Brasil | La oposición presenta nuevo pedido de impeachment contra Bolsonaro por el manejo de la pandemia y ya suman 64

1.088

Oposición presenta nuevo pedido de impeachment a Bolsonaro

Representantes de al menos seis partidos políticos brasileños de oposición presentaron este miércoles un nuevo pedido de juicio político al presidente Jair Bolsonaro.

Los líderes del Partido de los Trabajadores (PT), Socialista Brasileño (PSB), Demócrata Trabalhista (PDT), Socialismo y Libertad (PSOL), Comunista de Brasil (PCdoB) y Red de Sustentabilidad (Rede) enumeraron los 15 delitos de responsabilidad por su gestión ante la pandemia de Covid-19.

El nuevo pedido de impeachment acusa a Jair Bolsonaro de omisión en el colapso sanitario y las muertes por falta de oxígeno en Manaos, capital del estado de Amazonas (nordeste).

Los firmantes han enfatizado que el ultraderechista “ viola a diario la Constitución al no garantizar el derecho a la salud” y que, en consecuencia, incumple las normas establecidas en el artículo 196 de la Constitución.

‘Mientras la mayoría de las principales autoridades políticas y gubernamentales del mundo intentaban enfrentar la enfermedad y sus consecuencias nocivas, el presidente de la República no solo omitió abordar el problema de salud pública, sino que actuó sistemáticamente para ignorar la realidad’, reza un extracto del escrito.

También, agrega, para ‘frustrar los esfuerzos que hacían y hacen alcaldes, gobernadores, diputados, ministros del STF (Supremo Tribunal Federal), médicos, agentes de salud y otros’.

Más temprano líderes evangélicos y católicos presentaron un pedido de deposición de Bolsonaro. Tal demanda está suscrita por guías cristianos de varias denominaciones.

La lista incluye sacerdotes católicos, anglicanos, luteranos, metodistas y también pastores.

Para la apertura del proceso en contra de Bolsonaro debe contar con la aprobación del presidente de la Cámara de Diputados, Rodrigo Maia, quien se encarga de crear una comisión especial para analizar la denuncia.

Con la solicitud de los partidos de oposición, Jair Bolsonaro cuenta con 64 pedidos de impeachment.

Telesur


 

Partidos de oposição protocolam na Câmara mais um pedido de impeachment de Bolsonaro

Os seis partidos de oposição — PT, PSB, PDT, PCdoB, PSOL e Rede — protocolaram nesta quarta-feira (27) na Câmara dos Deputados um novo pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro.

O pedido é motivado pela atuação do governo no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Em um almoço com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que os pedidos de abertura de processo de impeachment não dão “absolutamente nada”. “Não levam a lugar nenhum, a não ser pra causar transtorno e tentação na sociedade”, afirmou.

Nesta terça-feira, outro pedido, de autoria de lideranças religiosas, foi protocolado, com base nos mesmos argumentos.

Outros 63 pedidos de impeachment, por diferentes motivos, já foram apresentados, dos quais 56 estão em análise, segundo dados da Secretaria Geral da Câmara. Os demais cinco foram arquivados ou não aceitos por questões formais, sem que o mérito fosse analisado.

Cabe ao presidente da Câmara decidir se aceita ou não um pedido de impeachment. O atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixará o posto na próxima semana, quando será eleito o deputado que vai sucedê-lo no comando da Câmara.

O protocolo do pedido foi anunciado em um ato no Salão Negro do Congresso com a presença de parlamentares e presidentes nacionais das legendas.

O pedido é assinado pelos presidentes dos seis partidos de oposição:

Gleisi Hoffmann, do PT;
Carlos Luppi, do PDT;
Carlos Siqueira, do PSB;
Juliano Medeiros, do PSOL;
Luciano Santos, do PCdoB; e
Pedro Ivo e Laís Alvez Garcia, porta-vozes da Rede
Além deles, as lideranças dessas legendas no Congresso também são signatárias do documento.´

Segundo o líder da Minoria na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), o pedido identifica o que os signatários consideram 15 crimes de responsabilidade de Bolsonaro relacionados principalmente à pandemia da Covid-19.

“Ele [o pedido de impeachment] está embasado no direito supremo à vida”, afirmou.

A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) destacou que as ações do presidente durante a pandemia “custam vidas”.

“Não é que ele [Bolsonaro] não ajudou a ciência, ele combateu a ciência. Não é que ele negligenciou a vacina, ele boicotou a vacina”, disse.

Argumentos

Entre as ações apontadas no pedido de impeachment como crime de responsabilidade, os autores afirmam que Bolsonaro descumpriu a Constituição ao não garantir o direito à saúde no caso da pandemia e que, em nenhum momento, priorizou o combate à doença nem houve uma coordenação de caráter nacional para orientar estados e municípios.

O documento ressalta ainda que, desde o início da pandemia, Bolsonaro ignorou as medidas sanitárias para prevenir o contágio de Covid-19 e se negava a usar a máscara, assim como não se importava em provocar aglomerações sociais.

Também destaca que a compra de vacinas não foi priorizada pelo governo e que Bolsonaro passou a tratar a questão de maneira ideológica para se contrapor às iniciativas de governantes estaduais.

“Com efeito, para além dessa postura negacionista acerca da gravidade da doença, o Presidente da República utilizou-se dessa crise sanitária, para travar uma “guerra ideológica”, com adversários reais ou imaginários, sobre os caminhos técnicos e científicos a serem adotados na pandemia, politizando, ao fim e ao cabo, a questão das vacinas em desenvolvimento”, afirma trecho do pedido de impeachment.

Para os autores, a crise na gestão da pandemia ficou ainda mais evidente com o colapso no sistema de saúde em Manaus.

“Se havia alguma dúvida, os trágicos e previsíveis acontecimentos em Manaus são definitivos quanto à necessidade de se proceder o imediato afastamento do Presidente”, diz o documento.

Segundo o pedido de impeachment, “toda essa realidade demonstra que o representado [Bolsonaro], por ação e omissão, de forma dolosa, sempre agiu contra os esforços sanitários para conter e combater o vírus da Covid-19, conduta que demonstra a total incompatibilidade de manutenção do representado à frente da chefia da Presidência da República, tantos e graves são os crimes perpetrados e suas consequências para o país”.

CPI

Os deputados da oposição também começaram a coletar assinaturas para instalar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o desempenho do governo em relação à pandemia. São necessárias 171 assinaturas para o protocolo.

“O ambiente para a materialização da CPI é muito forte aqui dentro”, disse Guimarães. “Eu posso assegurar para vocês: na hora que tivermos as 171 assinaturas esse pedido será deferido, é a minha crença, a minha avaliação.”

G1


 

Bolsonaro diz que pandemia pode ser “fabricada” e ironiza pedidos de impeachment

Após reunião no Ministério da Economia, o presidente Jair Bolsonaro almoçou nesta quarta-feira (27/1) na churrascaria Nativas Grill, na Vila Planalto. Ele optou pelo rodízio da casa. É a terceira vez que o mandatário opta por fazer suas refeições na região este ano. O chefe do Executivo estava acompanhado do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, dos ministro Fabio Faria, Ernesto Araújo, Tarcísio Freitas, Mario Frias, do filho Jair Renan e de cantores sertanejos, como Sorocaba, Amado Batista e Naiara Azevedo.

Sorocaba postou stories no Instagram mostrando parte do almoço. Em uma das imagens, postou a seguinte legenda: “É uma honra poder dar voz a um setor tão importante da nossa economia. Obrigado Bolsonaro por ouvir o que o setor de entretenimento tem para falar”, destacou.

No último dia 13, o mandatário almoçou em outro restaurante local, o Braseiro. Na ocasião, comeu o básico, feijão com arroz, bife de carne vermelha e salada diversa. De bebida, escolheu uma coca-cola. Bolsonaro pediu de sobremesa doce de abóbora e pudim. Ao final, sem máscara, tirou selfies com apoiadores e causou aglomeração.

No dia 11, Bolsonaro escolheu também por fazer a refeição na Vila Planalto. Mais cedo, o presidente se reuniu com 30 deputados do PSL e disse que vai, “se Deus quiser, participar e influir na presidência da Câmara”.

“Fizemos uma reunião, aí, com 30 parlamentares do PSL, e vamos, se Deus quiser, participar, influir na presidência da Câmara com esses parlamentares de modo que possamos ter um relacionamento pacífico e produtivo para o nosso Brasil”, apontou.

Caminhoneiros

Na saída do Ministério da Economia, Bolsonaro pediu que caminhoneiros não façam greve na próxima semana.

“Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve, que todos nós vamos perder. Todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil. Estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste”, disse.

Correio Braziliense


 

Roraima pede ajuda à Venezuela para conseguir oxigênio para estado

Em ofício enviado ao governador Antônio Denarium, o secretário de saúde de Roraima, Marcelo Lopes pediu que o estado procure a Venezuela e Guiana para ajudar no fornecimento de oxigênio para o estado. O documento foi enviado ao governador no dia 14 de janeiro e foi obtido pela CNN.

No texto, o secretário menciona o “preocupante momento pandêmico que se apresenta, com o elevado aumento no número de casos confirmados da COVID-19 e em consequência, o crescente número de pacientes internados em nossas Unidades Hospitalares com o quadro clínico agravado da doença”.

No dia 25, em um documento encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado, a Secretaria de Saúde reforçou preocupação com o abastecimento de oxigênio no estado e informou que entrou em contato com a Embaixada da Venezuela para que esta interceda e ajude na compra e importação de oxigênio pela empresa Carboxi, que fica no país.

O documento também menciona que a pasta oficializou pedido de ajuda ao Ministério da Saúde para disponibilidade de oxigênio ao estado. Roraima calcula que precisa 100.000m³ diários de Oxigênio Líquido Medicinal.

Como outros estados da região Norte, Roraima vive um colapso em seu sistema de saúde. De acordo com o último boletim divulgado pelo estado, 93% dos leitos para covid-19 estão ocupados. O hospital de referência para tratar os casos graves está com 100% de lotação há três dias.

Os dados revelam que a situação em Rondônia também é muito grave. Metade das unidades com leito de UTI no para covid no estado estão com lotação esgotada. No momento, segundo os dados divulgados ontem (27), há 558 pessoas internadas no estado.

O governo de Roraima informou, na noite desta quarta-feira, que recebeu reforço de mais de 16 mil litros de oxigênio oriundos da Venezuela. De acordo com o secretário da Saúde, Marcelo Lopes, uma carreta que vinha do país em direção a Manaus teve problemas e ficou na fronteira de Roraima com a Venezuela.

Em contato com a secretaria da Saúde do Amazonas, a carga foi liberada para Roraima que, segundo o governo ajudou a “aumentar as reservas do estado”.

CNN Brasil


 

Brasil registra 1.283 mortes por covid-19 em 24 horas

Foram registradas 1.283 mortes por covid-19 no Brasil em 24 horas. O número total de pessoas infectadas pela doença no país chegou a 8.996.876. Desses, 63.520 apenas em 24 horas, desde esta terça-feira.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado ontem (27) e são referentes aos registros feitos desde o boletim divulgado. O levantamento é feito a partir das informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de saúde. Além disso, 7.877.337 pessoas se recuperaram da doença.

Na lista de estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (52.170), seguido por Rio de Janeiro (29.230) e Minas Gerais (14.544). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (837), Acre (858) e Amapá (1.040).

São Paulo também lidera o ranking de casos de covid-19 no país, 1.731.294 casos. Em seguida, aparece Minas Gerais (707.649) e Bahia (574.062). Os estados com menos casos registrados são Acre (47.119), Roraima (72.921) e Amapá (75.940).

Acompanhe o balanço divulgado pela TV Brasil:

Agencia Brasil

Más notas sobre el tema