIL


 

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