Asciende a 91 la cifra de personas fallecidas por fuertes lluvias en Pernambuco

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La cifra reportada este lunes sobre el saldo de fallecidos por las inundaciones en el estado de Pernambuco en Brasil supera los 90, luego de que fuertes lluvias azotaron la región durante más de una semana.

Medios locales informaron que la cifra se fija en 91, mientras que Metsul reportó 96 decesos en su actualización más reciente, a través de la red social Twitter.

De acuerdo con las autoridades brasileñas, aún continúan 26 personas desaparecidas, y más de 6.000 personas están sin hogar como resultado de las fuertes precipitaciones, aunque plataformas locales reconocen la falta de políticas gubernamentales que han incidido en el derrumbe de viviendas.

El gobernador, Paulo Câmara, había declarado el estado de emergencia en el territorio luego de que el lodo arrasara varias comunidades brasileñas, entre ellas una de las más afectadas, la de Jardim Monte Verde, en el límite entre Recife y Jaboatão.

De igual manera, 14 municipios de Pernambuco declararon estado de emergencia, entre los que se encuentran Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Goiana, Jaboatão dos Guararapes, Macaparana, Moreno, Nazaré da Mata, Olinda, Paudalho, Paulista , Recife, São José de Coroa Grande, São Vicente Férrer y Timbaúba.

Según el secretario ejecutivo de Defensa Civil de Pernambuco, Leonardo Rodrigues, el número de personas sin hogar es de 6.170. “Estas personas están en albergues públicos, en los municipios que han instalado estos recursos. Tenemos aproximadamente 40 municipios afectados. Estamos ante un evento que normalmente no se ve”, subrayó el teniente coronel.

Por otra parte, el Instituto Nacional de Meteorología (Inmet) pronostica otras fuertes lluvias para el estado y también para las regiones de Paraíba, Alagoas y Sergipe, especialmente en las regiones costeras.

En febrero en Petrópolis, en el estado de Río de Janeiro, murieron 233 personas a causa de las lluvias torrenciales y los deslizamientos de tierra. Por su parte, el Movimiento de Afectados por Represas (MAB) valoró a través de un comunicado que estos hechos se pueden evitar.

Aludiendo específicamente al reporte en Pernambuco, la organización señaló que “todos los deslizamientos, así como todas las muertes, se podrían haber evitado si hubiera habido un mayor cuidado de la vida; y si las políticas públicas encaminadas a la preservación del medio ambiente, la vivienda plena y el saneamiento básico estuvieran a la orden del día”.

teleSUR


Defesa Civil confirma 91 mortes por causa das chuvas em Pernambuco

Por Pedro Peduzzi 

A Defesa Civil de Pernambuco informou que 91 pessoas tiveram morte confirmada em decorrência das enchentes e deslizamentos que assolam o estado. Há ainda 26 desaparecidos, desde o dia 25, data em que as chuvas começaram a ficar mais intensas. As informações atualizadas têm por base dados do Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) do estado.

Forças de segurança, Defesa Civil, Exército e órgãos municipais estão atuando em sete pontos de deslizamentos da região metropolitana do Recife: Zumbi do Pacheco e Curado IV (Jaboatão dos Guararapes); Areeiro (Camaragibe); Monte Verde/Ibura, Barro e Guabiraba (Recife) e Paratibe (Paulista).

A operação conta com a participação de 198 bombeiros de Pernambuco; 11 da Paraíba; sete de Minas Gerais e oito do Rio Grande do Norte. Auxiliam também nos trabalhos 60 militares do Exército; 22 da Marinha; oito policiais militares; 100 guardas municipais; quatro policiais civis e 25 funcionários da empresa de limpeza urbana.

“Estamos trabalhando com força total, mobilizando os recursos disponíveis, buscando profissionais de vários estados do Brasil com especialidade em resgate em áreas de deslizamentos, além de suporte às áreas atingidas por terra, água e ar”, informou, em nota, o secretário de Defesa Social, Humberto Freire.

O número de desabrigados está em cerca de 5 mil, segundo balanço divulgado hoje pela Central de Operações da Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe).

De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), as chuvas devem continuar até sexta-feira (3) na região metropolitana do Recife e na Zona da Mata, mas em menor volume e com intensidade moderada.

Diante da situação, a Defesa Civil estadual reforça o “alerta sobre o alto risco de deslizamentos, uma vez que o solo já está bastante encharcado”.

“Os maiores acumulados nas últimas 24 horas foram registrados nos municípios de Olinda (60 mm), Paulista (57 mm), Itapissuma (53 mm) e Recife (52 mm). A situação dos rios, porém, permanece estável. O nível de acúmulo nos pontos monitorados, sobre os quais foram emitidos avisos de alerta ou inundação já desceram ou estabilizaram, não havendo mais necessidade de aviso hidrológico”, informa a Defesa Civil.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informou que alguns trechos registraram alagamentos ou deslizamento de barreiras, o que provocou interdições parciais em rodovias ou tráfego em meia pista.

EBC

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