Ya van casi 54 mil muertes por Covid-19 y la OPS llama a aumentar la cantidad de test

La OPS llama a Brasil a aumentar el número de pruebas de Covid-19

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) llamó el miércoles a Brasil, segundo país del mundo más afectado por Covid-19, a aumentar la cantidad de pruebas para detectar la enfermedad, algo que considera clave para responder a la pandemia.

“Brasil ha progresado en incrementar el número de pruebas de diagnóstico de Covid-19 pero todavía no llega a 10.000 pruebas por cada millón de habitantes. Entonces es necesario que aumenten”, dijo en rueda de prensa el director de Enfermedades Transmisibles de la OPS, Marcos Espinal.

Con 212 millones de habitantes, el gigante sudamericano acumula 53.830 muertes y 1.188.631 contagios del nuevo coronavirus, superado solo por Estados Unidos.

Espinal dijo que los populosos estados de San Pablo y Río de Janeiro son los que están realizando el mayor número de test, pero por su alto número de habitantes están muy por debajo de lo recomendado para determinar el alcance de la circulación del virus.

Es “importante” que se incrementen las pruebas para que las autoridades tengan una idea de la magnitud del brote y “puedan tomar decisiones rápidas en beneficio de la población”, aseveró.

Desde que se declaró en marzo la pandemia, la OPS, oficina regional de la Organización Mundial de la Salud (OMS), ha instado a acelerar y expandir la capacidad de pruebas de los países para mejorar la gestión de los brotes.

La OMS ha dicho que le gustaría ver que los países evalúen al nivel de diez pruebas negativas por cada una positiva como punto de referencia general de que se está haciendo suficientes pruebas para detectar todos los casos.

El Deber


Brasil tem 53.830 mortes por coronavírus, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (24) seu mais recente balanço de mortes e casos da Covid-19. Os principais dados são:

-53.830 mortes; eram 52.645 na terça

-Foram 1.185 registros de morte incluídos em 24 horas

-1.188.631 casos confirmados; eram 1.145.906 na sexta

-Foram 42.725 casos em 24 horas

Ainda de acordo com o ministério, há 484.893 pacientes em acompanhamento e 649.908 recuperados.

G1


Ministério da Saúde anuncia ampliação de testes para Covid-19 e diz que casos da doença continuam a aumentar no país

O Ministério da Saúde apresentou nesta quarta-feira (24) a ampliação de seu programa de testes para a Covid-19, que deve chegar a cerca de 46 milhões de pacientes. Segundo a pasta, o número de casos da doença continua a subir no Brasil.

“A gente tinha falado na semana anterior que parecia que a curva tenderia a uma certa estabilização ou uma diminuição nos números de casos. A gente vê que, nesta semana, nós tivemos um aumento significativo de casos novos, entre a semana 24ª e a 25ª”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros em entrevista coletiva.

O boletim da 24ª semana epidemiológica registrou 177.668 novos casos de coronavírus no Brasil em sete dias, número que saltou para 217.065 no boletim seguinte (25ª), um aumento de 22% (veja no gráfico abaixo).

Medeiros explicou também que o platô da curva epidêmica – que representaria uma estabilização no número de novos casos – não foi atingido no país.

“A gente, a cada semana, vai analisando os dados”, disse o secretário. “Esta é uma doença que estamos aprendendo com ela, e a cada semana, os dados nos mostram tendências. Quando a gente fala que a gente está caminhando para uma estabilização, a ideia do platô, é na verdade, uma estabilização de casos, ou uma redução de casos. É o comportamento da semana epidemiológica, a cada semana epidemiológica, mas isso a gente vai analisando a cada semana.”

Além disso, ele destacou que, em algumas regiões, houve queda no número de mortes, mas reforçou que “chegar no platô” não significa o fim da epidemia.

“O que temos de bastante significativa e os dados mostram é que em algumas regiões o número de óbitos das ultimas duas, três semanas vem diminuindo”, disse o secretário. “Quando a gente fala de chegar no platô, não to dizendo que encerrou, mas vamos avaliando a cada semana epidemiológica.”

Testagem em massa

Além disso, segundo Medeiros, dos 46 milhões de testes aplicados no atendimento básico, a metade será do tipo RT-PCR – mais precisos –, e a outra metade, testes rápidos – de anticorpos.

Não mudam as recomendações iniciais de testagem, e pacientes hospitalizados e mortes continuam sendo avaliados para a presença do vírus no organismo.

“Hoje essa testagem está mais concentrada em coleta de 100% dos casos internados com SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave)”, disse Medeiros em entrevista coletiva. Profissionais de saúde e de segurança pública também serão testados ainda que não apresentem sintomas.

Interiorização dos casos

A nova diretriz da pasta é voltada para os municípios do interior, que começam a registrar um aumento no número de casos de coronavírus. Além disso, Medeiros reforçou que mais testes serão expandidos para as unidades-sentinela, que servem como apoio para a vigilância epidemiológica no país.

“Junto à atenção básica, nos centros de atendimento de Covid, coletaremos 100% dos pacientes com síndrome gripal, nos demais serviços de saúde vamos coletar todos os casos de síndrome gripal”, explicou Medeiros.

Síndrome gripal é como são conhecidos os sintomas mais leves da Covid-19, como febre, coriza e tosse. Estes são os sinais presentes em pacientes com quadros leves da doença, que não chegam a ter falta de ar, ou a necessidade de ventilação mecânica.

Centros de testagem

As amostras coletadas serão levadas para o laboratório central (Lacen) local – todos os estados e o Distrito Federal têm um destes. Os centros têm a capacidade técnica de análise das amostras, mas caso o laboratório não tiver capacidade de analisar todo o material, ele será levado para uma central de testagem.

Se o laboratório não tiver capacidade de analisar todo o material, ele será levado para uma central de testagem com maior capacidade de análise: na Fiocruz do Rio de Janeiro e do Paraná e o complexo Dasa, em São Paulo.

G1


Estado de SP bate recorde de casos de coronavírus com mais de 9,3 mil contaminados em 24 horas

O estado de São Paulo registrou o recorde de casos de coronavírus com 9.347 infectados no período de 24 horas. No total, são 238.822 contaminados pela doença, uma alta de 3,9%. Foram contabilizadas 284 novas mortes, totalizando 13.352 vítimas fatais, um aumento de 2,1%. Os dados foram atualizados até as 10h30 desta quarta-feira (24).

Veja os dados no estado de SP nas últimas 24 horas:

-284 mortes
-9.347 casos

Veja os dados no estado de SP desde o início da pandemia:

-13.352 mortes
-238.822 casos

As novas confirmações informadas não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram contabilizadas no sistema neste período. Os números costumam ser menores no final de semana e às segundas-feiras, devido ao atraso nas notificações nestes dias.

Em 19 de junho, foram contabilizados 19.030 casos. No entanto, os dados divulgados na ocasião referiam-se ao período de três dias em que os números dos registros não foram fornecidos devido a um problema no e-SUS, plataforma do Ministério da Saúde que é usado para notificação de casos leves de Covid-19.

Nesta terça (23), o estado bateu o recorde no número de mortes em um dia com 434 registros.

A taxa de ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no estado de São Paulo está em 65,4%. Já na Grande São Paulo, a ocupação dos leitos de UTI está em 68,1%. Ao todo, são 5.455 pacientes internados em UTI e 8.547 em enfermarias de casos suspeitos e confirmados. Os pacientes curados que receberam alta chegam a 40.014.

A taxa de isolamento na capital paulista foi de 47% na capital paulista e de 46% no estado nesta terça-feira (23).

Volta às aulas

O governo de São Paulo anunciou, no início da tarde desta quarta-feira (24), a retomada das aulas presenciais a partir do dia 8 de setembro. O plano prevê um retorno de forma gradual, e deve ser realizado em três etapas.

“Construímos um plano com protocolos bem definidos de distanciamento social, monitoramento de saúde dos alunos, higiene pessoal e dos ambientes escolares, para garantir essa segurança, repito, nas escolas publicas municipais, estaduais e também a recomendação para as escolas privadas em todo o estado de São Paulo”, disse o governador João Doria (PSDB), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

De acordo com o secretário estadual de Educação, as orientações serão válidas para todo o sistema educacional do estado de são Paulo, desde a educação infantil até o ensino superior.

“É importante falar aqui que este protocolo não é para rede estadual e, sim, para o sistema educacional do estado de São Paulo, desde a educação infantil até o ensino superior, que somam esses 13,3 milhões, incluindo o que a gente chama de educação suplementar aqui que a gente chama de educação complementar aqui, que são cursos de inglês, e outros cursos livres que são propostos por inúmeras instituições”, disse o secretário de Educação, Rossieli Soares.

A proposta prevê o rodízio de estudantes e uma combinação de aulas presenciais com manutenção do ensino à distância.

As escolas só poderão ser reabertas quando as cidades do estado estiverem na fase amarela do plano de flexibilização da economia definido pelo estado há mais de 28 dias.

G1