Lula criticó a Biden por financiar el envío armas a Ucrania mientras falta leche de fórmula en EEUU

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Lula criticó a Biden por financiar armas a Ucrania mientras falta leche de fórmula en EEUU

El expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva, favorito en las encuestas para vencer las elecciones presidenciales del 2 de octubre, fustigó en las últimas horas al mandatario estadounidense, Joe Biden, por financiar el armamento de Ucrania para la guerra con Rusia mientras enfrenta en su país una crisis de desabastecimiento de leche de fórmula para lactantes.

“¿Cómo puede la primera potencia económica mundial decir que no tiene ni leche para los niños justo después de que el presidente Biden anunciara 40.000 millones de dólares para comprar armas destinadas a la guerra de Ucrania?”, preguntó Lula.

El líder del Partido de los Trabajadores (PT) volvió a cuestionar la posición de Estados Unidos frente a la guerra de Rusia contra Ucrania luego de haberlo hecho ante la revista Time el mes pasado, cuando atribuyó a la expansión de la OTAN y al presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, responsabilidad igual que a Moscú en el conflicto.

El candidato del PT hizo esta declaración en un discurso el martes por la noche en la Pontificia Universidad Católica de San Pablo, durante el lanzamiento del libro “Querido Lula”, una recopilación de las cartas que el pueblo brasileño le envió mientras estuvo 580 días preso por una condena de corrupción que luego fue anulada por manipulación de pruebas, armado de causas y lawfare.

“Estoy percibiendo que más que nunca Brasil necesita de nosotros”, afirmó el expresidente, quien citó el caso de las familias que viven en las grandes ciudades buscando huesos entre los residuos para poder alimentarse.

“Los banqueros piden reuniones y voy a tener que tener muchas reuniones con empresarios y banqueros. Pero ellos nunca me preguntan sobre el pueblo en las calles, sobre el hambre, el desempleo, nunca preguntan sobre eso, quieren saber sobre el techo del gasto público, el pago de la deuda pública, todo para tener asegurada sus ganancias”, dijo en el acto.

Lula afirmó que en esta elección contra Jair Bolsonaro se enfrenta a “gente de lo peor” vinculada al asesinato de la concejal negra socialista Marielle Franco en marzo de 2018 en Río Janeiro, crimen por el cual están detenidos parapoliciales.

“Estamos luchando contra gente de lo peor, contra los asesinos de Marielle Franco, los parapoliciales, las personas que no tienen miedo de matar inocentes”, dijo al citar también el caso del trabajador Genivaldo dos Santos, asesinado por policías que lo torturaron en una cámara de gas en Sergipe la semana pasada.

Lula afirmó que su objetivo es elevar el nivel de inversión y de acceso a todos los niveles de la educación.

“La ignorancia no genera estadistas, genera a un Bolsonaro”, dijo Lula, quien pidió a la militancia caminar el país para ganar el voto de quienes siempre se opusieron al PT.

Télam


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No seu parecer, o ministro do STF afirmou que a defesa de Noventa não teve a oportunidade de entrar com um recurso contra o julgamento do TSE, o que teria configurado cerceamento de defesa. | Foto: Câmara dos Deputados/Divulgação

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu na quinta-feira (2) uma decisão favorável ao deputado federal José Valdevan de Jesus, o Valdevan Noventa (PL-SE), e devolveu o mandato do parlamentar, que havia sido cassado em março pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso do poder econômico durante a campanha eleitoral de 2018. Horas antes Marques concedeu também uma liminar para que o deputado estadual Fernando Francischini (União) retome seu mandato no Paraná.

No seu parecer, o ministro do STF afirmou que a defesa de Noventa não teve a oportunidade de entrar com um recurso contra o julgamento do TSE, pois o acórdão do julgamento ainda não foi publicado, o que teria configurado cerceamento de defesa. “Trata-se de flagrante cerceamento de defesa, a violar a inafastável garantia fundamental do devido processo legal. Não é razoável que o requerente seja penalizado pela execução da decisão colegiada sem que se lhe oportunize o instrumento recursal constitucionalmente assegurado. Ante a proximidade das eleições de 2022, é evidente o risco de dano de difícil ou impossível reparação”, afirmou Marques.

Assim como no caso de Francischini, Marques alegou que a cassação do mandato de Valdevan impactou a composição da Câmara, pois o parlamentar acabou sendo um puxador de votos e contribuiu para a eleição de outros deputados. “A decisão pela anulação dos votos dados a José Valdevan de Jesus Santos impactou diretamente a composição da Câmara dos Deputados, bem assim a bancada do PSC e respectiva coligação na Casa”, disse o ministro.

Em nota, o parlamentar afirmou que volta para a Câmara pronto para cumprir sua missão e agradeceu sua defesa. ” Volto para a Câmara dos Deputados pronto para cumprir minha missão. Me sinto ainda mais forte para seguir com os projetos que estão em andamento na Casa, continuar destinando emendas para nossas cidades e honrar os 45.472 votos que me elegeram Deputado Federal. Agradeço imensamente ao povo sergipano que sempre me apoiou, mandando mensagens de carinho e incentivo. Destaco ainda a competência de meus advogados e dos profissionais que trabalham diariamente em meu gabinete”, escreveu Valdevan em suas redes sociais.

De acordo com informações divulgadas pelo TSE sobre o processo de cassação, integrantes da equipe de campanha de Valdevan Noventa aliciaram dezenas de moradores dos municípios de Estância e Arauá, no Sergipe, para simular doações ao candidato. O perfil dos doadores era incompatível com o valor doado, uma vez que vários eram beneficiários do programa Bolsa Família. Alguns deles confirmaram ter apenas emprestado o número do CPF para a operação financeira.

Gazeta Do Povo

 

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