Brasil: Dilma asegura que en su gobierno no hay corrupción y la oposición posterga para mañana nuevo pedido de impeachment

‘Meu governo não está envolvido em escândalo de corrupção’, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (20) que o governo dela não está envolvido em esquema de corrupção. Dilma foi questionada sobre a declaração do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, nesta segunda-feira (19), disse lamentar “que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo”.
“Eu não vou comentar as palavras do Presidente da Câmara. O meu governo não está envolvido em nenhum escândalo de corrupção. Não é o meu governo que está sendo acusado atualmente”, disse Dilma, em entrevista à imprensa ao lado do presidente da Finlândia, Sauli Niinisto.

Há dois meses, a Procuradoria-Geral da União ofereceu denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra Cunha por corrupção e lavagem de dinheiro. Na semana passada, o STF autorizou abertura de novo inquérito para investigar contas de Cunha na Suíça.

No domingo, em entrevista na Suécia, quando questionada se as denúncias contra o peemedebista causam constrangimento ao Brasil no exterior, Dilma respondeu que seria “estranho se causassem”.
“Ele [Cunha] não integra o meu governo. Eu lamento que seja um brasileiro, se é isso que você [repórter] está perguntando”, disse a presidente na ocasião. Desde então, ela e Cunha têm respondido às declarações um do outro na imprensa. A declaração sobre corrupção no governo havia sido uma reação à fala de Dilma no fim de semana.
Impeachment

A presidente também comentou os pedidos de impeachment protocolados pela oposição contra a presidente. Na quinta-feira (15), os juristas Miguel Reale Jr. e Helio Bicudo, além de parlamentares da oposição, registraram em cartório um novo pedido de saída da presidente. Eles alegam irregularidades na gestão das contas do governo. O pedido deve ser entregue nesta terça-feira a Eduardo Cunha, presidente da Câmara.

“Eu acredito que o objetivo da oposição pode ser inviabilizar a ação do governo, mas a ação do governo não vai ser inviabilizada pela oposição, faça ela quantos pedidos de impeachment fizer”, afirmou Dilma.
Há dois meses, a Procuradoria-Geral da União ofereceu denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra Cunha por corrupção e lavagem de dinheiro. Na semana passada, o STF autorizou abertura de novo inquérito para investigar contas de Cunha na Suíça.
Agenda internacional

A presidente faz viagem oficial à Escandinávia desde o sábado. Ela passou os primeiros três dias cumprindo agenda oficial na Suécia e, na noite de segunda, foi para a Finlândia. Depois da declaração à imprensa, ela participou de um almoço oficial oferecido pelo presidente finlandês. Depois, estava prevista uma reunião com empresários.

oglobo

OPOSICIÓN POSTERGA PARA EL MIÉRCOLES NUEVO PEDIDO DE IMPEACHMENT

Opositores postergaron para el miércoles la planeada oficialización en la Cámara de Diputados de un nuevo pedido de impeachment contra la presidenta Dilma Rousseff elaborado por los juristas Hélio Bicudo y Miguel Reale Júnior. Prevista inicialmente para la mañana del martes, el bloque del opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) en la Cámara baja dijo que la presentación fue postergada para el miércoles con el fin de incluir datos e informaciones. El nuevo pedido incluye una denuncia de que los llamados “pedaleos” fiscales, maniobras consideradas irregulares por el tribunal auditor TCU, habrían continuado este año. La expectativa de opositores es que este pedido tenga mejores posibilidades de ser aceptado por el presidente de la Cámara de Diputados, Eduardo Cunha.

247 – Opositores postergaron para el miércoles la planeada oficialización en la Cámara de Diputados de un nuevo pedido de impeachment contra la presidenta Dilma Rousseff elaborado por los juristas Hélio Bicudo y Miguel Reale Júnior.

Prevista inicialmente para la mañana del martes, el bloque del opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) en la Cámara baja dijo que la presentación fue postergada para el miércoles con el fin de incluir datos e informaciones.

El nuevo pedido incluye una denuncia de que los llamados “pedaleos” fiscales, maniobras consideradas irregulares por el tribunal auditor TCU, habrían continuado este año.

La expectativa de opositores es que este pedido tenga mejores posibilidades de ser aceptado por el presidente de la Cámara de Diputados, Eduardo Cunha, responsable por aceptar o rechazar las solicitudes de impeachment del jefe de Estado.

El lunes Cunha apeló ante la máxima corte del país para que deje sin efecto amparos que suspendieron el trámite de un eventual proceso de impeachment que había definido.

El ministro de Justicia, José Eduardo Cardozo, dijo que no hay ninguna base jurídica para un proceso de destitución de la presidenta Dilma Rousseff.

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