Brasil | Bolsonaro decretó tres días de luto por la muerte de Isabel II: “Fue una reina para todos nosotros”

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Bolsonaro decreta tres días de luto oficial en Brasil por la muerte de Isabel II

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, decretó tres días de luto oficial tras la muerte de la reina Isabel II, según informó a través de su cuenta de Twitter. Además, invitó al pueblo brasileño a rendir homenaje a la monarca.

El jefe de gobierno citó a la reina Isabel II: “Cuando la vida parece difícil, los valientes no se echan al suelo y aceptan la derrota, sino que están aún más decididos a luchar por un futuro mejor”. Y agregó: “Con estas palabras, la reina Isabel II demuestra por qué no era solo la reina de los británicos, sino una reina para todos nosotros”.

“Es con gran pesar y emoción que Brasil recibe la noticia del fallecimiento de su majestad la Reina Isabel II, una mujer extraordinaria y singular, cuyo ejemplo de liderazgo, humildad y amor por su país seguirá inspirándonos a nosotros y al mundo entero hasta el fin de los tiempos”, escribió Bolsonaro.

En esta línea, el mandatario dijo que “la eternidad muchas veces nos sorprende, quitándonos a los que amamos, pero hoy, le tocó a la eternidad ser sorprendida, con la gloriosa llegada de su alteza la reina del Reino Unido”.

Montevideo Portal


Governo brasileiro decreta luto oficial de três dias pela morte da rainha Elizabeth II

O governo brasileiro decretou luto oficial de três dias pela morte da rainha Elizabeth II.

O Ministério das Relações Exteriores afirmou que a rainha Elizabeth “foi símbolo de liderança e estabilidade para o país e para o mundo” e que “sua visita ao Brasil em 1968 é lembrada pelo governo e pelo povo brasileiro como marco da amizade entre o Brasil e o Reino Unido”.

Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro escreveu que a rainha foi “uma mulher extraordinária e singular, cujo exemplo de liderança, de humildade e de amor à pátria seguirá inspirando a nós e ao mundo inteiro”.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, lembrou “as históricas ligações entre o Brasil e o Reino Unido, que datam desde os primeiros anos de nossa vida como nação independente e que se fortaleceram enquanto a Rainha Elizabeth reinou”.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que “Elizabeth II vivenciou alguns dos momentos mais importantes da história da humanidade. Cumpriu seu papel constitucional com louvor e foi um exemplo de estadista”.

G1 Globo


“O 7 de setembro parecia a Ku Klux Klan”, diz ex-presidente Lula

Numa resposta clara ao evento de 7 de setembro na Avenida Atlântica, na Zona Sul do Rio, em que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez ato de campanha, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em evento em Nova Iguaçu, na Baixada Flumimense, afirmou que o que assistiu parecia organizado pela Ku Kkux Klan, organização racista americana, numa referência ao que apontou como falta de negros na celebração.

O Hino Nacional foi tocado no início do evento. Em arranjo de pagode. Lula, o último a discursar, corroborou a clara estratégia, pontuada desde o início do ato, de homenagear as mulheres. Saudou, inclusive a ex-presidente Dilma Rousseff, alvo de impeachment, antes de discursar. Dilma falara antes, aos gritos de “Dilma, eu te amo”,

– É importante educarmos o povo. Antes tínhamos (e o país tem ainda) pedaladas. Hoje inventaram as motociatas.. Se pegarmos o estado brasilero desde a proclamação da República, nenhum presidente gastou o que essse candidato gastou, inclusive no 7 de setembro- disse Lula.

Janja, casada com Lula, pediu à platéia que acendesse os celulares. E mandou seu recado político, ao rechaçar a expressão do presidente Bolsonaro, que se referiu às mulheres como princesas.

– Queria que todos acender a luz do celular, para ver se há alguma princesa aqui. Não tem. Só há lutadoras, como somos todas nós.

O ex-presidente, precedido dos discursos de Marcelo Freixo (PSB, candidato ao governo, André Ceciliano (PT), candidato ao Senado, e Dilma, afirmou ainda que “foi a primeira vez que pessoas morreram por falta de oxigêncio, e não foram afogadas”. Foi em em Manaus, por causa da Covid.

Lula chamou seu adversário de “genocida”. E disse que, caso seja eleito, não vê problema em beneficiários do “Minha Casa, Minha Vida” pintarem de vermelho ou de qualquer cor suas fachadas.

Afirmou que, em eventual governo seu, o salário-minimo vai aumentar todo ano.

Lula, antes de concluir o discurso, afirmou que o Bolsonaro “quer distribuir armas”, e que “a vida é o bem maior. De olho no eleitorado evangélicco, afirmou que Deus cuida de todos.

A retórica religiosa fora pontuada por Dilma:

– Estou muito indignada com o que algumas pessoas estão falando por aú. Principalmente que o Palácio do Planalto estava repleto de demoôios. Agora tem, nunca teve.

Veja Abril


Bolsonaro ataca Lula: “Alguém acredita que vai ganhar a eleição?”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar, nesta quinta-feira (8/9), o seu principal adversário político nas eleições deste ano, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, durante sua tradicional live semanal, duvidou que o petista tenha potencial para vencer o pleito de outubro no primeiro turno.

“Alguém acha que o Lula vai ganhar a eleição? Alguns aqui, Datafolha, por exemplo, [dizem] que pode ganhar no primeiro turno. Alguém acredita que, em uma eleição limpa, o Lula ganha?”, questionou.

De acordo com levantamento do Instituto Ipec divulgado na segunda (5/9), Lula mantém 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro oscilou de 32% para 31%. Já a pesquisa mais recente do Instituto Datafolha, publicada na última semana, aponta que o petista passou de 47% para 45% em relação ao estudo realizado em agosto; Bolsonaro, por sua vez, manteve-se com 32% das intenções de voto.

As principais pesquisas eleitorais mostram que Bolsonaro segue, nas palavras dos próprios integrantes da campanha do presidente, “cristalizado” – ou seja, não varia além da margem de erro das pesquisas. Na tentativa de reverter o cenário na reta final para o primeiro turno, aliados usaram o feriado do 7 de Setembro para mostrar que o mandatário conta o apoio de vários segmentos, a exemplo dos setores empresarial e religioso.

Empresários, em especial do agronegócio, e líderes religiosos marcaram presença significativa no desfile realizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O mesmo ocorreu no Rio de Janeiro, onde Bolsonaro participou de uma manifestação na praia de Copacabana.

Ao discursar nos atos, o titular do Palácio do Planalto voltou a falar de uma suposta “luta do bem contra o mal”. Aconselhado pela campanha, o mandatário da República não teceu críticas às urnas eletrônicas nem ao Supremo Tribunal Federal (STF), embora tenha citado a Corte. Sem citar Lula, Bolsonaro ainda defendeu que o petista fosse “extirpado da vida pública”.

Metropoles

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