Brasil | Bolsonaro es dado de alta tras pasar tres días internado

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Bolsonaro dejó la clínica donde estuvo internado desde el lunes

Por Pablo Giuliano

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, dejó este miércoles la clínica donde fue internado de urgencia el lunes por una obstrucción intestinal, luego de que su equipo médico decidiera que no necesitaba una operación y le diera el alta.

“Alta ahora, gracias a todos”, anunció Bolsonaro en sus redes sociales mostrando una foto en la cama de los pacientes rodeado de sus médicos, dentro del Hospital Vila Nova Star, de la ciudad de San Pablo.

El anuncio fue realizado por el propio mandatario, vestido con la camiseta del club del ascenso Juventus, de San Pablo, antes que la clínica emitiera el parte médico oficial.

Bolsonaro, de 66 años, fue sometido a cuatro cirugías derivadas del apuñalamiento abdominal que sufrió durante un evento de campaña de 2018. Desde entonces es atendido por el Dr. Antonio Luiz Macedo.

“Instruimos a los pacientes a masticar bien, evitar algunos alimentos y esperamos mantener al presidente así durante los próximos 20 o 30 años”, dijo el médico a periodistas en el vestíbulo del hospital antes de la salida del mandatario.

También recomendó al presidente evitar la actividad física intensiva esta semana.

Bolsonaro bromeó sobre estas restricciones: “Trataré de seguirlas, pero la vida continúa”, dijo. “Toda mi vida fui atleta, en las Fuerzas Armadas, paracaidista, buceador. Es difícil quedarse quieto”.

En medio de una crisis de la capacidad de atención médica de las guardias de los hospitales y las salas de primeros auxilios por la explosión de casos de gripe y de Covid-19, Bolsonaro interrumpió sus vacaciones para internarse el lunes por la madrugada debido a que tuvo una suboclusión intestinal.

Bolsonaro se internó en medio de un clima político y económico marcado por la campaña electoral para las elecciones del 2 de octubre

Sus médicos descartaron operarlo y prefirieron un tratamiento clínico para deshacer el bloqueo.

El mandatario de ultraderecha había dicho en las redes sociales que estos problemas por los cuales ya se operó cuatro veces tienen vinculación con el atentado con cuchillo que recibió el 6 de septiembre de 2018 durante la campaña electoral a la Presidencia.

Bolsonaro fue apuñalado ese día en un acto en Minas Gerais. El atacante fue Adelio Bispo, un hombre declarado inimputable y encerrado en una cárcel de máxima seguridad federal en Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul.

La nueva complicación médica obligó a Bolsonaro a interrumpir sus vacaciones en la playa de Sao Francisco do Sul, estado de Santa Catarina, adonde había pasado el Año Nuevo paseando en jet ski y en un parque de diversiones. Cuando empezó a sentirse mal, fue llevado de urgencia al Hospital Vila Nova Star, en donde se había operado la última vez.

La decisión de no intervenirlo quirúrgicamente fue de Macedo, el médico que operó a Bolsonaro después del cuchillazo que recibió en 2018, quien tuvo que viajar de urgencia desde las Bahamas, donde pasaba vacaciones.

Macedo llegó el martes al centro médico privado para descartar una nueva cirugía.

Bolsonaro se internó en medio de un clima político y económico marcado por la campaña electoral para las elecciones del 2 de octubre, en la cual aparece en las encuestas a más de 20 puntos de distancia del favorito, el expresidente Luiz Inácio Lula da Silva, del Partido de los Trabajadores.

Télam


Camarão mal mastigado foi o que causou internação de Bolsonaro

Por Ana Mendonça

O médico do presidente Jair Bolsonaro (PL), Antônio Luiz Macedo, confirmou que o que levou à internação de 2 dias do chefe do Executivo Federal, por obstrução intestinal, foram camarões mal mastigados.

O presidente recebeu alta nesta quarta-feira (5/1) e concedeu entrevista coletiva.

“Domingo eu não almoço, eu engulo. A peixada tinha uns camarãozinhos também, comi o peixe e engoli o camarão”, disse Bolsonaro.

Em seguida, Macedo afirmou que uma das orientações médicas para o presidente é mastigar bem os alimentos.

O presidente chegou a fazer uma piada ao lado do médico, que pediu para que ele mastigasse a comida pelo menos umas 15 vezes.

“Pode ser 22”, brincou, em referência ao número de urna do seu partido, o PL.

Estado de Minas


Saúde inclui crianças de 5 a 11 anos na vacinação contra covid-19

O governo federal anunciou hoje (5) a inclusão de crianças de 5 a 11 anos no plano de operacionalização de vacinação contra a covid-19. As primeiras doses de vacinas contra a doença destinadas a crianças de 5 a 11 anos deverão chegar ao Brasil no dia 13 de janeiro. Está prevista uma remessa de 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer – o único aprovado até o momento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Brasil receberá, no primeiro trimestre de 2022, 20 milhões de doses pediátricas destinadas a este público-alvo, que é de cerca de 20,5 milhões de crianças. O Ministério da Saúde receberá, ainda em janeiro, um lote de 3,74 milhões de doses de vacina.

“Não faltará vacina para nenhum pai que queria vacinar seus filhos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O secretário executivo do órgão, Rodrigo Cruz, informou que outras 20 milhões de doses foram reservadas. O envio está condicionado à confirmação pelo laboratório e pelo andamento do ritmo de vacinação.

O esquema vacinal será com duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações. O tempo é superior ao previsto na bula da vacina da Pfizer. Na indicação da marca, as duas doses do imunizante poderiam ser aplicadas com três semanas de diferença.

Segundo o Ministério da Saúde, será preciso que a criança vá vacinar acompanhada dos pais ou responsáveis ou leve uma autorização por escrito.

O Ministério também recomendará uma ordem de prioridade, privilegiando pessoas com comorbidades e com deficiências permanentes; indígenas e quilombolas; crianças que vivem com pessoas com riscos de evoluir para quadros graves da covid-19; e em seguida crianças sem comorbidades.

A obrigação de prescrição médica para aplicação da vacina não foi incluída como uma exigência, conforme foi ventilado por membros do governo durante as discussões nas últimas semanas. Mas o Ministério sugeriu que os pais procurem profissionais de saúde.

Questionado por jornalistas se essa recomendação não desestimularia os pais a levarem os filhos para vacinar, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, respondeu afirmando que isso deixaria os pais mais “seguros” para decidir sobre a imunização.

Analise

Durante a coletiva, o ministro Marcelo Queiroga e seus secretários defenderam o processo de análise e definição da inclusão do público infantil no Plano Nacional de Imunizações (PNI).  A Anvisa autorizou a aplicação da vacina da Pfizer nessa faixa etária em 16 de dezembro, mas o Ministério decidiu realizar uma consulta pública e uma audiência pública antes de anunciar a inclusão hoje.

“Não há atraso. Não podemos trazer doses antes da aprovação da Anvisa. Consulta pública foi importante sim para tomada de posição do Ministério”, declarou Queiroga. “Tivemos cuidado e não foi excessivo, muito pelo contrário. Também estava no nosso radar. Nós temos uma tempestividade, o tempo correto de ser feito. E acredito que este é o tempo adequado”, acrescentou a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite.

Marcelo Queiroga informou, ainda, que o custo total da vacinação da população de 5 a 11 anos deve ser em torno de R$ 2,6 bilhões.

O secretário executivo Rodrigo Cruz comentou que a equipe da pasta acionou a Pfizer após o anúncio da decisão da Anvisa. Um aditivo do 3º contrato foi firmado no dia 28 de dezembro, que fechou a entrega das 20 milhões de doses no 1º trimestre.

Pfizer

Em nota, a Pfizer confirmou a assinatura do contrato de aquisição das 20 milhões de doses e o início da entrega na “semana do dia 10 de janeiro”.

EBC

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