Capitanes de las selecciones se negaron a reunirse con Bolsonaro

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Se complica la Copa América: los capitanes de las selecciones se le plantan a la Conmebol y Bolsonaro

A pocos días de que comience, la Copa América 2021 sigue en dudas. Primero fue el cambio de escenario, la baja de Colombia sumida en una crisis institucional y social; y luego Argentina que en pleno pico de contagios de coronavirus y frente a un posible colapso sanitario también eligió bajarse.

Ante esto aparece Brasil en donde no está mucho mejor en la situación epidemiológica, de hecho muchos gobernadores se negaron a ser cabecera para que se jugaran los partidos, pero al presidente Jair Bolsonaro poco le importó y decidió hacerse cargo de toda la organización.

Cuando el primer conflicto parecía solucionado, apareció uno impensado que es la oposición de los futbolistas. Los que empezaron a plantarse fueron los jugadores del seleccionado brasilero, preocupados por la situación también se mostraron la figura del seleccionado uruguayo Cavani, y el DT argentino, Lionel Scaloni.

Envalentonados con todas estas voces que fueron saliendo a la luz, el sábado por la noche se convocó a una reunión de urgencia entre la Conmebol, los presidentes de las federaciones y el presidente Bolsonaro. Los capitanes de las selecciones fueron invitados pero todos declinaron la invitación. Por todo esto, ya se habla de un posible boicot a la Copa por parte de los protagonistas principales.

En tanto, durante esa videoconferencia el mandatario brasileño entregó avales para asegurar que el torneo se juegue y la fecha de inicio está establecida para el próximo domingo, sin reparar en absoluto en los planteo de los jugadores de la selección de su país que pusieron el foco en las condiciones sanitarias. Por su parte, los presidentes de las federaciones de Brasil, Uruguay y Argentina reconocieron el descontento que hay entre los futbolistas pero, por ahora, se juega.

Según trascendió, lo que quieren los jugadores es que la Conmebol los escuche y decida suspender la Copa América, y algunos de los futbolistas están convencidos en ir a fondo y boicotear la competencia.

“Todo el mundo sabe cuál es nuestra posición, todo el mundo la sabe, más clara imposible y Tité ya la expuso públicamente. No es mi posición personal, no es la posición de los futbolistas de la selección que estamos en Europa. Es la posición de todos los jugadores del plantel y también del cuerpo técnico de Tite”, dijo Casemiro, volante de Real Madrid y capitán brasileño, tras la victoria sobre Ecuador.

Con más de 470.000 muertes y casi 17 millones de casos de coronavirus, el anfitrión de la Copa América es el país de Latinoamérica más castigado por la pandemia, el segundo del mundo con más fallecimientos asociados al Covid y el tercero con más infectados, por detrás de Estados Unidos y la India.

Minuto Uno



Bolsonaro reforça apoio à Copa América em reunião da Conmebol recusada por capitães

Por Martín Fernández

O presidente Jair Bolsonaro participou na noite deste sábado de uma reunião do Conselho da Conmebol na qual se discutiu a realização da Copa América no Brasil, marcada para começar dia 13 de junho e ameaçada por causa de protestos de jogadores.

Na reunião, realizada por teleconferência – portanto apenas por voz e não por vídeo –, Bolsonaro transmitiu para a Conmebol a mensagem de que o governo do Brasil está pronto para colaborar na organização do torneio. O presidente permaneceu por alguns minutos e depois se retirou.

O recado do governo brasileiro agradou os cartolas da confederação, que viram reforçada sua convicção de disputar a Copa América, ainda que alguns jogadores relutem em garantir que vão participar do torneio.

Antes da reunião, os capitães das dez seleções que vão jogar a Copa América foram sondados para participar do encontro, mas recusaram. Rogério Caboclo, presidente da CBF, participou da reunião como representante brasileiro.

Apesar do otimismo com a mensagem do presidente do Brasil, dirigentes das seleções sul-americanas também admitiram que o torneio enfrenta problemas. Cartolas de Brasil, Uruguai e Argentina relataram que enfrentam resistências internas quanto à realização da Copa América.

Por vários motivos, o Brasil é o maior foco de problemas. Como o ge mostrou neste sábado, os jogadores brasileiros preparam comunicado conjunto sobre o impasse. Ainda não está claro se eles pretendem boicotar o torneio ou disputá-lo sob protesto.

Além disso, a hostilidade ao presidente da CBF aumentou depois que o ge revelou com exclusividade que Rogério Caboclo foi acusado formalmente de assédio sexual e moral por uma funcionária da confederação. Ele nega as acusações.

Uma nova reunião de Conselho da Conmebol será realizada neste domingo para acertar os últimos detalhes sobre o torneio.

Globo Esporte


Rogério Caboclo é afastado da presidência da CBF por decisão do Comitê de Ética

Rogério Caboclo foi afastado por 30 dias, neste domingo (6), do cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A decisão foi tomada pela Comissão de Ética da entidade, em razão do envolvimento do dirigente em uma acusação de assédio sexual por parte de uma funcionária. Em seu lugar, de acordo com o regimento interno da confederação, o vice presidente mais velho assume o posto enquanto durar o afastamento.

A funcionária da CBF, que não teve o nome revelado, protocolou uma denúncia de assédio sexual e moral contra Caboclo na sexta-feira (4). Entre os abusos, alguns na presença de outras pessoas, que ela teria sofrido, Caboclo quis saber se ela se masturba. Em outra ocasião, o dirigente a teria tentado forçá-la a comer ração de cachorro, chamando-a de “cadela”. A mulher ainda relatou que o presidente da CBF, a outros diretores, teria exposto sua vida sexual, criando narrativas falsas sobre supostos relacionamentos que teria tido com pessoas da entidade. Ela afirma que tem provas de todas as denúncias que fez.

Copa América

Pressionado por patrocinadores e outros dirigentes, Rogério Caboclo agora cuidará de sua defesa. O episódio agrava o momento de atrito entre dirigentes da CBF de um lado e comissão técnica e de jogadores da Seleção de outro, em razão do anúncio da realização da Copa América no Brasil.

O técnico Tite e o elenco prometem se manifestar sobre o assunto na terça-feira (8), após partida contra o Paraguai pelas Eliminatórias da Copa 2022, em Assunção. A expectativa é que jogadores e comissão técnica se posicionem contrários ao torneio, em função da pandemia do coronavírus.

Casemiro, capitão da Seleção, afirmou que há consenso entre jogadores e comissão técnica de não jogar a competição no Brasil . As declarações foram dadas também na sexta-feira, após vitória do time sobre o Equador (2 x 0), em Porto Alegre.

Renato Gaúcho

Os desdobramentos da crise na CBF prometem agitar ainda mais os bastidores do futebol. De acordo com o jornalista André Rizek, do Sportv, Caboclo já teria avisado o presidente Jair Bolsonaro que pretendia demitir o técnico Tite do comando da Seleção, por se recusar a jogar a Copa América. Em seu lugar seria contratado o também bolsonarista Renato Gaúcho, ex-Grêmio.

Rede Brasil Atual

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