Detienen la vacunación en varias ciudades por falta de dosis

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Capitais começam a paralisar vacinação com 1ª dose; frente cobra governo federal

Menos de um mês após o início da vacinação, capitais começam a suspender campanhas por falta de estoque. Rio, Salvador e Cuiabá já anunciaram que não vão mais aplicar a primeira dose do imunizante até novas remessas. Em Curitiba, a prefeitura admite só ter volume suficiente para esta semana. A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) cobrou nesta terça-feira, 16, do governo federal um cronograma de entrega de doses.

Na segunda-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), informou que, sem vacina suficiente, o Rio iria interromper o programa por pelo menos uma semana. Segundo o governo municipal, as doses que ainda estão disponíveis foram reservadas para a segunda aplicação. A Secretaria Municipal de Saúde diz ter recebido cerca de 375 mil doses e vacinado 249,8 mil pessoas – número já superior à quantidade disponível, quando se considera a segunda dose.

“A expectativa é de que as doses provenientes do Instituto Butantan sejam entregues no dia 23”, disse o governo federal, em nota. “O retorno esperado (da campanha) é na próxima semana, mas a data exata ainda será confirmada.”

Em Salvador, o prefeito Bruno Reis (DEM) usou o Twitter para anunciar a paralisação nesta terça-feira. A capital manterá a aplicação das segundas doses para trabalhadores de saúde, até nova remessa. “Estão asseguradas desde a primeira distribuição.”

Situação semelhante vive Cuiabá. Nesta terça-feira, a capital de Mato Grosso tinha apenas 400 doses disponíveis para a primeira aplicação. A gestão Emanuel Pinheiro (MDB) manteve só o cronograma da segunda dose. O governo de Cuiabá alega ter recebido 30,8 mil doses e imunizado 23,2 mil pessoas.

Em Curitiba, a gestão Rafael Greca (DEM) afirma só ter 12,4 mil doses disponíveis para a primeira dose. O estoque seria suficiente para atender o cronograma de vacinação até sexta-feira.

Com 73% do público-alvo ainda sem ter recebido dose, Florianópolis afirma dispor de apenas 1.390 vacinas. Para se ter ideia, essa quantidade representa metade das doses aplicadas só no dia 11. Por sua vez, o governo de Santa Catarina diz que o Estado não recebe novos lotes desde o dia 7. “Neste momento o estoque disponível destina-se à segunda dose”, afirma.

Em outras capitais, o estoque de vacinas também caminha para o fim. Maceió, por exemplo, diz já ter aplicado 20,7 mil das 22,7 doses recebidas – ou 91%. Por sua vez, Porto Alegre diz ter 11 mil imunizantes em estoque, mas ainda falta 27% do público-alvo, ou mais de 33 mil na primeira dose.

São Paulo informou o número de vacinados: 394,4 mil receberam a primeira dose do imunizante até esta segunda-feira, 15. Já para a segunda dose o índice é de 39,4 mil. Sobre o estoque, a Prefeitura disse que recebeu do governo 203 mil doses da Coronavac em 19 de janeiro, 165,3 mil doses da Oxford/AstraZeneca em 25 de janeiro e mais 203 mil doses da Coronavac na semana passada, totalizando 571,3 mil.

“Há vacinas garantidas em estoque para a segunda dose de todos os grupos já contemplados na primeira fase. A Pasta aguarda nova remessa de doses para iniciar a imunização dos idosos entre 80 a 84 anos. A previsão é de que sejam entregues no próximo dia 27 de fevereiro de 2021”, declarou.

Outras cidades pelo País registram, conforme fontes locais, estoques esgotados ou próximos do fim. É o caso do Rio Grande do Sul (Cachoerinha e Guaíba) e de Mato Grosso (Rondonópolis, Sinop e Barra do Garças).

Em São José dos Campos (SP), foi suspensa a vacinação antecipada para quem tem mais de 80 anos. A prefeitura cobrou celeridade do Estado que, por sua vez, criticou o município por não oferecer dados para dimensionar as remessas.

Pressão e compras federais

A FNP divulgou nesta terça-feira, 16, texto em que afirma que “os sucessivos equívocos do governo federal” estão diretamente ligados à escassez e à falta de doses de vacinas em cidades de todo o País. O presidente da entidade, o prefeito Jonas Donizette, afirma que os prefeitos fizeram a sua parte. “Houve eficiência na aplicação da vacina, ou seja, aquilo que os prefeitos e as cidades se propuseram a fazer foi feito e bem feito e num ritmo bem acelerado. Agora, o problema da escassez quem tem de resolver é o Ministério da Saúde.”

A FNP cobra do Ministério da Saúde um cronograma com prazos e metas estipulados para a vacinação de cada grupo: por faixa etária, doentes crônicos, categorias de profissionais. Cronograma publicado no site do Ministério da Saúde nesta terça-feira, 16, indica que foram entregues à pasta 10,7 milhões de vacinas contra a covid até o momento. Dessas, são 8,7 milhões da Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, e 2 milhões da Universidade de Oxford/AstraZeneca.

Por sua vez, o consórcio de veículos de imprensa informa que 5,5 milhões, ou 2,6% da população, já receberam a primeira dose. Esse contingente, em tese, seria suficiente para praticamente esgotar a quantidade de vacinas disponível, uma vez que é necessária a dose complementar.

Para a Coronavac, o intervalo para administração do reforço deve ser entre duas e quatro semanas. Já a segunda dose de Oxford pode ser aplicada até três meses depois da primeira.

Cobrado sobre o assunto, o ministério prevê receber mais 9,3 milhões de Coronavac e 4 milhões da vacina de Oxford ainda este mês. A data exata, no entanto, não é informada. Já em março, a pasta diz que vai receber mais 18,1 milhões de doses do Butantan e 23,3 milhões de Oxford – sendo 2,65 milhões via Consórcio Covax, da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Pressionada, a pasta também formalizou nesta terça-feira a compra de mais 54 milhões de doses da Coronavac. Segundo o ministério, nesta semana há, ainda, previsão de fechar contrato para 10 milhões de doses da Sputnik V, da Rússia, e 10 milhões da Covaxin, da Índia.

Na segunda-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), informou que, sem vacina suficiente, o Rio iria interromper o programa por pelo menos uma semana. Segundo o governo municipal, as doses que ainda estão disponíveis foram reservadas para a segunda aplicação. A Secretaria Municipal de Saúde diz ter recebido cerca de 375 mil doses e vacinado 249,8 mil pessoas – número já superior à quantidade disponível, quando se considera a segunda dose.

“A expectativa é de que as doses provenientes do Instituto Butantan sejam entregues no dia 23”, disse o governo federal, em nota. “O retorno esperado (da campanha) é na próxima semana, mas a data exata ainda será confirmada.”

Em Salvador, o prefeito Bruno Reis (DEM) usou o Twitter para anunciar a paralisação nesta terça-feira. A capital manterá a aplicação das segundas doses para trabalhadores de saúde, até nova remessa. “Estão asseguradas desde a primeira distribuição.”

Situação semelhante vive Cuiabá. Nesta terça-feira, a capital de Mato Grosso tinha apenas 400 doses disponíveis para a primeira aplicação. A gestão Emanuel Pinheiro (MDB) manteve só o cronograma da segunda dose. O governo de Cuiabá alega ter recebido 30,8 mil doses e imunizado 23,2 mil pessoas.

Em Curitiba, a gestão Rafael Greca (DEM) afirma só ter 12,4 mil doses disponíveis para a primeira dose. O estoque seria suficiente para atender o cronograma de vacinação até sexta-feira.

Com 73% do público-alvo ainda sem ter recebido dose, Florianópolis afirma dispor de apenas 1.390 vacinas. Para se ter ideia, essa quantidade representa metade das doses aplicadas só no dia 11. Por sua vez, o governo de Santa Catarina diz que o Estado não recebe novos lotes desde o dia 7. “Neste momento o estoque disponível destina-se à segunda dose”, afirma.

Em outras capitais, o estoque de vacinas também caminha para o fim. Maceió, por exemplo, diz já ter aplicado 20,7 mil das 22,7 doses recebidas – ou 91%. Por sua vez, Porto Alegre diz ter 11 mil imunizantes em estoque, mas ainda falta 27% do público-alvo, ou mais de 33 mil na primeira dose.

São Paulo informou o número de vacinados: 394,4 mil receberam a primeira dose do imunizante até esta segunda-feira, 15. Já para a segunda dose o índice é de 39,4 mil. Sobre o estoque, a Prefeitura disse que recebeu do governo 203 mil doses da Coronavac em 19 de janeiro, 165,3 mil doses da Oxford/AstraZeneca em 25 de janeiro e mais 203 mil doses da Coronavac na semana passada, totalizando 571,3 mil.

“Há vacinas garantidas em estoque para a segunda dose de todos os grupos já contemplados na primeira fase. A Pasta aguarda nova remessa de doses para iniciar a imunização dos idosos entre 80 a 84 anos. A previsão é de que sejam entregues no próximo dia 27 de fevereiro de 2021”, declarou.

Outras cidades pelo País registram, conforme fontes locais, estoques esgotados ou próximos do fim. É o caso do Rio Grande do Sul (Cachoerinha e Guaíba) e de Mato Grosso (Rondonópolis, Sinop e Barra do Garças).

Em São José dos Campos (SP), foi suspensa a vacinação antecipada para quem tem mais de 80 anos. A prefeitura cobrou celeridade do Estado que, por sua vez, criticou o município por não oferecer dados para dimensionar as remessas.

Pressão e compras federais

A FNP divulgou nesta terça-feira, 16, texto em que afirma que “os sucessivos equívocos do governo federal” estão diretamente ligados à escassez e à falta de doses de vacinas em cidades de todo o País. O presidente da entidade, o prefeito Jonas Donizette, afirma que os prefeitos fizeram a sua parte. “Houve eficiência na aplicação da vacina, ou seja, aquilo que os prefeitos e as cidades se propuseram a fazer foi feito e bem feito e num ritmo bem acelerado. Agora, o problema da escassez quem tem de resolver é o Ministério da Saúde.”

A FNP cobra do Ministério da Saúde um cronograma com prazos e metas estipulados para a vacinação de cada grupo: por faixa etária, doentes crônicos, categorias de profissionais. Cronograma publicado no site do Ministério da Saúde nesta terça-feira, 16, indica que foram entregues à pasta 10,7 milhões de vacinas contra a covid até o momento. Dessas, são 8,7 milhões da Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, e 2 milhões da Universidade de Oxford/AstraZeneca.

Por sua vez, o consórcio de veículos de imprensa informa que 5,5 milhões, ou 2,6% da população, já receberam a primeira dose. Esse contingente, em tese, seria suficiente para praticamente esgotar a quantidade de vacinas disponível, uma vez que é necessária a dose complementar.

Para a Coronavac, o intervalo para administração do reforço deve ser entre duas e quatro semanas. Já a segunda dose de Oxford pode ser aplicada até três meses depois da primeira.

Cobrado sobre o assunto, o ministério prevê receber mais 9,3 milhões de Coronavac e 4 milhões da vacina de Oxford ainda este mês. A data exata, no entanto, não é informada. Já em março, a pasta diz que vai receber mais 18,1 milhões de doses do Butantan e 23,3 milhões de Oxford – sendo 2,65 milhões via Consórcio Covax, da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Pressionada, a pasta também formalizou nesta terça-feira a compra de mais 54 milhões de doses da Coronavac. Segundo o ministério, nesta semana há, ainda, previsão de fechar contrato para 10 milhões de doses da Sputnik V, da Rússia, e 10 milhões da Covaxin, da Índia.

Os imunizantes com os quais o País conta
Consórcio Covax Facility

– Entrega de 42,5 milhões de doses

Março: 2,65 milhões de doses da AstraZeneca

até Junho: 7,95 milhões de doses da AstraZeneca

***A expectativa é de que o Brasil receba ainda aproximadamente mais 32 milhões de vacinas contra Covid-19 produzidas por laboratórios de sua escolha até o fim deste ano.

Butantan – Coronavac/Sinovac

– Entrega das 100 milhões de doses

Janeiro: 8,7 milhões – entregues

Fevereiro: 9,3 milhões

Março: 18,1 milhões

Abril: 15,93 milhões

Maio: 6,03 milhões

Junho: 6,03 milhões

Julho: 13,55 milhões

Agosto:13,55 milhões

Setembro: 8,8 milhões

Fiocruz – Oxford/Astrazeneca

– Entrega de 222,4 milhões de doses

Janeiro: 2 milhões – já entregues

Fevereiro: 4 milhões

Março: 20,7 milhões

Abril: 27,3 milhões

Maio: 28,6 milhões

Junho: 28,6 milhões

Julho: 1,2 milhões

****Segundo a Saúde, com a incorporação da tecnologia da produção do insumo, a Fiocruz deverá produzir e entregar mais 110 milhões de doses no segundo semestre de 2021.

União Química – Sputnik V/Instituto Gamaleya

– Entrega de 10 milhões de doses (importadas da Rússia) – previsão de assinatura de contrato esta semana.

Março: 800 mil entregues 15 dias após a assinatura do contrato.

Abril: 2 milhões entregues 45 dias após a assinatura do contrato.

Maio: 7,6 milhões entregues 60 dias após a assinatura do contrato.

***** A expectativa é de que, a partir da incorporação da tecnologia da produção dos insumos necessários para o imunizante, a União Química passe a produzir mais 8 milhões de doses por mês.

Precisa Medicamentos – Covaxin/Bharat Biotech

– Entrega de 20 milhões de doses da Índia – previsão de assinar contrato esta semana

Março: 8 milhões de doses divididas em dois lotes, entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato.

Abril: 8 milhões de doses, divididas em dois lotes, entre 45 e 60 dias após o contrato.

Maio: 4 milhões entregues 70 dias após o contrato.

Perguntas e respostas – O País precisa de mais acordos
O Brasil possui neste momento vacina para aplicar em toda a população?

Não. Os acordos firmados até agora pelo Ministério da Saúde preveem a entrega de 354,5 milhões de doses (212 milhões da Fiocruz/Oxford, 100 milhões do Instituto Butantan e 42,5 milhões da Covax Facility), o que atenderia 177 milhões de pessoas, levando em consideração duas doses para a imunização. No entanto, essa entrega deve ser escalonada ao longo do ano (veja tabela abaixo). A previsão do ministério é de que a metade da população seja vacinada até junho e a totalidade da população seja imunizada até o fim do ano, o que implicaria em novos acordos para aquisição de mais vacinas.

A vacinação está lenta?

Mais de 5,2 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 até esta terça-feira. Especialistas têm apontado que o ritmo atual não supre a necessidade de imunização para deter a pandemia, já que com uma média de 200 mil doses aplicadas por dia (dado do início de fevereiro) seriam necessários quatro anos para vacinar toda a população. Campanhas anteriores, como a da gripe, já mostraram que a capacidade de vacinação simultânea do País é maior que a atual. Um fator a ser levado em consideração é a escassez no fornecimento das vacinas, o que pode obrigar cidades a interromper a aplicação das doses.

Com a chegada de mais vacinas, uma pessoa poderá receber doses de fabricantes diferentes?

Não. O recomendado é que as duas doses sejam do mesmo tipo de vacina, o que garante segurança e eficácia da imunização.

Quando o cronograma será ampliado?

Ainda é incerto. Em São Paulo, o cronograma atual prevê início da aplicação para idosos acima de 80 anos, o que ocorrerá em 1.º de março. A data pode variar conforme o planejamento de cada Estado e cidade.

Estadao


Tras la peor semana de muertes por covid-19 en Brasil, hubo masivas fiestas clandestinas de Carnaval en Río de Janeiro

Por quinta noche consecutiva en este fin de semana de Carnaval, se registraron en distintas zonas de Río de Janeiro fiestas clandestinas y multitudes de personas sin tapabocas, a pesar de los esfuerzos de la ciudad para tratar de prevenir estos eventos donde hay aglomeraciones.

Muchas de las fiestas se extendieron durante toda la madrugada y continuaron a la mañana siguiente, como sucedió en las de este martes.

Una de ellas se desarrolló en un restaurante-club en lo alto del Morro do Vidigal, en la zona sur, según consignó el portal local G1. A las 6:30 de la mañana, cientos de personas seguían amontonadas en diferentes pistas de baile.

Desde principios de año, estos espacios han sido prohibidos por la Ciudad de Río, y los clubes nocturnos solo pueden trabajar con clientes sentados. En Brasil, el consorcio de medios de comunicación registró en la semana previa un promedio de 1.102 muertes diarias por coronavirus, mientras que Río de Janeiro anunció este lunes que la falta de vacunas impedirá la continuidad de la campaña de inmunización a partir del miércoles 17.

Globocop tomó imágenes de tres pisos prácticamente sin espacio libre y TV Globo descubrió que el lugar ya había sido notificado por el ayuntamiento por ignorar las normas en la pandemia de coronavirus.

El fin de semana, el barrio de Vidigal también estuvo repleto de gente. Varios bares estaban llenos y el domingo por la mañana hubo un espectáculo a la sala llena.

En la noche del lunes, se vieron a cientos de cariocas reunidos sin respetar la distancia social. Una vez más se llenaron puntos como Olegário Maciel, en Barra da Tijuca; y Dias Ferreira, en Leblon.

Según la Secretaría de Orden Público de Río de Janeiro, Leblon es uno de los barrios con mayor número de avisos por aglomeración durante este fin de semana.

Las autoridades interrumpieron otras fiestas

La Prefectura de Río de Janeiro informó que los agentes encontraron aglomeraciones en dos direcciones de las zonas norte y oeste de la ciudad. Espaço Verde Vila, en la isla de Guaratiba; y Espaço “7.8. Bailar“(donde se llevó a cabo la fiesta” Segunda Certa“), en Abolição, fueron prohibidos y multados. También se confiscaron sus equipos de sonido.

En la fiesta “Guaratiba” también se aprehendieron 840 unidades de bebidas (cervezas y bebidas energéticas). Los agentes municipales contaron con el apoyo del 27 Batallón de Policía Militar (Santa Cruz) para dispersar al público.

El grupo de trabajo también llegó hasta Kastellão, en Engenho de Dentro, zona norte, donde estaba programada la fiesta “Spotlight”. Al momento de la inspección, no había público y se advirtió al establecimiento que no realizara el evento, bajo pena de sufrir las correspondientes sanciones.

También se registraron aglomeraciones en Ipanema, donde los agentes desplegaron un importante operativo para desbaratar cualquier fiesta.

El balance general

La Prefectura informó que desde el inicio de las acciones de combate contra las aglomeraciones en el período de Carnaval, se realizaron 62 inspecciones sanitarias, con 47 avisos de infracción y 24 interdicciones, además de 12 incautaciones (diez de equipos de sonido y dos bebidas).

Respecto a los vendedores ambulantes, este lunes, durante las inspecciones en el borde de Recreio, la Coordinación de Control Urbano (CCU, de la Seop) incautó un molino de jugo de caña. En total, desde el día 12 se han inspeccionado a más de 100 vendedores ambulantes, con 18 multados y 657 incautaciones, incluidas bebidas en botellas de vidrio.

Por último, en la inspección de tránsito, la Coordinación Especial de Transporte Complementario (CETC) ya ha realizado más de 97 evaluaciones y seis remolques de camionetas. Y la Coordinación de Estacionamiento e Inspección de Remolques (Cfer) multó a 688 vehículos por estacionamiento irregular.

Suspenden la campaña de inmunización por falta de vacunas

Río de Janeiro suspenderá provisionalmente a partir de este miércoles su campaña de inmunización por falta de vacunas, anunció este lunes el alcalde de la segunda mayor urbe de Brasil, Eduardo Paes.

La ciudad más emblemática del país se convierte así en la primera en confirmar oficialmente la interrupción de la vacunación por falta de antídotos, algo con lo que han amenazado desde hace días algunos gobiernos regionales y municipales.

La suspensión de la campaña de vacunación se produce en momentos en que Brasil enfrenta una segunda ola de la pandemia más virulenta y en que el promedio de muertes en los últimos catorce días se mantiene por encima de las 1.050 diarias por séptimo día consecutivo, algo que no ocurrió ni el pico de la primera ola.

Brasil comenzó su campaña de inmunización el 18 de enero con 10 millones de vacunas de la farmacéutica Sinovac importadas de China y otras 2 millones de dosis del laboratorio AstraZeneca importadas de India.

Con las dosis disponibles, Brasil vacunó hasta ahora a poco más de 5 millones de personas (teniendo en cuenta que son dos dosis por inmunizado), el equivalente al 2 % de su población.

Todas las dosis disponibles fueron distribuidas y los municipios están ahora a la espera de que los laboratorios públicos Fiocruz y Butantan comiencen a distribuir los nuevos lotes de vacunas que están envasando con la materia prima importada desde China e India.

Infobae


Governo compra mais 54 milhões de doses de vacina contra covid-19

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (16), em Brasília, ter garantido mais 54 milhões de doses da vacina CoronaVac contra a covid-19. Acrescentou ter assinado novo contrato com o Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em parceria com o laboratório Sinovac.

A previsão, considerando os 46 milhões de doses já contratadas, é distribuir aos estados 100 milhões da vacina até setembro.

Segundo o ministério, além da CoronaVac, o Brasil receberá mais 42,5 milhões de doses de vacinas fornecidas pelo Consórcio Covax Facility até dezembro. Também foram contratadas mais 222,4 milhões de doses de vacina contra covid-19 em produção pela Fundação Oswaldo Cruz, e parte desses imunizantes já começou a ser entregue mês passado.

A previsão do Ministério da Saúde é assinar, nos próximos dias, contratos de compra com a União Química. Entre os meses de março e maio, o laboratório deve entregar dez milhões de doses da vacina Sputnik V.

O ministério também espera contratar da Precisa Medicamentos mais 30 milhões de doses da Covaxin, também entre março a maio.

Cronograma de entregas
Consórcio Covax Facility

Entregas de 42,5 milhões de doses:

Março: 2,65 milhões de doses da AstraZeneca

Até Junho: 7,95 milhões de doses da AstraZeneca

O consórcio, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), funciona como um centro de distribuição internacional de vacinas. O Brasil receberá, ainda, aproximadamente mais 32 milhões de vacinas contra a covid-19 produzidas por laboratórios de sua escolha até o final do ano, conforme cronogramas estabelecidos exclusivamente por esse consórcio.

Fundação Butantan – Corodonavac/Sinovac

Entregas de 100 milhões de doses:

Janeiro: 8,7 milhões – entregues

Fevereiro: 9,3 milhões

Março: 18,1 milhões

Abril: 15,93 milhões

Maio: 6,03 milhões

Junho: 6,03 milhões

Julho: 13,55 milhões

Agosto:13,55 milhões

Setembro: 8,8 milhões

Fundação Oswaldo Cruz – Oxford/Astrazeneca

Entregas de 222,4 milhões de doses:

Janeiro: 2 milhões – entregues

Fevereiro: 4 milhões

Março: 20,7 milhões

Abril: 27,3 milhões

Maio: 28,6 milhões

Junho: 28,6 milhões

Julho: 1,2 milhões

A partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), a Fiocruz deverá produzir e entregar mais 110 milhões de doses no segundo semestre de 2021.

União Química – Sputnik V/Instituto Gamaleya

Entrega de 10 milhões de doses (importadas da Rússia) – Previsão de assinatura de contrato esta semana.

Março: 800 mil entregues 15 dias após a assinatura do contrato

Abril: 2 milhões entregues 45 dias após a assinatura do contrato

Maio: 7,6 milhões entregues 60 dias após a assinatura do contrato

A partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá passar a produzir mais oito milhões de doses por mês.

Precisa Medicamentos – Covaxin/Bharat Biotech

Entrega de 20 milhões de doses importadas da Índia – Previsão de assinatura de contrato esta semana.

Março: 8 milhões – 4 milhões mais 4 milhões de doses entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato

Abril: 8 milhões – 4 milhões mais 4 milhões de doses entregues entre 45 e 60 dias após a assinatura do contrato

Maio: 4 milhões entregues 70 dias após a assinatura do contrato

Agencia Brasil


Para conter Covid-19, Bahia decreta toque de recolher a partir de sexta-feira

O governo da Bahia anunciou que vai decretar toque de recolher no estado. Das 22h às 5h, serviços não essenciais não poderão funcionar, assim como estará proibida a circulação de pessoas. O decreto será publicado na quarta-feira (17) e a medida passa a valer na sexta-feira (19).

“Decidimos adotar o toque de recolher. Isso valerá durante sete dias em todo o estado, exceto em Irecê, Jacobina e no oeste. O objetivo é evitar a convivência em bares, carros de som e aglomerações na madrugada, que geram muita contaminação”, disse o governador Rui Costa (PT) sobre a medida.

No comunicado, o governador afirmou que a intenção é preservar vidas e garantir leitos hospitalares no estado. “Precisamos conter a taxa de crescimento da contaminação”, disse Costa, que pediu a colaboração de prefeitos para que as medidas sejam realmente cumpridas nos municípios.

CNN Brasil


Ministro do Meio Ambiente testa positivo para a covid-19

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, testou positivo para a covid-19 nesta terça-feira (16), informou a assessoria da pasta. Segundo a nota, Salles “apresentou leve febre, mas passa bem”, e deverá manter isolamento em casa, conforme orientação médica.

Salles é o 15º ministro do governo federal a ser infectado pela covid-19. O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão também já tiveram a infecção.

Agencia Brasil


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