Brasil | La campaña de Lula da Silva denunciará ante la OEA fallas de Meta que podrían favorecer a Flávio Bolsonaro 

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Lula denunciará ante la OEA «interferencia» de Meta en las elecciones de Brasil

El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, ordenó a su partido que denuncie a la gigante tecnológica Meta ante la Organización de Estados Americanos (OEA), por «interferencia» en las elecciones, informó este miércoles su campaña.

El Partido de los Trabajadores (PT) del izquierdista Lula, que enfrentará en el balotaje del 25 de octubre al derechista, Flávio Bolsonaro, sostiene que Meta lo perjudica con restricciones a sus contenidos en Instagram y WhatsApp.

La empresa estadunidense tachó de «falsa» esa acusación y alegó «problemas técnicos» que no habrían ocurrido sólo en Brasil.

El senador Bolsonaro, hijo del ex presidente de extrema derecha, Jair Bolsonaro (2019-2022), parte como favorito tras su ajustada victoria sobre Lula en el primer turno.

«Llegó la hora de denunciar (a Meta) ante la comunidad internacional, empezando por la OEA» este mismo miércoles, anunció a periodistas el secretario de comunicación del PT, Éden Valadares.

Indicó que se trata de una «orientación» del propio Lula ya que «Meta no logra demostrarnos que esto (las restricciones) es fruto de la casualidad».

La campaña de Lula presentó tras la primera vuelta varias denuncias por «indicios de interferencia» contra la empresa ante la justicia electoral, que pidió explicaciones a Meta.

El PT alertó este miércoles sobre una «selectividad algorítmica» en la herramienta de Inteligencia Artificial de WhatsApp, que se negaría a generar contenido electoral de Lula pero no de Bolsonaro.

También afirmó que Meta impidió que el perfil de Lula en Instagram promocionara publicaciones en su feed y que una publicación de su cuenta oficial sufrió una interrupción en el registro de visualizaciones.

Según el PT, antes del primer turno, la cuenta de Lula habría desaparecido temporalmente del buscador de Instagram.

JORNADA


Campanha de Lula aciona TSE contra Meta e questiona alcance de vídeos de Nikolas Ferreira e ferramenta de IA

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, empresa responsável pelo Instagram e Facebook, e pediu que a Corte investigue o alcance de publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), aliado de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.

Na ação, a campanha acusa a companhia de restringir o alcance de publicações ligadas ao candidato governista e seus apoiadores, enquanto conteúdos associados à candidatura de Flávio Bolsonaro teriam recebido distribuição ampliada.
Segundo a coligação, há indícios de tratamento desigual na distribuição de conteúdos políticos pela plataforma.

Os advogados da coligação afirmam que perfis ligados à candidatura adversária, entre eles o do deputado Nikolas Ferreira, registrariam números de visualizações considerados incompatíveis com os parâmetros usuais da plataforma.

«O que a campanha leva à Justiça Eleitoral é a comprovação de que a entrega de conteúdos da plataforma é seletiva. De um lado, os conteúdos do candidato Luiz Inácio Lula da Silva e de seus apoiadores sofrem restrições de entrega sem qualquer justificativa ou transparência. Por outro lado, perfis que atuam como cabos eleitorais da candidatura adversária de Flávio Bolsonaro, a exemplo do deputado Nikolas Ferreira, recebem um alcance desproporcional e artificial, superando em visualizações até mesmo celebridades mundiais», afirmam os advogados da campanha.

Segundo a petição apresentada ao TSE, conteúdos da campanha de Lula estariam sofrendo limitações de alcance sem justificativa transparente.

De acordo com o documento, Nikolas tem cerca de 22,9 milhões de seguidores no Instagram, mas suas publicações alcançariam, em média, aproximadamente 40 milhões de visualizações.

A campanha compara esses resultados aos de celebridades internacionais com número de seguidores maiores e afirma que os resultados levantam questionamentos sobre os critérios de recomendação de conteúdo adotados pela rede social.

Um dos exemplos citados pela defesa de Lula é um vídeo do deputado que teria alcançado 56,1 milhões de visualizações no Instagram, enquanto a mesma publicação registrou 396,4 mil visualizações no TikTok.
Para os advogados, a diferença reforça a necessidade de esclarecimentos sobre a forma como o conteúdo é distribuído aos usuários.

Entre os pedidos apresentados ao TSE, a coligação solicita que a Meta preserve registros e dados de moderação relacionados ao perfil de Nikolas desde 16 de agosto e informe quais medidas eventualmente foram adotadas em relação à conta.

A campanha também quer que a empresa detalhe a origem das visualizações das publicações e esclareça se os critérios usados para reduzir a circulação de conteúdos políticos foram aplicados de forma igual a perfis ligados a Lula e a Flávio Bolsonaro.

Além disso, pede que a Corte conceda uma tutela de urgência para interromper as supostas restrições de alcance atribuídas à plataforma.
A Meta ainda deverá apresentar esclarecimentos à Justiça Eleitoral, que analisará os argumentos e os pedidos formulados pela campanha.

Inteligência artificial
Outro ponto levantado pela coligação envolve o funcionamento da Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp.
🔎 A Meta AI é um assistente de inteligência artificial gratuito e integrado ao WhatsApp, Instagram e Facebook. Ela funciona de forma semelhante ao ChatGPT nos serviços da Meta e, a partir de descrições simples, pode produzir textos, planejar atividades e criar imagens, por exemplo.

Mais cedo, usuários da Meta AI no WhatsApp relatam que a tecnologia se recusa a gerar imagens de campanha de Lula (PT), mas aceita pedidos semelhantes para o candidato Flávio Bolsonaro (PL).

De acordo com a ação, testes realizados pela campanha indicariam que a ferramenta se recusaria a gerar imagens eleitorais relacionadas a Lula sob o argumento de restrições impostas pela legislação eleitoral brasileira.

Em situações semelhantes, no entanto, a plataforma permitiria a criação de conteúdos favoráveis a Flávio Bolsonaro, segundo a petição.
A coligação também acusa a empresa de omissão diante de redes coordenadas de produção e disseminação de conteúdo sintético, incluindo deepfakes que circulariam sem a identificação exigida pelas regras eleitorais.

G1 


Bolsonaro confirma debate presidencial con Lula da Silva en Bandeirantes

El senador ultraderechista Flávio Bolsonaro confirmó este miércoles su participación en el debate presidencial con Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para el 18 de octubre a las 20:00 (hora local) en Bandeirantes, camino al balotaje del 25 de octubre.

Bolsonaro había anunciado la víspera que no asistiría al programa, pero modificó su decisión después de que Lula confirmara su presencia para exponer las diferencias entre los dos proyectos de gobierno y permitir que los electores comparen las propuestas de ambos candidatos. Su equipo busca incentivar la participación en las urnas y abrir un espacio de control ciudadano ante el votante.

El contraste planteado por el mandatario es frontal: de un lado, la apuesta por la inclusión social, la soberanía económica y el fortalecimiento del Estado que encabeza su gestión; del lado del senador ultraderechista, los planes de recorte, privatización, ataque al Estado y puesta en subasta de recursos naturales.

Primer debate cara a cara, clave para indecisos

El encuentro de Bandeirantes será el primer debate cara a cara entre los dos aspirantes a la Presidencia de Brasil. Ninguno participó en los debates organizados antes de la primera vuelta, celebrada el 4 de octubre. La cadena informó que mantendrá el programa incluso si alguno de los candidatos no comparece. En ese caso, dejará vacío el atril correspondiente al ausente.

Los analistas políticos consideran decisivo el enfrentamiento para movilizar a los votantes indecisos y a quienes se abstuvieron en la primera vuelta. Los debates televisados se perfilan como el escenario donde se medirá el balance de la gestión actual frente a las propuestas de la ultraderecha.

En la primera vuelta estaban previstos varios debates con los dos principales candidatos y el resto de aspirantes, pero todos fueron cancelados por la ausencia del presidente o del candidato opositor. Con solo dos candidatos en pantalla, la discusión permitirá polarizar el debate en torno a los ejes centrales de la campaña y el futuro del gigante sudamericano.

TELESUR


 

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