Brasil | El ministro de Salud da positivo y el país se acerca a los 5,3 millones de contagios

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El ministro brasileño de Salud, Eduardo Pazuello, dio positivo para el nuevo coronavirus, con lo que se convirtió en el duodécimo integrante del Gabinete, en contraer la enfermedad, que anteriormente afectó al presidente, Jair Bolsonaro, confirmó este miércoles 21 de octubre del 2020 la cartera.

Aunque el Ministerio no dio detalles del estado actual de salud del ministro, el periódico Folha de Sao Paulo señaló que el general se realizó la prueba tras sentir malestar el pasado lunes, motivo por el cual se vio obligado a cancelar algunos compromisos de su agenda.

En total, 12 de los 23 ministros del actual Gobierno han contraído covid-19, la mayoría de ellos asintomáticos. El último caso antes del titular de Salud fue el del ministro de Comunicaciones, Fabio Faría, una semana atrás.

Pazzuello, un general del Ejército sin experiencia en el área, asumió en mayo pasado como ministro interino de Salud de Brasil en medio de la crisis generada por la pandemia del covid-19 y tras la renuncia de los dos anteriores titulares del cargo por discrepar con el presidente sobre el combate a la pandemia.

Tras cuatro meses como encargado, el militar fue ratificado en septiembre por el mandatario brasileño como ministro titular de la cartera y hasta este miércoles el líder ultraderechista mantenía con Pazzuelo una luna de miel nunca vista con sus dos antecesores.

El general ha sido centro de atención en Brasil este miércoles, luego de que el mandatario brasileño lo desautorizara públicamente por anunciar, la víspera, la suscripción de un acuerdo para comprar 46 millones de dosis de la ‘Coronavac’, la vacuna de la empresa china Sinovac, por USD 427 millones.

El jefe de Estado afirmó en mensajes en las redes sociales que el Gobierno no se puede comprometer con la compra de una vacuna cuya eficacia y seguridad no ha sido comprobada previamente por el Ministerio de Salud ni certificada por la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (Anvisa).

La ‘Coronavac’ es desarrollada y experimentada en Brasil por Sinovac en asociación con el Instituto Butantan, una institución científica vinculada al estado de Sao Paulo, cuyo gobernador, Joao Doria, es un importante rival político de Bolsonaro.

La decisión generó una gran polémica entre diferentes sectores del país, que criticaron el veto del líder ultraderechista a la vacuna que desarrolla la empresa china Sinovac en una aparente decisión para impedir que tal acuerdo favorezca a rivales políticos.

Brasil confirmó 661 nuevos decesos por coronavirus en la última jornada, con lo cual el total de fallecidos llegó a 154 837, mientras que los casos confirmados ascienden ahora a 5 273 954, tras la notificación de 23 227 nuevos contagios, informó ayer el Ministerio de Salud.

El Comercio


Brasil ultrapassa 155 mil mortes e aproxima-se dos 5,3 milhões de casos

O Brasil ultrapassou na quarta-feira os 155 mil mortos (155.403) devido à covid-19 e totaliza agora 5.298.772 casos de infeção pelo novo coronavírus, informaram as autoridades de Saúde brasileiras.

Desse total, 566 óbitos e 24.818 novos casos foram contabilizados nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde.

Por outro lado, um consórcio formado pela imprensa brasileira, que colabora na recolha de informações junto das secretarias de Saúde estaduais, anunciou que o país somou 571 vítimas mortais e 25.832 infetados entre terça e quarta-feira, num total de 5.300.649 casos e 155.459 vítimas mortais.

ecuperaram da covid-19 no país sul-americano, enquanto que o número de pacientes sob acompanhamento médico ascende a 386.880.

Os estados de São Paulo (38.371), Rio de Janeiro (19.945), Ceará (9.227) e Minas Gerais (8.554) têm o maior número de óbitos devido à pandemia no Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo.

Considerando o número de casos, São Paulo (1.073.261), Bahia (339.215), Minas Gerais (340.502) e Rio de Janeiro (293.940) são, respetivamente, os que somam mais infeções até ao momento.

Naquele que foi um dia marcado pela alegada desistência do Governo brasileiro em adquirir 46 milhões da vacina Coronavac, desenvolvida entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde do Brasil declarou que “nenhuma convicção pessoal pode sobrepor-se à ciência”.

“Seja qual for a vacina, independentemente da sua origem ou nacionalidade, o interesse público sobre o assunto diz respeito à sua eficácia e segurança para todos os utentes do Sistema único de Saúde (SUS). Assim, as vacinas que respeitarem todas as fases de estudo e que forem aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), devem ser incorporadas pelo Ministério da Saúde e distribuídas gratuitamente à população”, indicou o órgão em comunicado.

Menos de 24 horas após o Ministério da Saúde anunciar a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, o Presidente do Brasil contrariou o seu ministro, Eduardo Pazuello, e anunciou que não comprará o imunizante desenvolvido pela chinesa Sinovac, em parceira com o Instituto Butantan, órgão ligado ao estado de São Paulo, governado por Jorão Doria, com quem Bolsonaro se tem desentendido publicamente.

“A vacina chinesa de João Doria. (…) O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que nem sequer ultrapassou a sua fase de testagem. Diante do exposto, a minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”, escreveu o Presidente brasileiro, na sua conta na rede social Facebook.

“Houve uma distorção por parte do João Doria. Ele tem um protocolo de intenções, já mandei cancelar, se ele [ministro da Saúde] assinou. O Presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade. Até porque estaria a comprar uma vacina que ninguém está interessado, a não ser nós”, disse Bolsonaro mais tarde aos jornalistas, tendo sido acusado por governadores de politizar o imunizante.

Já João Doria pediu “grandeza” a Bolsonaro, classificando como “inaceitável” o tratamento “desse tema com ideologia”.

“A hora é de paz, de união para salvar vidas. E não de eleição. (…) A Coronavac está a ser desenvolvida em parceria com o Butantan, que há mais de 100 anos presta serviços ao Brasil. A vacina será produzida aqui no Brasil, portanto, é uma vacina brasileira. Até aqui, os testes comprovam que é a vacina mais segura e mais avançada”, acrescentou o governador.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 40,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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